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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Temperos que substituem o sal

O sal é um dos vilões mais temidos da atualidade, mas também é o menos combatido. Isso porque desde sempre nós nos acostumamos a comer tudo com uma bela pitada de sal. E se fosse só essa pitada, tudo bem! Mas, o que torna o sal um grande vilão é que ele é a principal fonte de sódio que consumimos, podendo causar aumento da pressão arterial levando a problemas mais sérios de saúde, como a hipertensão e sobrecarregar os rins. Porém, manter o sal longe do prato ou pelo menos diminuir as quantidades dele nas receitas pode ser mais fácil do que você imagina. A substituição do mineral por outros temperos naturais dá novo gostinho às preparações e ainda por cima promove uma onda de boa saúde. "Os temperos naturais ou condimentos melhoram o sabor, aroma e aparência dos alimentos preparados", explica a nutricionista Maíra Malta, da Unesp. Por isso, confira abaixo alguns temperos que te ajudam a se manter longe do sal. Alho e Cebola: Os acompanhamentos básicos de quase todos os nossos pratos fazem muito bem a nossa saúde. "O alho, por exemplo, contribui para a diminuição da pressão sanguínea e dos níveis de colesterol. Já a cebola inibe a ação de algumas bactérias e fungos prejudiciais ao nosso organismo e diminui os riscos de trombose e aterosclerose", diz a especialista. A duplinha também ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer, como o de pulmão, estômago, próstata e fígado. Sálvia: Esta erva é usada como condimento e como planta medicinal por sua ação anti-inflamatória e por ser estimulante da digestão. "A sálvia é indicada nos casos de falta de apetite, edema, afecções da boca, afta, tosse e bronquite. Fica ótima com massas e aves", diz Maíra Malta. A sálvia pode ser usada tanto em pó como as folhas inteiras. Manjericão: A erva já é amiga da cozinha há muito tempo. Você provavelmente já a usou diversas vezes e seu gostinho inconfundível é o toque que falta em molhos vermelhos, tortas, saladas ou no clássico molho pesto. "O manjericão, além de muito gostoso, é amigo do sistema cardiovascular e acalma os espasmos da digestão. Quando utilizado em grandes quantidades, é um ótimo fortificante e antigripal." Alecrim: A planta confere um gostinho leve e especial quando usada na preparação de carnes vermelhas ou peixes. No arroz e em sopas é uma boa pedida também, perfumando o prato e a cozinha. "O alecrim faz bem porque combate o vírus da gripe e previne doenças dos rins, da retina e da catarata." Salsa: A salsinha também já é famosa conhecida de quem cozinha. Seja ela desidratada ou em folhas frescas, confere aos pratos um sabor leve e agradável, além é claro, de também ser uma aliada do nosso organismo, pois, como ensina a nutricionista, a salsa combate doenças do coração e dos rins. Pimentas: Não é só na Bahia que este condimento é popular. Há quem ame e quem não viva sem. Mas, o importante é saber que a pimenta é muito mais do que um sabor afrodisíaco. O sabor ardido é por causa da capsaicina, substância antioxidante de ação curativa. "Além de prevenir alguns tipos de câncer e de reduzir o colesterol ruim (LDL) do sangue, a pimenta também acelera o metabolismo e, por isso, auxilia no emagrecimento." Coentro: Tantos as folhas como as sementes do coentro são ricas em ferro e vitamina C, alivia indigestão e tem poder calmante. Estragão: Apesar de não ser muito conhecido, pode ser facilmente encontrado nas lojas de temperos ou até em supermercados. Suas folhinhas são parecidas com erva-doce. Experimentar estragão vai garantir um sabor novo, levemente adocicado, à comida, além de aliviar a cólica menstrual e auxiliar na digestHortelã e menta: Estas duas plantinhas são na verdade parte de um mesmo gênero, a Mentha. Os sabores são muito parecidos e, por isso, ambos caem muito bem como complemento de peixes, carnes e molhos. Além de refrescantes, a nutricionista Maíra Malta nos ensina que essas plantinhas são ótimas para a digestão e proporcionam alívio para crises de bronquite, cólica estomacal e intestinal, dores, gripes e tosses. Com o tempo seco, o temperinho cai muito bem. Louro: Caldinhos de feijão, sopa de legumes e carnes recheadas ficam com um sabor todo especial quando acrescentamos duas ou três folhinhas de louro. "Além de perfumar, os chás das folhas de louro proporcionam alívio contra gases", ensina a nutricionista. Orégano: Não é só na pizza que o orégano é bem-vindo. Muitas pessoas evitam o tempero por considerá-lo forte demais, por isso, o segredo é colocar apenas uma pitadinha, combinada outros ingredientes. As folhas de orégano fresco dão ainda mais aroma ao prato. Tomilho: Esta erva é muito versátil porque pode ser usada em praticamente tudo na cozinha. Sem contar que é bom para aliviar distúrbios intestinais e prevenir inflamações. Além de muito saborosa, a plantinha é também muito bonita com suas folhas verdes em formato de coração e pequenas florzinhas. Por isso, além de usá-la como tempero, vale também investir na decoração do prato. Açafrão: Está faltando uma corzinha no seu prato? Invista no açafrão. Além de proporcionar um sabor agradável, deixa o prato mais colorido, com tom amarelado. Muito usado na culinária Mediterrânea, o condimento tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatória que melhoram a digestão Gengibre: Bom e velho conhecido dos japoneses, o gengibre com seu sabor picante e adocicado, pode ser usado tanto em doces como salgados, além de ser bom acompanhamento para sucos e sopas. "O gengibre tem propriedades que combatem a dor de cabeça, o enjoo e as náuseas. Por ser também um alimento termogênico, o gengibre aumenta a temperatura do corpo, obrigando o organismo a gastar mais energia", ensina a nutricionista da Unesp Maíra Malta.

Acelera o seu metabolismo no inverno

No inverno, nosso metabolismo acelera, pois precisa trabalhar mais para produzir mais energia e manter nosso corpo em uma temperatura estável. Porém, por conta do frio, o corpo reduz a quebra de gordura, o que dificulta a perda de peso, e além de tudo a fome aumenta, já que precisamos de mais energia. Porém, comendo os alimentos certos, é possível estimular o metabolismo e dar a ele a energia necessária para que funcione, sem ganhar peso! Apesar da prática de atividade física ser o carro-chefe para acelerar o metabolismo e gastar energia, muitas pessoas desanimam dos exercícios em dias frios. Mas o metabolismo também pode ser estimulado de diversas formas, inclusive fazendo uma das melhores coisas da vida: comer! Siga os conselhos dos especialistas e estimule o seu metabolismo para acelerar os resultados da dieta. Magnésio no cardápio O magnésio é um mineral importante que participa de quase todas as ações metabólicas. "Cerca de 300 sistemas enzimáticos dependem da presença de magnésio", afirma a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional. Uma alimentação deficiente em magnésio não só deixa o metabolismo mais lento, como também pode favorecer o acúmulo de gorduras e a má utilização das proteínas ingeridas. Fontes de magnésio: castanhas, folhas verde-escuras, figo, beterraba, leite e derivados.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sete mudanças no corpo masculino relacionados a testosterona

O efeito dos hormônios na personalidade das mulheres é bem conhecido, principalmente na fase da TPM. Mas, e os homens? Eles também são afetados pela produção hormonal? Sim, a testosterona, principal hormônio presente no organismo masculino, influencia o comportamento, o desempenho sexual e também algumas características físicas. "É um hormônio muito importante para o funcionamento do corpo. Mesmo que esteja mais presente nos homens, ele também pode afetar o organismo feminino", explica a endocrinologista e metabologista Vânia dos Santos, de UNESP.

Segundo a especialista, conhecer as funções desse hormônio e as consequências de uma alteração em seus níveis é um importante modo de prevenir possíveis problemas de saúde, que podem afetar tanto o físico como o psicológico do paciente. "De maneira geral, a testosterona é responsável pelos caracteres sexuais secundários no homem, como voz, pelos e massa muscular. Qualquer alteração nessas áreas pode ser um sinal de problema", conta o endocrinologista Pedro Saddi, da Unifesp. Confira abaixo as principais mudanças no corpo masculino - e algumas até no feminino! - relacionadas a esse hormônio. Agressividade

De acordo com Pedro Saddi, a testosterona pode provocar uma maior agressividade masculina quando está em um nível suprafisiológico, ou seja, acima do normal. "Ela age diretamente no sistema nervoso. Quando há um excesso desse hormônio, o humor e o estado de espírito do homem mudam, mas é importante lembrar que essa agressividade não tem relação com violência. Portanto, não podemos culpar o hormônio por um ato violento", afirma Pedro Saddi.

Nas mulheres, essa relação é menos intensa devido à menor quantidade de testosterona no organismo. Para o sexo feminino, os hormônios que aumentam o comportamento agressivo são o estrógeno e a progesterona, que normalmente atingem picos durante o período de ovulação.
Calvície

Existe o mito de que homens com mais testosterona têm maior queda de cabelos e se tornam calvos precocemente. Isso daria sentido à expressão popular "é dos carecas que elas gostam mais", já que o alto nível de testosterona também está ligado ao desempenho sexual masculino.

No entanto, o endocrinologista Pedro Saddi derruba essa informação. "O que se relaciona com queda de cabelos é a diidrotestosterona, que é uma transformação da testosterona. É esse hormônio que aumenta a queda de cabelos nos homens e sua produção depende de fatores locais do couro cabeludo, e não da quantidade de testosterona circulante no sangue", explica. As pessoas calvas têm enzimas no couro cabeludo com uma capacidade maior de transformar a testosterona do sangue em diidrotestosterona para agir no folículo capilar.

Já nas mulheres, o nível de testosterona pode causar uma mudança no couro cabeludo. "Ela não chega a causar calvície, mas provoca aquelas entradas típicas de homens perto dos 40 anos. Essa transformação é característica da maior produção de testosterona pelas mulheres", afirma Vânia dos Santos.

Pelos

O crescimento de pelos em algumas áreas está diretamente ligado à produção de testosterona, tanto nos homens quanto nas mulheres. É a partir do momento que esse hormônio começa a ser produzido, por volta dos 12 anos de idade, que os pelos no rosto, tronco, nádegas, virilha e monte púbico começam a crescer nos homens. No entanto, alguns locais do corpo, como braços e pernas, não são afetados pela maior produção de testosterona. Por isso, os pelos que ali crescem são chamados de independentes.

O excesso de testosterona nas mulheres pode causar um aumento no crescimento de pelos nas áreas andrógenas, como rosto e no tórax, o que não é normal para o sexo feminino. "A maior produção de testosterona pelos óvulos e pelas glândulas adrenais causa nas mulheres o hirsutismo, que é o crescimento de pelos em locais anormais", explica a especialista.

Essa alteração hormonal tem tratamento a partir de remédios, que controlam a produção de testosterona pelo ovário e pelas glândulas adrenais.
Músculos

É fácil perceber a influência da testosterona nos músculos dos homens. "Por volta dos 12 anos, quando os testículos começam a produzir a testosterona, os meninos ficam mais fortes que as meninas e passam a ter maior massa muscular", explica Pedro Saddi. De acordo com o especialista, essa diferença aumenta no período entre 20 e 30 anos, quando os homens têm um pico nos níveis de testosterona no sangue.

Na terceira idade, com a menor produção do hormônio, há uma perda de massa muscular nos homens e fica mais difícil se recuperar de lesões musculares. Por isso, muitos idosos são aconselhados por médicos a tomar suplementos de testosterona.
Sexo

A libido e o desempenho na hora do ato sexual também estão ligados à testosterona. "Indivíduos com baixa taxa desse hormônio têm menor libido e, consequentemente, pior desempenho sexual. Homens com essa característica também têm maiores chances de sofrer com infertilidade", afirma Pedro Saddi. De acordo com o especialista, as alterações nos níveis de testosterona afetam a vida sexual de ambos os sexos. Além disso, se houver excesso desse hormônio nos homens, pode ocorrer um atrofiamento dos testículos e, nas mulheres, o aumento do clitóris, dois problemas que diminuem as chances de ter uma vida sexual ativa.
Depressão

Em média, após 50 anos de idade, a produção de testosterona diminui nos homens, provocando uma série de alterações tanto no corpo quanto na personalidade. De acordo com a endocrinologista, os baixos níveis desses hormônios estão entre as causas do aumento dos casos de depressão masculina na terceira idade. "Como a testosterona também age no sistema nervoso, uma mudança em sua produção afeta o bem-estar e o humor dos homens", explica Vânia dos Santos.

Nas mulheres, a produção de testosterona segue o caminho oposto conforme a idade. Após chegar à menopausa, as mulheres começam a produzir mais esse hôrmonio, enquando a quantidade de estrógeno, que dá características femininas ao corpo, começa a diminuir. "Depois do climatério, as mulheres começam a ter níveis de testosterona mais altos no organismo. Isso aumenta a quantidade de pelos no corpo e também provoca um leve aumento de peso e irritabilidade", diz Vânia dos Santos.
Excesso do hormônio

Um estudo feito pela Universidade de Yale, no Reino Unido, mostrou que o excesso de testosterona pode provocar morte de células nervosas, o que leva a doenças como Alzheimer. De acordo com Pedro Saddi, essa pesquisa é importante para se ter mais informações sobre o efeito contínuo da testosterona no organismo, mas ainda não pode ser usado para tirar maiores conclusões. "Esse estudo foi feito em cultura de células, ou seja, não foi realizado em condições normais. Além disso, a quantidade de testosterona usada foi muito maior do que a quantia máxima já vista em um homem", explica o endocrinologista.
Vânia dos Santos explica que, como qualquer outro hormônio, uma quantidade excessiva de testosterona no corpo pode trazer malefícios às células. "É comum vermos homens tomarem esteróides ricos em testosterona para ter um crescimento nos músculos. Mas ingerir suplementos desse hormônio em excesso pode causar aumento de pressão e colesterol, aumento das mamas e atrofia dos testículos", completa.

Beijos
Lene

sexta-feira, 4 de março de 2011

Cancer de mama nos homens!

Má qualidade de vida e uso de anabolizantes podem desencadear a doença.

Até pouco tempo acreditava-se que só mulheres, principalmente as com mais idade, podiam desenvolver o câncer de mama. Infelizmente esta colocação não condiz mais com a realidade. Atualmente homens e moças cada vez mais jovens podem sofrer deste mal.

O câncer de mama atinge um homem em cada 100 mulheres, porém a ocorrência desta neoplasia tende a aumentar devido a má qualidade de vida e dificuldade em diagnosticar o tumor na sua fase inicial, que pode ser confundido com outras doenças como a ginecomastia. O uso de anabolizantes, principalmente por jovens que querem ganhar massa muscular em academias e o uso de hormônios por transexuais piora a situação, pois torna a detecção mais difícil e a maior tendência em desenvolver o câncer.

Nos últimos anos que não houve redução nas taxas de mortalidade por câncer de mama masculina no Brasil. A maior ocorrência desta neoplasia foi nos estados do sul do país, destacando-se o Rio Grande do Sul. Dentre os continentes, a Ásia supera os demais enquanto que a América do Sul e Central apresentam os menores índices.

O segundo principal tipo de câncer que acomete a população brasileira é o de mama, o primeiro é o câncer de pele não melanoma.

Não existe uma causa para o câncer de mama, tanto no homem quanto na mulher. A prevenção e o diagnóstico da doença de mama iniciam-se com a anamnese completa. É importante lembrar que o diagnóstico de câncer de mama não pode ser excluído por qualquer achado isolado na história do paciente.

As formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o auto-exame das mamas, o exame clínico e a mamografia.

O tratamento do câncer de mama em homens é semelhante ao das mulheres e começa pelo exame de toque na mama, mamografia, consultas a médicos especializados e depois de detectado a solução é a cirurgia e de acordo com o estágio do câncer são sugeridos alguns tratamentos como a quimioterapia e a radioterapia.

Hoje em dia, a cirurgia de remoção do tumor é bem menos traumática e o/a paciente já sai do centro cirúrgico com a mama reintegrada.

Fonte: http://minhavida.uol.com.br/conteudo/921-Homens-tambem-sao-alvos-do-cancer-de-mama.htm
Fica ai uma dica para os homens essa doença é séria e pode levar a morte!Cuidem-se meninos!
Euselene

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Principais doenças da próstata!

Principais doenças da próstata

A próstata é uma glândula localizada próxima à bexiga e que cerca a porção inicial da uretra. Ela produz a chamada secreção prostática, principal componente do esperma. Durante a infância, a próstata é muito pequena, começando a aumentar de tamanho durante a adolescência, devido à produção de testosterona, hormônio masculino. Nesta fase da vida, ela tem um volume de 15 a 20 gramas. Com o envelhecimento, seu volume aumenta, principalmente depois dos 50 anos de idade, podendo chegar a ter até mesmo mais de 200 gramas.
As doenças mais comuns que acometem a próstata são a prostatite, a hiperplasia benigna de próstata e o câncer de próstata.

Hiperplasia benigna de próstata

A hiperplasia benigna de próstata (HPB) é o aumento benigno do volume da próstata. Ou seja, é um tumor benigno, que requer acompanhamento contínuo, pois pode conter células cancerosas em seu interior. Ela pode ser, de acordo com seu estágio, leve, moderada ou severa.
Sintomas: como o volume aumentado da glândula pode comprimir a uretra masculina, os principais sintomas da HPB são a dificuldade ao urinar, com o indivíduo urinando pequenos volumes, várias vezes ao dia e tendo relativa urgência para urinar. Em casos mais severos, pode haver até mesmo a retenção urinária, com a necessidade da utilização de sondas uretrais.
Diagnóstico: é feito através do exame de toque retal e da dosagem sanguínea do PSA (antígeno prostático específico). Outros exames podem complementar o diagnóstico, tais como o exame parcial de urina, a urocultura, a dosagem sanguínea de creatinina e alguns exames de imagem.
Tratamento: a HPB em estágio leve não necessita de tratamento; a HPB moderada requer o uso de alguns medicamentos que controlem o seu volume; a HPB severa requer a remoção cirúrgica da glândula.
Observação: a HPB não se transforma em câncer de próstata, mas o indivíduo pode vir a apresentar os dois quadros concomitantemente.

Câncer de próstata

O câncer de próstata (CP) é o tipo de câncer mais comum em homens acima de 50 anos de idade. Sua origem é desconhecida, mas alguns fatores influenciam no desenvolvimento dessa patologia. O fator genético é o principal, onde se sabe que homens com histórico familiar de CP ou de câncer de mama são mais propensos a vir a desenvolver o CP. O fator hormonal também é importante, onde indivíduos com produção aumentada de testosterona têm mais propensão a desenvolver o CP. A dieta tem papel importante no desenvolvimento da doença, onde se sabe que uma dieta rica em gorduras aumenta o risco de CP, ao passo que uma dieta rica em fibras e tomate reduz o risco de CP. Substâncias químicas, tais como fumaça de automóveis, cigarro, fertilizantes, podem induzir o desenvolvimento do CP. O estresse também parece ser um fator que influencia o surgimento da patologia.
Sintomas: nas fases iniciais, o CP não apresenta sintomas. Em estados mais avançados, ocorre dificuldade ao urinar, com ou sem sangramento na urina. Pode ocorrer anemia, perda de peso, ínguas no pescoço e nas virilhas e, em casos mais severos, pode haver dores ósseas, devido à migração de células malignas da próstata para os ossos (metástases ósseas).
Diagnóstico: o diagnóstico do CP é feito através do exame de toque retal e da dosagem do antígeno prostático específico (PSA) no sangue. Se o toque retal for anormal e/ou o PSA for muito elevado, faz-se a biópsia da próstata. Exames de imagem, tais como tomografia computadorizada, ecografia da próstata, cintilografia óssea (para detectar possíveis metástases ósseas), também são outros meios auxiliares de diagnóstico.
Tratamento: consiste na remoção cirúrgica completa da próstata, em radioterapia, em hormonioterapia feminina (para suprimir a produção exagerada de testosterona). Esses meios de tratamento podem ser isolados ou em conjunto, dependendo da intensidade da doença.
Algumas perguntas devem ser feitas ao médico, tais como:
1 - Como se faz o diagnóstico precoce do CP?
2 - O CP tem cura?
3 - Qual o tratamento para o CP?
4 - A próstata deve ou não ser operada?

Prostatite

A prostatite é uma inflamação da próstata, causada geralmente por uma infecção bacteriana e, em menor grau, por infecção viral ou fúngica. Ela ocorre pela migração das bactérias da uretra para a próstata e pela baixa produção de anticorpos contra essas bactérias.
Sintomas: os principais sintomas da prostatite são ardência ou dor ao urinar; dor no períneo (musculatura entre as pernas); dor na região escrotal; dor lombar. Pode haver febre, dor abdominal e dor ao ejacular.
Diagnóstico: é feito através do exame do toque retal, da dosagem sanguínea do PSA e do exame parcial de urina e urocultura.
Tratamento: consiste na administração de antibióticos e de analgésicos-antitérmicos.

Observando-se as principais doenças da próstata, conclui-se que o exame de toque retal é de extrema importância para a detecção precoce dessas patologias, principalmente do câncer de próstata. Todo homem, a partir dos 45 anos de idade, deve visitar um urologista e fazer o exame de toque retal anualmente.
Essa materia foi enviada pelo Fabricio de Curitiba Pr.
Meu amigo obrigada pela contribuição que Deus abençõe você!
Beijos
Euselene

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Andropausa cuidado senao tomar os devidos cuidados pode ser fatal!

Reposição hormonal masculina previne e retarda seus sintomas


Ouve-se muito falar em Reposição Hormonal para a mulher porque ela tem sintomas clássicos. Faltou o hormônio, ela pára de menstruar e aí começa o ressecamento da pele, o cabelo fica sem vida e muitas das há também a sua queda, mudanças repentinas de humor, depressão, ondas de calor, obesidade, flacidez na pele e músculos, passa a ter dificuldade nas relações sexuais devido ao ressecamento da vagina, enfim, uma série de sintomas e sinais clínicos que vão surgindo progressivamente. Essas alterações, que na mulher culmina com a "temida" Menopausa, começam a surgir por volta dos 45 anos de idade. Já no homem, vem sendo chamada de "Andropausa" e apresenta sintomas dos mais variados, desde a perda do tônus muscular indo até a sintomas depressivos e desinteresse sexual. Esses sintomas ocorrem mais tardiamente, em relação às mulheres. Ela começa a surgir por volta dos 50-55 anos. São os sinais do tempo provocando principalmente déficit de hormônios também nos homens. Felizmente, com os avanços da Medicina e a descoberta da Terapia de Reposição Hormonal Masculina, é possível ao menos retardar essa triste evolução.




Assim como na mulher -que tem seus níveis de Estrogênio (hormônio feminino) diminuídos-, a medida o homem envelhece os níveis de Testosterona (hormônio masculino) vão baixando progressivamente. A Andropausa, ao contrário da Menopausa, não traz o fim da fertilidade para o homem, apenas uma redução dela devido à menor produção de espermatozóides, mas também tem sintomas incômodos. Entretanto esses incômodos não são observados tão facilmente porque são mais sutis. Em torno dos 55 anos, às vezes até mesmo antes, começa a perda da libido e o interesse sexual diminui ou desaparece, apesar do homem ainda ter ereção peniana. Mais tarde surge a dificuldade em ter ou manter a ereção, alterações de humor, irritabilidade, sintomas depressivos e alterações da memória, entre outros.



Sintomas de Níveis Baixos de Testosterona
Cérebro
Depressão
Perda de Concentração
Baixa Auto-Estima
Fadiga Matinal
Alterações de Humor
Irritabilidade

Músculos
Diminuição da Massa Muscular
Flacidez Muscular
Pêlos
Queda de pêlos no peito, face, nas axilas e na região pubiana
Ossos
Diminuição da densidade mineral óssea
Gordura
Aumento da gordura corporal, principalmente da gordura visceral
Sexo
Diminuição do desejo sexual (libido)
Deficiência na produção de esperma
Disfunção erétil (impotência sexual)

Testosterona, chave do problema

A ação principal da Testosterona leva principalmente sobre os órgãos genitais e sobre o cérebro. Os seus outros alvos são o sistema piloso (pêlos), o tecido muscular, a massa gordurosa, as células sanguíneas e os ossos.


Alvos da Testosterona

Quando a Testosterona diminui, as ações que exerce sobre os tecidos do corpo diminui igualmente. Uma deficiência das taxas da Testosterona reflete-se por conseguinte à vários níveis de funcionamento (psicológico e corporal). Os sintomas observados podem ser diversos e alterar a qualidade da vida. Tomados separadamente, não são claramente evidenciado como Andropausa. No entanto, se estão todos presentes ao mesmo momento, é necessário pensar um diagnóstico de Andropausa. A expressão e a intensidade dos sintomas observados são variáveis entre os homens.

Os desafios do Andropausa

O interesse de se corrigir a esta deficiência hormonal é fundamentado pelos seus efeitos nefastos sobre a qualidade de vida mas sobretudo por os perigos a longo prazo aos quais é associada:

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Ao nível do metabolismo, nota-se um aumento de gorduras do sangue incluindo o colesterol e por conseqüente, dos riscos cardiovasculares (hipertensão arterial, aterosclerose). Na mulher, riscos similares aparecem na Menopausa e parecem ser atenuados pelos tratamentos por Estrógenos (hormônios femininos).



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A nível ósseo, o déficit de Testosterona característico do Andropausa tem repercussões sobre a qualidade dos ossos o que torna aparecimento da Osteoporose, ou seja uma fragilidade dos ossos, mais provável a longo prazo. A osteoporose pode existir no homem assim como a mulher. O perigo principal é a facilidade fraturar-se as vértebras ou dos ossos longos. As conseqüências nefastas de uma fratura (dor e perda da mobilidade) parecem mais importantes no homem que na mulher mas felizmente a freqüência é claramente menor no sexo masculino. Outros fatores favorecem o aparecimento da osteoporose no homem: a falta de atividade física, o alcoolismo e algumas doenças raras.



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A acumulação de gordura visceral pode conduzira Obesidade. Esta toma uma distribuição característica "em maçã" que distingue-se da obesidade feminina "em pêra". Acompanha-se freqüentemente de perturbações cardiovasculares.
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A nível muscular, a diminuição da força física reflete-se sobre a prática física que diminui por sua vez que traduz assim a entrada num "círculo vicioso ".



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A Fadiga aumentada pode resultar da redução do número de glóbulos vermelhos.



Os efeitos da idade no pênis e na próstata

Qual foi a última vez que você falhou na cama? Se a resposta demorou para vir à tona, provavelmente você sequer completou 40 anos. Mas se ela veio rápido à sua cabeça, é provável que você já esteja perto dos 50. É difícil admitir, mas dificuldades ocasionais para manter a ereção são consideradas normais após a quarta década de vida e não devem se tornar fonte de frustrações. A flacidez do pênis deve-se principalmente ao desgaste do tendão que liga o órgão ao púbis (osso localizado na região sexual). Com o passar dos anos, o tendão se torna menos elástico e, conseqüentemente, não funciona como deveria todas as vezes que é requisitado. Por mais sexualmente ativo e saudável que o homem seja.

Pelo mesmo motivo, o ângulo das ereções tende a diminuir. Se aos 30 anos o pênis fica 20 graus acima da horizontal quando ereto, aos 70 ele se situa 25 graus abaixo. O tempo entre uma ereção e outra, ao contrário, só aumenta com a idade. Aos 30 anos, é comum ter duas ou três relações sexuais numa noite, com intervalos de 20 ou 30 minutos. Aos 60 anos, muitos só conseguem fazer sexo novamente no dia seguinte. Os médicos afirmam que essas são mudanças naturais e que, portanto, os homens deveriam se preocupar menos com a firmeza do pênis ou a freqüência das relações sexuais e mais com a qualidade do sexo.

O homem acredita que pode conter as conseqüências do envelhecimento, mas não pode, e, em vez de tentar inibir os efeitos do tempo, deveria se aproveitar deles. Idade é sinônimo de experiência e isso conta muito mais que um pênis infalível para o sexo prazeroso.

O homem acredita que pode conter as conseqüências do envelhecimento, mas não pode, e, em vez de tentar inibir os efeitos do tempo, deveria se aproveitar deles. Idade é sinônimo de experiência e isso conta muito mais que um pênis infalível para o sexo prazeroso.

Uma das evidências de que a eventual flacidez do pênis é natural em homens acima dos 40 anos é que as ereções noturnas também diminuem com o tempo. Enquanto até essa idade elas costumam durar mais de duas horas ao todo, aos 60, elas não passam de uma hora e meia. Os médicos acreditam que as ereções noturnas sejam um mecanismo que a natureza criou para assegurar a procriação. Sabe-se que se o pênis passar meses sem uma ereção, ele torna-se fibroso, correndo o risco de não ficar ereto novamente. As ereções involuntárias, portanto, impediriam que o homem se tornasse impotente antes do tempo. Como após os 40 anos, o homem já teve bastante tempo para procriar a espécie, é natural que a intensidade do mecanismo preventivo reduza.

Caso as falhas na cama se tornem rotineiras, não há motivo para pânico. Até os 60 anos, 90% das causas de impotência sexual são psicológicas e apenas 10% são orgânicas. O estresse do dia dia e a depressão pela proximidade da aposentadoria podem estar atrapalhando o desempenho sexual. O melhor remédio nesses casos é alterar o estilo de vida, estabelecendo uma divisão clara entre trabalho e lazer, e encarar o fim dos dias trabalhados como uma oportunidade de gozar a vida.

A insegurança e o medo de não ser hábil como antes também costumam ocasionar episódios de impotência. Para driblar a ansiedade, nada melhor que prolongar as preliminares. Além de estimular a parceira, os beijos e abraços vão te ajudar a relaxar. A partir dos 60, fatores psicológicos e físicos dividem igualmente as causas da disfunção sexual. Com o avanço da medicina, no entanto, é possível tratar quase 100% dos casos. Para cada perfil de impotência, há um medicamento novo no mercado.

É bom frisar que a dificuldade de ereção não impossibilita o orgasmo ou a ejaculação. Os três fenômenos são independentes. De fato, o número de relações sexuais tende a diminuir com a idade e, com ele, o número de orgasmos. A redução, no entanto, ocorre muito mais em função de um certo desinteresse sexual (afinal, depois de décadas fazendo sexo, isso não é mais novidade) que impossibilidade física. Como acontece com as mulheres, os homens também entram no período do climatério, mas as mudanças são graduais e pouco atrapalham a atividade sexual. A partir dos 40 anos, verifica-se a queda de apenas 1% ao ano da produção de testosterona - as mulheres param de ovular ao atingirem a menopausa -e a qualidade do esperma sofre poucas alterações. Chaplin e Picasso foram pais aos 60 anos.

É natural que a vida sexual seja motivo de preocupação ao atingir a meia-idade., mas reserve um tempo para cuidar da saúde de seu aparelho reprodutor. A próstata merece especial atenção. Primeiro porque o câncer de próstata é a segunda maior causa de óbitos por câncer entre os homens brasileiros, perdendo apenas para o câncer de pulmão. Segundo, porque 80% a 90% dos homens apresentarão alargamento da próstata depois dos 40 anos, um processo natural, mas que pode gerar algumas inconveniências.

O problema de alargamento da próstata traz menos complicações. Provavelmente, você não vai notar a transformação até que seu sono seja interrompido repetidas vezes para ir ao banheiro. Sinal de que sua próstata cresceu tanto que está amassando parte da uretra (canal por onde sai a urina). Daí a sensação de que a bexiga não esvazia e a falta de controle sobre o ato de urinar. Apenas mais uma inconveniência da idade com a qual se deve aprender a lidar.

Tratamento da Andropausa

Há milhares de anos os homens vem procurando fórmulas e poções mágicas para manter sua virilidade e até hoje em dia, em certas regiões da Ásia, é comum o uso de determinados "remédios" para melhora da virilidade, que até então sempre foi o foco principal do tratamento dos homens de meia-idade. A própria medicina chinesa emprega o pó do chifre do rinoceronte branco (que praticamente levou o animal à extinção), o pênis do tigre e outras coisas do gênero com o intuito de recuperar a virilidade. Várias culturas têm o hábito de comer testículos de animais assim como de se utilizar de plantas, que sem saberem, estas plantas contém fito-hormônios (hormonios vegetais como a Metoxi-isoflavona) com similaridade química com a testosterona.

Há algumas décadas os médicos vinham prescrevendo Testosterona para pacientes com grandes perdas físicas como os queimados, doenças consumptivas e outras doenças em que havia necessidade de uso de um esteróide anabolizante, no caso a testosterona, e observou-se que em muitos homens os resultados no que se refere a disposição física, mental e sexual houve uma melhora excepcional. Com os avanços dos estudos de pesquisas em Endocrinologia chegou-se, hoje, ao uso de Androgênios que causem os menores efeitos colaterais possíveis.

Tanto para os homens que ainda já apresentam os sintomas quanto para aqueles que desejam fazer a prevenção da Andropausa, se preocupando com uma melhor qualidade de vida, já existe a Terapia de Reposição Hormonal Masculina, que se tornou mais segura com a forma de aplicação -não mais por via oral ou injetável, mas por via transdérmica, através de gel, cremes ou adesivos cutâneos. Além disso é necessário fazer uma suplementação de vitaminas, sais minerais, oligoelementos, "smart drugs" para melhorar a atividade mental, antioxidantes e em especial determinados aminoácidos que ajudarão a liberar neurotransmissores cerebrais (melhorando o desinteresse sexual e pelas coisas da vida) e aumentar a massa muscular que se perde nessa fase da vida masculina.

Com relação aos homens, que já passaram também a se preocupar com a longevidade com um perfeito aspecto estético, o que nós Médicos, temos centrado diz respeito a Andropausa, que hoje pode ser tratada, devido as recentes descobertas médicas, podendo qualquer homem manter e, até mesmo, voltar a ter energia, força física e mental e sua vida sexual completamente normal. O objetivo Médico agora é fazer o homem sentir-se e até mesmo parecer mais jovem.

A medida que o homem envelhece os níveis da Testosterona (hormônio masculino), da Dehidroepiandrosterona (S-DHEA) e do Hormônio de Crescimento vão progressivamente diminuído. A Testosterona sofre uma queda em seus níveis sangüíneos a uma perda de cerca de 1% ao ano até chegar ao nível abaixo do limite inferior, ainda que dentro da faixa normal. A Andropausa ao contrário que ocorre com as mulheres, não traz o fim da fertilidade para o homem, porem passa haver uma redução dela devido a uma menor produção de espermatozóides. Também como nas mulheres, por volta dos 35-40 anos o homem também passa a ter uma maior predisposição para engordar e com a Andropausa essa tendência se agrava e esteticamente alguns homens passam também a apresentar perda de massa muscular, agora pela falta de atividade física e/ou exercícios e pela deficiência do hormônio masculino. O desejo sexual já não é mais o mesmo de antes, a qualidade da ereção do pênis torna-se insatisfatória, sua vida sexual passa também a refletir na sua disposição mental e para o trabalho. O déficit de Testosterona no cérebro leva-o a constantes episódios depressivos e sua vitalidade a cada dia se reduz.

A Andropausa pode e deve ser tratada e o homem que faz o tratamento volta a ter a energia, força física e mental e vida sexual completamente normal, pois principalmente quando os níveis hormonais são restabelecidos o homem melhora o humor, acaba a irritabilidade, a depressão e volta a sentir vontade de ser novamente produtivo no seu trabalho e na sociedade .

A dose de Testosterona a ser utilizada depende do quadro clínico de cada paciente, sendo importante também que se utilize de testosteronas que não sejam tóxicas ao fígado (ex. Mesterolona ou as de uso tópico em gel) e nem sofram o processo de aromatização (ex. Undecanoato de Testosterona). A Aromatização ocorre quando há elevação de uma enzima chamada Aromatase (presente principalmente no tecido gorduroso, especialmente aquele que se forma no abdomen do homem ao chegar a meia idade) e esta enzima começa fazer a transformação do hormônio masculino (Testosterona) em feminino (Estrógenos), responsáveis por uma série de sintomas e distúrbios no homem. Assim, muitas das vezes um homem está fazendo o uso de Testosterona (em uma forma química facilmente aromatizável) e os sintomas não melhoram, alem de começar apresentar ginecomastia (mamas), distribuição de gordura corporal mais do tipo feminina e outros sintomas. Por este motivo a TRH Masculina só deve ser feita por Médico-Especialista com grande experiência em hormônios.

Como no tratamento feminino, ao procurar o Médico, o paciente será submetido a exames laboratoriais para ser ter uma visão geral do organismo e ser um parâmetro de a quantas estão os hormônios sexuais, da hipófise, da tireóide e das supra-renais. Verifica-se, inclusive, se há baixa nos precursores dos hormônios, dosa-se os níveis da Testosterona Total e Livre e faz-se uma avaliação de antígeno prostático (PSA Livre, Total e Complexado) para depois começar a terapia hormonal. Entre 30 e 60 dias o paciente já sente e apresenta melhora significativa.

As contra-indicações de reposição hormonal são para os homens que apresentem o PSA alterado, hiperplasia benigna da próstata, câncer da próstata e pacientes com antecedentes de câncer prostático na família. Nesses casos todos as demais terapias do tratamento são aplicadas exceto a administração dos hormônios.

A participação da esposa ou companheira no tratamento e até mesmo detectar os primeiros sinais da Andropausa são essenciais. Em casais que estão juntos desde jovens muitas mulheres podem observar essas alterações com mais facilidade e até mesmo uma simples observação sem conteúdo sexual pode ser importante: - o cobertor. O homem quando jovem, pelos altos níveis de testosterona, queixa-se do frio da mulher(devido aos estrógenos - hormônio feminino) que ao dormir procura se utilizar de um cobertor ou uma coberta, enquanto o homem quer estar com o ar condicionado ligado. Na meia-idade, agora o que ocorre é o inverso. Se a mulher não estiver fazendo TRH, quem mais sente calor é ela e o homem vai dormir de meias e procura uma coberta para dormir, devido a maior sensibilidade ao frio decorrente do menor nível de testosterona e em parte pela elevação dos níveis de hormônios femininos (Estrona e Estradiol) pois quando pela ação da já citada Aromatase, esta começa fazer a transformação do hormônio masculino em femininos (Estrona e Estradiol). Em homens com mais de 55 anos o médico também deve solicitar a dosagem desses hormônios femininos no homem.

Durante o tratamento, em todos os pacientes em Terapia de Reposição Hormonal há um acompanhamento dos níveis hormonais e demais análises clínicas. É preciso ter controle inclusive das vitaminas e minerais para se chegar a um equilíbrio do organismo.





Meninos vamos ficar atentos pois homens também sofre com sérias doenças,então fica ai um recado pra todos voces!
Essa matéria foi enviada pela amiga Emilia de Minas que é enfermeira e entende muito do assunto!Obrigada Emilia beijos grandes!
Euselene