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segunda-feira, 16 de julho de 2012
Temperos que substituem o sal
O sal é um dos vilões mais temidos da atualidade, mas também é o menos combatido. Isso porque desde sempre nós nos acostumamos a comer tudo com uma bela pitada de sal. E se fosse só essa pitada, tudo bem! Mas, o que torna o sal um grande vilão é que ele é a principal fonte de sódio que consumimos, podendo causar aumento da pressão arterial levando a problemas mais sérios de saúde, como a hipertensão e sobrecarregar os rins.
Porém, manter o sal longe do prato ou pelo menos diminuir as quantidades dele nas receitas pode ser mais fácil do que você imagina. A substituição do mineral por outros temperos naturais dá novo gostinho às preparações e ainda por cima promove uma onda de boa saúde. "Os temperos naturais ou condimentos melhoram o sabor, aroma e aparência dos alimentos preparados", explica a nutricionista Maíra Malta, da Unesp. Por isso, confira abaixo alguns temperos que te ajudam a se manter longe do sal.
Alho e Cebola: Os acompanhamentos básicos de quase todos os nossos pratos fazem muito bem a nossa saúde. "O alho, por exemplo, contribui para a diminuição da pressão sanguínea e dos níveis de colesterol. Já a cebola inibe a ação de algumas bactérias e fungos prejudiciais ao nosso organismo e diminui os riscos de trombose e aterosclerose", diz a especialista. A duplinha também ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer, como o de pulmão, estômago, próstata e fígado.
Sálvia: Esta erva é usada como condimento e como planta medicinal por sua ação anti-inflamatória e por ser estimulante da digestão. "A sálvia é indicada nos casos de falta de apetite, edema, afecções da boca, afta, tosse e bronquite. Fica ótima com massas e aves", diz Maíra Malta. A sálvia pode ser usada tanto em pó como as folhas inteiras.
Manjericão: A erva já é amiga da cozinha há muito tempo. Você provavelmente já a usou diversas vezes e seu gostinho inconfundível é o toque que falta em molhos vermelhos, tortas, saladas ou no clássico molho pesto. "O manjericão, além de muito gostoso, é amigo do sistema cardiovascular e acalma os espasmos da digestão. Quando utilizado em grandes quantidades, é um ótimo fortificante e antigripal."
Alecrim: A planta confere um gostinho leve e especial quando usada na preparação de carnes vermelhas ou peixes. No arroz e em sopas é uma boa pedida também, perfumando o prato e a cozinha. "O alecrim faz bem porque combate o vírus da gripe e previne doenças dos rins, da retina e da catarata."
Salsa: A salsinha também já é famosa conhecida de quem cozinha. Seja ela desidratada ou em folhas frescas, confere aos pratos um sabor leve e agradável, além é claro, de também ser uma aliada do nosso organismo, pois, como ensina a nutricionista, a salsa combate doenças do coração e dos rins.
Pimentas: Não é só na Bahia que este condimento é popular. Há quem ame e quem não viva sem. Mas, o importante é saber que a pimenta é muito mais do que um sabor afrodisíaco. O sabor ardido é por causa da capsaicina, substância antioxidante de ação curativa. "Além de prevenir alguns tipos de câncer e de reduzir o colesterol ruim (LDL) do sangue, a pimenta também acelera o metabolismo e, por isso, auxilia no emagrecimento."
Coentro: Tantos as folhas como as sementes do coentro são ricas em ferro e vitamina C, alivia indigestão e tem poder calmante.
Estragão: Apesar de não ser muito conhecido, pode ser facilmente encontrado nas lojas de temperos ou até em supermercados. Suas folhinhas são parecidas com erva-doce. Experimentar estragão vai garantir um sabor novo, levemente adocicado, à comida, além de aliviar a cólica menstrual e auxiliar na digestHortelã e menta: Estas duas plantinhas são na verdade parte de um mesmo gênero, a Mentha. Os sabores são muito parecidos e, por isso, ambos caem muito bem como complemento de peixes, carnes e molhos. Além de refrescantes, a nutricionista Maíra Malta nos ensina que essas plantinhas são ótimas para a digestão e proporcionam alívio para crises de bronquite, cólica estomacal e intestinal, dores, gripes e tosses. Com o tempo seco, o temperinho cai muito bem.
Louro: Caldinhos de feijão, sopa de legumes e carnes recheadas ficam com um sabor todo especial quando acrescentamos duas ou três folhinhas de louro. "Além de perfumar, os chás das folhas de louro proporcionam alívio contra gases", ensina a nutricionista.
Orégano: Não é só na pizza que o orégano é bem-vindo. Muitas pessoas evitam o tempero por considerá-lo forte demais, por isso, o segredo é colocar apenas uma pitadinha, combinada outros ingredientes. As folhas de orégano fresco dão ainda mais aroma ao prato.
Tomilho: Esta erva é muito versátil porque pode ser usada em praticamente tudo na cozinha. Sem contar que é bom para aliviar distúrbios intestinais e prevenir inflamações. Além de muito saborosa, a plantinha é também muito bonita com suas folhas verdes em formato de coração e pequenas florzinhas. Por isso, além de usá-la como tempero, vale também investir na decoração do prato.
Açafrão: Está faltando uma corzinha no seu prato? Invista no açafrão. Além de proporcionar um sabor agradável, deixa o prato mais colorido, com tom amarelado. Muito usado na culinária Mediterrânea, o condimento tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatória que melhoram a digestão
Gengibre: Bom e velho conhecido dos japoneses, o gengibre com seu sabor picante e adocicado, pode ser usado tanto em doces como salgados, além de ser bom acompanhamento para sucos e sopas. "O gengibre tem propriedades que combatem a dor de cabeça, o enjoo e as náuseas. Por ser também um alimento termogênico, o gengibre aumenta a temperatura do corpo, obrigando o organismo a gastar mais energia", ensina a nutricionista da Unesp Maíra Malta.
Acelera o seu metabolismo no inverno
No inverno, nosso metabolismo acelera, pois precisa trabalhar mais para produzir mais energia e manter nosso corpo em uma temperatura estável. Porém, por conta do frio, o corpo reduz a quebra de gordura, o que dificulta a perda de peso, e além de tudo a fome aumenta, já que precisamos de mais energia. Porém, comendo os alimentos certos, é possível estimular o metabolismo e dar a ele a energia necessária para que funcione, sem ganhar peso!
Apesar da prática de atividade física ser o carro-chefe para acelerar o metabolismo e gastar energia, muitas pessoas desanimam dos exercícios em dias frios. Mas o metabolismo também pode ser estimulado de diversas formas, inclusive fazendo uma das melhores coisas da vida: comer! Siga os conselhos dos especialistas e estimule o seu metabolismo para acelerar os resultados da dieta.
Magnésio no cardápio
O magnésio é um mineral importante que participa de quase todas as ações metabólicas. "Cerca de 300 sistemas enzimáticos dependem da presença de magnésio", afirma a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional.
Uma alimentação deficiente em magnésio não só deixa o metabolismo mais lento, como também pode favorecer o acúmulo de gorduras e a má utilização das proteínas ingeridas.
Fontes de magnésio: castanhas, folhas verde-escuras, figo, beterraba, leite e derivados.
terça-feira, 13 de março de 2012
Como controlar a compulsão por doces!
Começar a fazer dieta quase sempre não é fácil. Só de ter que maneirar em alguns alimentos já vem o desânimo, principalmente quando o assunto são os doces.
Uma dieta equilibrada permite que você coma tudo o que quiser, mas sem nenhum exagero. E as besteirinhas, como doces e balas, são os maiores vilões quando a meta é não passar da conta.
De acordo com a nutricionista Roseli Lomele Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, pessoas que comem doces todos os dias acham que jamais conseguirão parar com o açúcar, estabelecendo uma espécie de dependência. "Muita gente acredita que não conseguirá manter uma dieta sem a sensação de relaxamento e bem-estar que as guloseimas proporcionam", afirma.
Mas, já que para tudo na vida dá-se um jeito, é possível se livrar dessa compulsão por açucarados. Siga as dicas da nutricionista e acabe já com esse mau hábito:
Faça um diário alimentar: "Muitas pessoas não se dão conta daquilo que comem", diz a nutricionista Roseli Rossi. Portanto, se você acha que está exagerado nos doces, que tal montar uma lista com tudo o que você come durante o dia e em quais horários? "Quando você vê o total ingerido em uma lista, percebe que pode haver muitos nutrientes faltando na dieta", completa a especialista. Se, ao fazer a lista, você notar que tem açúcar de sobra, corra atrás do prejuízo!
Pare definitivamente ou gradualmente: Isso não é uma regra. Algumas pessoas preferem ser radicais e excluir os doces da dieta por completo para, depois de superado o hábito, inseri-lo na rotina alimentar aos poucos novamente.
Outras preferem o caminho contrário: parar com os doces aos poucos. Segundo a nutricionista, existem casos em que a pessoa sofre de uma espécie de abstinência, ficando nervosa, enjoada ou com dores de cabeça se não comer doces. "Nessas situações, a forma gradual é melhor, pois a seleção de alimentos é naturalmente feita", aconselha.
Procure substituições inteligentes: É importante comer bem do café da manhã até a janta. A nutricionista conta que manter índice glicêmico em níveis normais diminui a vontade por doces. "Ter picos glicêmicos e depois o rebote, ou seja, ficar com o índice glicêmico muito baixo, aumenta a vontade de comer açúcares", diz.
Hoje, é possível incluir alimentos doces em sua dieta sem apelar para os bolos e tortas pouco saudáveis. Frutas frescas ou desidratadas, chocolate amargo combinado a uma fruta, leite com aveia, mel e canela, geleia light com torrada e cookies integrais são algumas opções que a nutricionista Roseli sugere. É sempre importante manter uma alimentação rica em fibras, pois elas aumentam a saciedade e estabilizam o índice glicêmico. De acordo com a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio Libanês, as barras de cereais são uma boa fonte de fibras e aumentam a saciedade. "Contudo, vale ressaltar que as barras cobertas com camada de chocolate devem ser evitadas já que são mais calóricas e ricas em gorduras", completa
Fuja do jejum: A fim de perder os quilinhos a mais ou driblar as calorias adquiridas pelos doces, muitos optam por pular refeições ou ficar horas em jejum. Essa é a maior das ciladas. Longos períodos em jejum fazem com que nosso índice glicêmico fique extremamente baixo, nos deixando com mais fome, principalmente por carboidratos e açúcares. "É necessário alimentos com mais qualidade e os doces em menor quantidade, em vez de se acabar no açúcar e depois pular refeições", explica a especialista. "Isso só trará malefícios à saúde do paciente".
Não substitua uma refeição por doces: Na mesma linha do jejum, algumas pessoas procuram comer menos no almoço ou no jantar para poder saborear uma sobremesa sem culpa. Essa orientação, porém, está totalmente errada. "Não posso deixar de comer proteína, arroz e feijão só para comer uma torta de morango depois", diz a nutricionista.
Roseli afirma que muitas pessoas fazem essa troca pensando em calorias, mas 100 calorias de arroz e feijão estão longe de ser equivalente a 100 calorias de bolo de chocolate, já que as respostas metabólicas são diferentes. "O aproveitamento de nutrientes que o seu corpo terá com o arroz e feijão é muito maior", esclarece.
Por isso, nada de saborear um doce prejudicando uma refeição saudável e equilibrada, que é tão importante para o seu rendimento físico e mental.
Elimine os doces da sua dispensa: Nada de passar vontade ou conviver com as tentações ao alcance da mão. Evite comprar doces e estocá-los nos armários, geladeiras, gavetas e até mesmo no trabalho. "Muitas vezes, a pessoa alega que compra doces para o filho ou outro membro da família, quando, na verdade, compra pra si", conta Roseli.
Portanto, é hora de tomar coragem e parar de comprar besteiras. É óbvio que nenhum alimento é proibido, mas o ideal é não comprar aos montes um alimento que você sabe ser inadequado, pois sempre pode surgir um momento de fraqueza. "O fato de possuirmos doces em casa aumenta a tentação em ingeri-los", diz a nutricionista Mônica, que afirma que o comportamento saudável deve começar na compra e perdurar no dia-a-dia.
Se a vontade for incontrolável... Prefira comer o docinho no período da tarde. Evite ao máximo os doces pela manhã, pois nosso corpo está se desintoxicando e ingerir muito açúcar nesse período dá mais trabalho para nosso metabolismo. Prefira o doce no lanche da tarde em vez de comê-lo na sobremesa, já que o seu organismo está satisfeito da refeição. Por isso, opte por horários entre 17h30 e 18h30.
Aproveitem as dicas e boa sorte meninas e meninos!
Bjs
Lene
Uma dieta equilibrada permite que você coma tudo o que quiser, mas sem nenhum exagero. E as besteirinhas, como doces e balas, são os maiores vilões quando a meta é não passar da conta.
De acordo com a nutricionista Roseli Lomele Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, pessoas que comem doces todos os dias acham que jamais conseguirão parar com o açúcar, estabelecendo uma espécie de dependência. "Muita gente acredita que não conseguirá manter uma dieta sem a sensação de relaxamento e bem-estar que as guloseimas proporcionam", afirma.
Mas, já que para tudo na vida dá-se um jeito, é possível se livrar dessa compulsão por açucarados. Siga as dicas da nutricionista e acabe já com esse mau hábito:
Faça um diário alimentar: "Muitas pessoas não se dão conta daquilo que comem", diz a nutricionista Roseli Rossi. Portanto, se você acha que está exagerado nos doces, que tal montar uma lista com tudo o que você come durante o dia e em quais horários? "Quando você vê o total ingerido em uma lista, percebe que pode haver muitos nutrientes faltando na dieta", completa a especialista. Se, ao fazer a lista, você notar que tem açúcar de sobra, corra atrás do prejuízo!
Pare definitivamente ou gradualmente: Isso não é uma regra. Algumas pessoas preferem ser radicais e excluir os doces da dieta por completo para, depois de superado o hábito, inseri-lo na rotina alimentar aos poucos novamente.
Outras preferem o caminho contrário: parar com os doces aos poucos. Segundo a nutricionista, existem casos em que a pessoa sofre de uma espécie de abstinência, ficando nervosa, enjoada ou com dores de cabeça se não comer doces. "Nessas situações, a forma gradual é melhor, pois a seleção de alimentos é naturalmente feita", aconselha.
Procure substituições inteligentes: É importante comer bem do café da manhã até a janta. A nutricionista conta que manter índice glicêmico em níveis normais diminui a vontade por doces. "Ter picos glicêmicos e depois o rebote, ou seja, ficar com o índice glicêmico muito baixo, aumenta a vontade de comer açúcares", diz.
Hoje, é possível incluir alimentos doces em sua dieta sem apelar para os bolos e tortas pouco saudáveis. Frutas frescas ou desidratadas, chocolate amargo combinado a uma fruta, leite com aveia, mel e canela, geleia light com torrada e cookies integrais são algumas opções que a nutricionista Roseli sugere. É sempre importante manter uma alimentação rica em fibras, pois elas aumentam a saciedade e estabilizam o índice glicêmico. De acordo com a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio Libanês, as barras de cereais são uma boa fonte de fibras e aumentam a saciedade. "Contudo, vale ressaltar que as barras cobertas com camada de chocolate devem ser evitadas já que são mais calóricas e ricas em gorduras", completa
Fuja do jejum: A fim de perder os quilinhos a mais ou driblar as calorias adquiridas pelos doces, muitos optam por pular refeições ou ficar horas em jejum. Essa é a maior das ciladas. Longos períodos em jejum fazem com que nosso índice glicêmico fique extremamente baixo, nos deixando com mais fome, principalmente por carboidratos e açúcares. "É necessário alimentos com mais qualidade e os doces em menor quantidade, em vez de se acabar no açúcar e depois pular refeições", explica a especialista. "Isso só trará malefícios à saúde do paciente".
Não substitua uma refeição por doces: Na mesma linha do jejum, algumas pessoas procuram comer menos no almoço ou no jantar para poder saborear uma sobremesa sem culpa. Essa orientação, porém, está totalmente errada. "Não posso deixar de comer proteína, arroz e feijão só para comer uma torta de morango depois", diz a nutricionista.
Roseli afirma que muitas pessoas fazem essa troca pensando em calorias, mas 100 calorias de arroz e feijão estão longe de ser equivalente a 100 calorias de bolo de chocolate, já que as respostas metabólicas são diferentes. "O aproveitamento de nutrientes que o seu corpo terá com o arroz e feijão é muito maior", esclarece.
Por isso, nada de saborear um doce prejudicando uma refeição saudável e equilibrada, que é tão importante para o seu rendimento físico e mental.
Elimine os doces da sua dispensa: Nada de passar vontade ou conviver com as tentações ao alcance da mão. Evite comprar doces e estocá-los nos armários, geladeiras, gavetas e até mesmo no trabalho. "Muitas vezes, a pessoa alega que compra doces para o filho ou outro membro da família, quando, na verdade, compra pra si", conta Roseli.
Portanto, é hora de tomar coragem e parar de comprar besteiras. É óbvio que nenhum alimento é proibido, mas o ideal é não comprar aos montes um alimento que você sabe ser inadequado, pois sempre pode surgir um momento de fraqueza. "O fato de possuirmos doces em casa aumenta a tentação em ingeri-los", diz a nutricionista Mônica, que afirma que o comportamento saudável deve começar na compra e perdurar no dia-a-dia.
Se a vontade for incontrolável... Prefira comer o docinho no período da tarde. Evite ao máximo os doces pela manhã, pois nosso corpo está se desintoxicando e ingerir muito açúcar nesse período dá mais trabalho para nosso metabolismo. Prefira o doce no lanche da tarde em vez de comê-lo na sobremesa, já que o seu organismo está satisfeito da refeição. Por isso, opte por horários entre 17h30 e 18h30.
Aproveitem as dicas e boa sorte meninas e meninos!
Bjs
Lene
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Alimentos que podem sabotar sua dieta na praia...
Na temporada de calor, passar o dia na praia com o pé na areia, literalmente, é a opção perfeita para muita gente que quer relaxar, se divertir e conquistar o bronze do verão. Mas junto com o cenário prazeroso, também estão comidinhas tentadoras, que são um perigo para quem está de olho no ponteiro da balança. Petiscos, com doses de gordura, e a típica cervejinha, assim como outras bebidas alcoólicas, podem colocar seu regime em risco e ainda causar problemas para sua saúde. "A maioria dos alimentos servidos na areia apresentam uma quantidade enorme de calorias e ainda aumentam o risco de intoxicação alimentar", explica a nutricionista Mariana Jacob, da Casa Movimento. A especialista dá dicas fundamentais para não deixar sua dieta perder o rumo no meio de tantas guloseimas.
Dieta na praia - Getty imagesAtenção com a turma das bebidas
Aproveitar a cervejinha gelada debaixo do guarda-sol parece ser a alternativa mais viável para matar a sede. Porém, o excesso de álcool pode colocar seu regime em risco e, de quebra, deixar o seu organismo fragilizado. "Estudos demonstram que o consumo de bebidas alcoólicas está ligado ao aumento do apetite antes das refeições e, associado à falta de exercícios e a uma alimentação desequilibrada , colabora para o acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal", explica a nutricionista.
De acordo com a nutricionista, outro perigo para o ganho de peso são os alimentos que acompanham a cervejinha ou a caipirinha, por exemplo. "O consumo de bebida alcoólica, geralmente é somado de petiscos bem calóricos, o que pode contribuir para quilos a mais, caso seja um comportamento frequente", diz.
Além disso, o álcool colabora para a desidratação do corpo, portanto sob o sol forte, crescem as chances de uma insolação. O ideal é intercalar o consumo de bebidas alcoólicas com muita água.
Mas, tomando os devidos cuidados, dá para apreciar a bebida alcoólica sem prejuízos para o seu corpo. "Quando a vontade aparecer, opte pelo consumo moderado, que não prejudica a dieta. Para mulheres, a quantidade permitida por dia é de 290ml (240 ml tem 101 kcal), ou seja, uma lata. Para os homens, são duas latinhas ou 580 ml", explica.
Alerta para as gorduras
Se o moço da batata ou do camarão fritos aparecer com ofertas imperdíveis, a melhor solução, de fato, é recusar e optar por uma alternativa mais leve. A dica da nutricionista é deixar as frituras de lado. "São alimentos calóricos, com maior quantidade de gordura em sua composição, o que os torna mais palatáveis, ou seja, com sabor mais atrativo, refletindo em um maior consumo e enganando quem está de dieta", explica. "Prefira os alimentos assados, grelhados ou cozidos."
Delícia perigosa Amendoim, castanha do caju e outros petiscos fazem um estrago danado, principalmente porque são consumidos em grandes quantidades. "Para se ter uma ideia, uma unidade de amendoim apresenta 5,1 calorias e, como o consumo desse tipo de alimento é sempre em excesso, o mais correto é evitá-lo", diz.
Alimentação especial para praia
Mas, como tantas restrições, qual a melhor opção para o consumo na beira d'água "O ideal é levar algo de casa, como biscoitos leves e integrais, barra de cereais, frutas e sanduíche natural (se você tiver como armazená-los de forma adequada). Na areia, também há opções mais saudáveis, como picolés de fruta, milho-verde cozido (sem manteiga!) e até mesmo sanduíches naturais. Mas, antes de saboreá-los, fique atento para as condições de preservação dos alimentos, para evitar uma intoxicação alimentar. Eles devem estar frescos e limpos."
Almoçar na praia ou no restaurante?
De acordo com a nutricionista, quem deseja perder peso, deve deixar a areia para fazer uma refeição completa que não ameace a dieta. "Almoçar em casa é sempre melhor, não ficamos tentados à grande variedade de preparações dos quiosques de praia", explica. "Porém, caso não seja possível, vale optar por alimentos cozidos, grelhados ou assados. Carnes, verduras e frutas devem entrar na alimentação. Também são opções que podem ser encontradas nos restaurantes beira-mar", diz.
Alimentos Quantidade Calorias
Amendoim torrado com sal 1 unidade 5,1
Batata frita 1 palito 19,0
Biscoito de polvilho salgado 1 unidade pequena 5,5
Calabresa frita 1 fatia 11,4
Camarão frito 1 unidade pequena 8,0
Caranguejo cozido 100 g 83,0
Castanha de caju 1 unidade 12,6
Queijo coalho 1 espeto 168,0
Empada de camarão 1 unidade pequena 228,0
Empada de camarão com requeijão 1 unidade pequena 302,0
Empada de frango 1 unidade pequena 241,0
Empada de frango com requeijão 1 unidade pequena 298,0
Empada de palmito 1 unidade pequena 224,0
Empada de palmito com requeijão 1 unidade pequena 281,0
Isca de peixe 1 pedaço 35,5
Lula à dorê 100 g 175
Milho verde 1 espiga 132,0
Pastel de carne 1 unidade grande 326
Pastel de queijo 1 unidade grande 358
Provolone à milanesa 1 cubo 42,8
Sobremesa gelada
Os sorvetes se tornam uma ameaça quando são acompanhados de caldas, biscoitos, chocolates, farofas, ainda mais se o consumo for diário, mas existem opções super-refrescantes que não oferecem risco. "A melhor alternativa é o sorvete de fruta, pois tem menos açúcar e calorias, especialmente se for feito em casa, totalmente natural", diz a nutricionista. "Outra dica é aumentar o consumo de sucos e frutas, hábitos que hidratam o corpo e ajudam a aliviar o calor."
Beijos
Lene
Dieta na praia - Getty imagesAtenção com a turma das bebidas
Aproveitar a cervejinha gelada debaixo do guarda-sol parece ser a alternativa mais viável para matar a sede. Porém, o excesso de álcool pode colocar seu regime em risco e, de quebra, deixar o seu organismo fragilizado. "Estudos demonstram que o consumo de bebidas alcoólicas está ligado ao aumento do apetite antes das refeições e, associado à falta de exercícios e a uma alimentação desequilibrada , colabora para o acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal", explica a nutricionista.
De acordo com a nutricionista, outro perigo para o ganho de peso são os alimentos que acompanham a cervejinha ou a caipirinha, por exemplo. "O consumo de bebida alcoólica, geralmente é somado de petiscos bem calóricos, o que pode contribuir para quilos a mais, caso seja um comportamento frequente", diz.
Além disso, o álcool colabora para a desidratação do corpo, portanto sob o sol forte, crescem as chances de uma insolação. O ideal é intercalar o consumo de bebidas alcoólicas com muita água.
Mas, tomando os devidos cuidados, dá para apreciar a bebida alcoólica sem prejuízos para o seu corpo. "Quando a vontade aparecer, opte pelo consumo moderado, que não prejudica a dieta. Para mulheres, a quantidade permitida por dia é de 290ml (240 ml tem 101 kcal), ou seja, uma lata. Para os homens, são duas latinhas ou 580 ml", explica.
Alerta para as gorduras
Se o moço da batata ou do camarão fritos aparecer com ofertas imperdíveis, a melhor solução, de fato, é recusar e optar por uma alternativa mais leve. A dica da nutricionista é deixar as frituras de lado. "São alimentos calóricos, com maior quantidade de gordura em sua composição, o que os torna mais palatáveis, ou seja, com sabor mais atrativo, refletindo em um maior consumo e enganando quem está de dieta", explica. "Prefira os alimentos assados, grelhados ou cozidos."
Delícia perigosa Amendoim, castanha do caju e outros petiscos fazem um estrago danado, principalmente porque são consumidos em grandes quantidades. "Para se ter uma ideia, uma unidade de amendoim apresenta 5,1 calorias e, como o consumo desse tipo de alimento é sempre em excesso, o mais correto é evitá-lo", diz.
Alimentação especial para praia
Mas, como tantas restrições, qual a melhor opção para o consumo na beira d'água "O ideal é levar algo de casa, como biscoitos leves e integrais, barra de cereais, frutas e sanduíche natural (se você tiver como armazená-los de forma adequada). Na areia, também há opções mais saudáveis, como picolés de fruta, milho-verde cozido (sem manteiga!) e até mesmo sanduíches naturais. Mas, antes de saboreá-los, fique atento para as condições de preservação dos alimentos, para evitar uma intoxicação alimentar. Eles devem estar frescos e limpos."
Almoçar na praia ou no restaurante?
De acordo com a nutricionista, quem deseja perder peso, deve deixar a areia para fazer uma refeição completa que não ameace a dieta. "Almoçar em casa é sempre melhor, não ficamos tentados à grande variedade de preparações dos quiosques de praia", explica. "Porém, caso não seja possível, vale optar por alimentos cozidos, grelhados ou assados. Carnes, verduras e frutas devem entrar na alimentação. Também são opções que podem ser encontradas nos restaurantes beira-mar", diz.
Alimentos Quantidade Calorias
Amendoim torrado com sal 1 unidade 5,1
Batata frita 1 palito 19,0
Biscoito de polvilho salgado 1 unidade pequena 5,5
Calabresa frita 1 fatia 11,4
Camarão frito 1 unidade pequena 8,0
Caranguejo cozido 100 g 83,0
Castanha de caju 1 unidade 12,6
Queijo coalho 1 espeto 168,0
Empada de camarão 1 unidade pequena 228,0
Empada de camarão com requeijão 1 unidade pequena 302,0
Empada de frango 1 unidade pequena 241,0
Empada de frango com requeijão 1 unidade pequena 298,0
Empada de palmito 1 unidade pequena 224,0
Empada de palmito com requeijão 1 unidade pequena 281,0
Isca de peixe 1 pedaço 35,5
Lula à dorê 100 g 175
Milho verde 1 espiga 132,0
Pastel de carne 1 unidade grande 326
Pastel de queijo 1 unidade grande 358
Provolone à milanesa 1 cubo 42,8
Sobremesa gelada
Os sorvetes se tornam uma ameaça quando são acompanhados de caldas, biscoitos, chocolates, farofas, ainda mais se o consumo for diário, mas existem opções super-refrescantes que não oferecem risco. "A melhor alternativa é o sorvete de fruta, pois tem menos açúcar e calorias, especialmente se for feito em casa, totalmente natural", diz a nutricionista. "Outra dica é aumentar o consumo de sucos e frutas, hábitos que hidratam o corpo e ajudam a aliviar o calor."
Beijos
Lene
Manter-se sáudavel comendo fora de casa...
Quem está acostumado a fazer as refeições fora de casa muitas vezes recorre às praças de alimentação dos shoppings como alternativa mais prática. Lá, não faltam opções, mas a regra da alimentação equilibrada e rica em nutrientes continua valendo quando o assunto é vida saudável. E não é difícil segui-la, mesmo diante de um universo de tentações.
Mas é necessário criar o hábito de fazer combinações nutritivas, balanceadas e evitar os perigos para a saúde, como as gorduras saturadas. Uma dica? Amplie a visão sem sair do trivial. Sabia, por exemplo, que dá para encontrar, pratos quentes e até frango num restaurante japonês, além dos peixes?
Lembrando que lanches não devem substituir as refeições. As comidas oferecidas nas lanchonetes geralmente contém uma grande quantidade de gorduras, sal e açúcares. Seu consumo esporádico não traz malefícios, mas diariamente não é recomendado, pois sabe-se que uma dieta com excesso de gordura traz aumento ao risco de doenças cardiovasculares, de hipertensão e diabetes.
A seguir, veja as medidas para não extrapolar no tamanho das porções e garantir uma refeição saudável.
Combinado No restaurante a quilo
Antes de montar o prato, verifique todas as opções do buffet e escolha os alimentos "mentalmente". "Desta forma, evitamos exageros ao ver tantas opções disponíveis", explica a nutricionista Carla Fiorillo. Outra dica é estar atento ao tamanho do prato que o restaurante dispõe: geralmente eles são maiores do que se tem em casa. A pessoa deve atentar-se ao seu apetite e ao tamanho das porções que costuma comer.
Comece a montar o prato pelas saladas, elas estão liberadas e devem ser consumidas à vontade. Se possível, monte um prato somente com a salada, e depois faça o prato quente, assim, haverá uma boa ingestão de vitaminas, minerais e fibras, todos esses essenciais para uma boa saúde. No prato quente, opte por cereais (arroz, milho, trigo). A versão integral dos grãos é rica em fibras. "Não esqueça do feijão, que tem vitaminas que complementam as vitaminas do arroz ou adicione outra leguminosa, como a soja, lentilha e grão de bico, ricas em fibras e proteínas de origem vegetal", recomenda Carla.
As fontes de proteínas (peixes, carnes, aves) devem ser grelhadas, assadas, cozidas ou ensopadas, evitando-se assim as frituras. Neste prato ainda cabe verduras e legumes refogados. De sobremesa, pode-se optar por frutas ou salada de frutas.
saladasEscolha do cardápio
A lógica na hora de fazer a melhor escolha é a mesma de um prato do restaurante por quilo: o importante é priorizar uma refeição que inclua cereais, leguminosas, hortaliças, frutas, leite e derivados, proteínas e gorduras saudáveis. Isso vale para todas as opções da praça de alimentação que vão da comida italiana à japonesa.
Neste tipo de estabelecimento, deve-se atentar aos "couverts" (pães, frios, conservas) que muitas vezes são opções calóricas e que não contém muitos nutrientes; se for para "enganar" a fome, deve-se dar preferência às saladas.
Prato executivo
O famosos PF (prato feito) executivo geralmente traz como opções alimentos fritos (bife à milanesa ou à parmegiana, batatas fritas, polenta frita, entre outros). Uma forma de deixá-lo mais saudáveis é trocar tais alimentos por opções grelhadas (no caso das carnes), por purê de batata ou batata assada, ou polenta cozida. Ao pedir um prato executivo, também é importante atentar-se à quantidade do mesmo; comer tudo que contém no prato nem sempre é necessário. "A pessoa deve comer devagar e prestar atenção aos sinais do corpo quando houve a saciedade",
Beijos Lene
Mas é necessário criar o hábito de fazer combinações nutritivas, balanceadas e evitar os perigos para a saúde, como as gorduras saturadas. Uma dica? Amplie a visão sem sair do trivial. Sabia, por exemplo, que dá para encontrar, pratos quentes e até frango num restaurante japonês, além dos peixes?
Lembrando que lanches não devem substituir as refeições. As comidas oferecidas nas lanchonetes geralmente contém uma grande quantidade de gorduras, sal e açúcares. Seu consumo esporádico não traz malefícios, mas diariamente não é recomendado, pois sabe-se que uma dieta com excesso de gordura traz aumento ao risco de doenças cardiovasculares, de hipertensão e diabetes.
A seguir, veja as medidas para não extrapolar no tamanho das porções e garantir uma refeição saudável.
Combinado No restaurante a quilo
Antes de montar o prato, verifique todas as opções do buffet e escolha os alimentos "mentalmente". "Desta forma, evitamos exageros ao ver tantas opções disponíveis", explica a nutricionista Carla Fiorillo. Outra dica é estar atento ao tamanho do prato que o restaurante dispõe: geralmente eles são maiores do que se tem em casa. A pessoa deve atentar-se ao seu apetite e ao tamanho das porções que costuma comer.
Comece a montar o prato pelas saladas, elas estão liberadas e devem ser consumidas à vontade. Se possível, monte um prato somente com a salada, e depois faça o prato quente, assim, haverá uma boa ingestão de vitaminas, minerais e fibras, todos esses essenciais para uma boa saúde. No prato quente, opte por cereais (arroz, milho, trigo). A versão integral dos grãos é rica em fibras. "Não esqueça do feijão, que tem vitaminas que complementam as vitaminas do arroz ou adicione outra leguminosa, como a soja, lentilha e grão de bico, ricas em fibras e proteínas de origem vegetal", recomenda Carla.
As fontes de proteínas (peixes, carnes, aves) devem ser grelhadas, assadas, cozidas ou ensopadas, evitando-se assim as frituras. Neste prato ainda cabe verduras e legumes refogados. De sobremesa, pode-se optar por frutas ou salada de frutas.
saladasEscolha do cardápio
A lógica na hora de fazer a melhor escolha é a mesma de um prato do restaurante por quilo: o importante é priorizar uma refeição que inclua cereais, leguminosas, hortaliças, frutas, leite e derivados, proteínas e gorduras saudáveis. Isso vale para todas as opções da praça de alimentação que vão da comida italiana à japonesa.
Neste tipo de estabelecimento, deve-se atentar aos "couverts" (pães, frios, conservas) que muitas vezes são opções calóricas e que não contém muitos nutrientes; se for para "enganar" a fome, deve-se dar preferência às saladas.
Prato executivo
O famosos PF (prato feito) executivo geralmente traz como opções alimentos fritos (bife à milanesa ou à parmegiana, batatas fritas, polenta frita, entre outros). Uma forma de deixá-lo mais saudáveis é trocar tais alimentos por opções grelhadas (no caso das carnes), por purê de batata ou batata assada, ou polenta cozida. Ao pedir um prato executivo, também é importante atentar-se à quantidade do mesmo; comer tudo que contém no prato nem sempre é necessário. "A pessoa deve comer devagar e prestar atenção aos sinais do corpo quando houve a saciedade",
Beijos Lene
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Aveia a juda a emagrecer e auxilia no intestino
Dentre os cereais, todos muito importantes para a dieta e a saúde, a aveia é o mais rico em fibras e o mais barato. Alguns de seus benefícios são prolongamento da sensação de saciedade, diminuição do colesterol ruim (LDL) e melhora no funcionamento do intestino. Além disso, está disponível em grande parte dos supermercados, tem um gosto agradável para a maioria dos paladares e possui versões em flocos, farelo e farinha, o que permite variar o consumo.
Para quem está em um processo de emagrecimento, a aveia é indicada porque possui digestão lenta. É por isso que seu consumo faz a saciedade durar e a fome demorar para chegar. Segundo a nutricionista Elisa Yaemiiam Jo, do Hospital São Luiz Maria, mais vale comer uma porção de aveia, um carboidrato complexo, que um pão francês, um carboidrato simples. "O pãozinho possui somente a farinha de trigo, que não é suficiente para saciar o organismo durante muito tempo. Já a aveia é cheia de fibras", explica.
São essas fibras, chamadas fibras solúveis, que ajudam a reduzir as taxas de colesterol ruim e, por consequência, protegem contra doenças cardiovasculares. Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) concluiu que esse efeito benéfico ocorre porque o cereal atrapalha fisicamente a absorção de vários tipos de gordura no intestino e, por isso, impede sua transformação em colesterol.
O fisiologista da Unifesp Renato Romani ressalta que a queda nos níveis de colesterol varia de pessoa para pessoa. Mas, segundo ele, 70% daqueles que ingerem aveia têm mais chances de conseguir tal diminuição. A probabilidade de sucesso é ainda maior para quem tem uma boa alimentação diária, faz exercícios físicos e controla o estresse.
As fibras que combatem o colesterol alto também são as responsáveis pelos impactos positivos da aveia na função intestinal. "É no intestino que os nutrientes necessários ao organismo são absorvidos e que aqueles que não servem para nada são eliminados", diz a especialista da Setha Consultora Nutricional, Selva Sierro. Mas, para possibilitar esse trabalho das fibras, é necessário beber bastante água.
Consumo
Romani aconselha ingerir aproximadamente 75 gramas de aveia por dia para que o organismo possa tirar o melhor proveito possível desse alimento. Para se ter uma ideia, uma colher de sopa cheia tem em média 20 g. Para saber quanto uma criança deve ingerir diariamente, some a idade dela ao número cinco. Se seu filho tem dois anos, por exemplo, deve consumir sete gramas todos os dias. "A ingestão deve começar a partir dos dois anos, salvo recomendação médica", orienta Selva.
As formas em que o cereal é encontrado são tão variadas quanto suas vantagens para a saúde. De acordo com Selva, o farelo é o mais nutritivo, seguido pelos flocos e, depois, pela farinha. "Mas as diferenças são mínimas, o importante é ter prazer nas refeições?.
Independente da versão, a aveia pode entrar em cena já no café da manhã. Acrescente duas colheres de sopa de aveia no leite, no iogurte ou sobre frutas, como mamão, banana e abacate. Ao longo do dia, é possível introduzir a aveia nas refeições sem que ela mude muito o sabor da comida. Uma boa pedida é usar a farinha de aveia no lugar da farinha de trigo nas receitas.
Receitas
O melhor de tudo é que a aveia vai muito além do mingau, podendo gerar diversos pratos deliciosos. Veja abaixo algumas sugestões:
- Bolinho grelhado de aveia e espinafre
- Pão de aveia e maçã
- Panqueca de aveia com geléia de frutas
- Quadradinhos de aveia
- Cookie de aveia
- Barrinha de frutas e aveias
- Farofa crocante de aveia
fonte minha vida
Beijos
Lene
Para quem está em um processo de emagrecimento, a aveia é indicada porque possui digestão lenta. É por isso que seu consumo faz a saciedade durar e a fome demorar para chegar. Segundo a nutricionista Elisa Yaemiiam Jo, do Hospital São Luiz Maria, mais vale comer uma porção de aveia, um carboidrato complexo, que um pão francês, um carboidrato simples. "O pãozinho possui somente a farinha de trigo, que não é suficiente para saciar o organismo durante muito tempo. Já a aveia é cheia de fibras", explica.
São essas fibras, chamadas fibras solúveis, que ajudam a reduzir as taxas de colesterol ruim e, por consequência, protegem contra doenças cardiovasculares. Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) concluiu que esse efeito benéfico ocorre porque o cereal atrapalha fisicamente a absorção de vários tipos de gordura no intestino e, por isso, impede sua transformação em colesterol.
O fisiologista da Unifesp Renato Romani ressalta que a queda nos níveis de colesterol varia de pessoa para pessoa. Mas, segundo ele, 70% daqueles que ingerem aveia têm mais chances de conseguir tal diminuição. A probabilidade de sucesso é ainda maior para quem tem uma boa alimentação diária, faz exercícios físicos e controla o estresse.
As fibras que combatem o colesterol alto também são as responsáveis pelos impactos positivos da aveia na função intestinal. "É no intestino que os nutrientes necessários ao organismo são absorvidos e que aqueles que não servem para nada são eliminados", diz a especialista da Setha Consultora Nutricional, Selva Sierro. Mas, para possibilitar esse trabalho das fibras, é necessário beber bastante água.
Consumo
Romani aconselha ingerir aproximadamente 75 gramas de aveia por dia para que o organismo possa tirar o melhor proveito possível desse alimento. Para se ter uma ideia, uma colher de sopa cheia tem em média 20 g. Para saber quanto uma criança deve ingerir diariamente, some a idade dela ao número cinco. Se seu filho tem dois anos, por exemplo, deve consumir sete gramas todos os dias. "A ingestão deve começar a partir dos dois anos, salvo recomendação médica", orienta Selva.
As formas em que o cereal é encontrado são tão variadas quanto suas vantagens para a saúde. De acordo com Selva, o farelo é o mais nutritivo, seguido pelos flocos e, depois, pela farinha. "Mas as diferenças são mínimas, o importante é ter prazer nas refeições?.
Independente da versão, a aveia pode entrar em cena já no café da manhã. Acrescente duas colheres de sopa de aveia no leite, no iogurte ou sobre frutas, como mamão, banana e abacate. Ao longo do dia, é possível introduzir a aveia nas refeições sem que ela mude muito o sabor da comida. Uma boa pedida é usar a farinha de aveia no lugar da farinha de trigo nas receitas.
Receitas
O melhor de tudo é que a aveia vai muito além do mingau, podendo gerar diversos pratos deliciosos. Veja abaixo algumas sugestões:
- Bolinho grelhado de aveia e espinafre
- Pão de aveia e maçã
- Panqueca de aveia com geléia de frutas
- Quadradinhos de aveia
- Cookie de aveia
- Barrinha de frutas e aveias
- Farofa crocante de aveia
fonte minha vida
Beijos
Lene
Morango auxilia no funcionamento do cérebro...
Estudos comprovam que o morango é um excelente aliado para a melhora da nossa função cognitiva, é o que diz uma publicação do Berry Health Symposium de 2009. É normal que conforme ficamos mais velhos, a nossa função cerebral diminua e por isso temos mais dificuldade de aprendizagem, lentidão na parte motora, perda de memória. Isso ocorre principalmente, pois as células inflamam e oxidam, é aí que o morango pode ajudar.
Além do aroma e sabor agradável, a fruta que é muito consumida nesta época, possui antioxidantes capazes de prevenir essa inflamação e oxidação das células, conseqüentemente melhorando nossa memória e função motora. Inclua esta fruta em sua dieta, além de deliciosa, é muito benéfica para sua saúde e cérebro!
fonte minha vida
Lene
Além do aroma e sabor agradável, a fruta que é muito consumida nesta época, possui antioxidantes capazes de prevenir essa inflamação e oxidação das células, conseqüentemente melhorando nossa memória e função motora. Inclua esta fruta em sua dieta, além de deliciosa, é muito benéfica para sua saúde e cérebro!
fonte minha vida
Lene
Peixe deixa o cérebro mais afiado.
Pesquisa publicada pelo American Journal of Nutrition investigou o padrão de consumo de peixe numa população de cerca de 15 mil idosos na China, Índia, Cuba, República Dominicana, Venezuela, México e Peru, e os resultados confirmam estudos anteriores realizados em países desenvolvidos: o consumo de peixe está associado a um menor risco de demência. Essa é a primeira vez que o efeito é demonstrado em países fora do eixo Europa e América do Norte, e também é a maior pesquisa realizada até o momento sobre esse assunto.
Mais de 24 milhões de indivíduos no mundo apresentam o diagnóstico de demência, sendo que suas causas mais comuns são a doença de Alzheimer e a doença cerebrovascular. Calcula-se que cerca de dois terços dos casos de demência encontram-se em países pobres e em desenvolvimento, porém esse é um problema que tem sido relativamente negligenciado nesses países. O atual estudo reforça a recomendação consensual de que se deve comer peixe pelo menos duas vezes por semana para prevenção de doenças cardiovasculares.
O grande responsável por esse efeito protetor do peixe é o ômega-3, um tipo de gordura com efeitos antioxidantes, antiinflamatórios, antiateroscleróticos e neuroprotetores. Sabemos também que há peixes especialmente ricos em ômega-3, como é o caso do atum, sardinha e salmão. Vale ressaltar que sardinha e atum em lata também vale! Pesquisadores da Escola Paulista da Medicina avaliaram as sardinhas em conserva disponíveis no nosso mercado e demonstraram um conteúdo de ômega-3 bem satisfatório. Diferentemente dos peixes em conserva, o peixe quando é frito perde o status de protetor do cérebro e do coração.
Quanto à carne vermelha, o presente estudo evidenciou que seu efeito foi o oposto do encontrado com o peixe: quanto maior o consumo, maior o risco de demência. Esses resultados são consistentes com outras pesquisas prévias. Além disso, recentemente foi demonstrado também que quem come menos carne vermelha vive mais. Calcula-se que 11-16 % das mortes poderia ser evitada se as pessoas comessem menos carne vermelha, e a redução do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares poderia chegar a 21%. As carnes vermelhas contêm grande quantidade de gordura saturada que por sua vez está associada ao aumento dos níveis de colesterol, da pressão arterial e do risco de câncer. As carnes vermelhas ainda possuem reconhecidos compostos carcinogênicos, que podem ser ainda mais concentrados nas carnes processadas
Não é o caso de radicalizar e recomendar que todo mundo pare de comer carne vermelha. Limitar o consumo de carnes vermelhas e processadas a menos de 10% das calorias diárias já é o suficiente. Nesse sentido, dietas com altos teores de carne vermelha como fonte de proteína (ex: dieta do Dr. Atkins ) não garantem bons resultados à saúde quando se pensa a longo prazo. Por outro lado, um peixinho 2 a 3 vezes por semana é um ótimo negócio à saúde.
Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) e dedica-se ao jornalismo científico em saúde. É também titular do Blog "ConsCiência no Dia-a-Dia" - www.consciencianodiaadia.com
fonte minha vida
Lene
Mais de 24 milhões de indivíduos no mundo apresentam o diagnóstico de demência, sendo que suas causas mais comuns são a doença de Alzheimer e a doença cerebrovascular. Calcula-se que cerca de dois terços dos casos de demência encontram-se em países pobres e em desenvolvimento, porém esse é um problema que tem sido relativamente negligenciado nesses países. O atual estudo reforça a recomendação consensual de que se deve comer peixe pelo menos duas vezes por semana para prevenção de doenças cardiovasculares.
O grande responsável por esse efeito protetor do peixe é o ômega-3, um tipo de gordura com efeitos antioxidantes, antiinflamatórios, antiateroscleróticos e neuroprotetores. Sabemos também que há peixes especialmente ricos em ômega-3, como é o caso do atum, sardinha e salmão. Vale ressaltar que sardinha e atum em lata também vale! Pesquisadores da Escola Paulista da Medicina avaliaram as sardinhas em conserva disponíveis no nosso mercado e demonstraram um conteúdo de ômega-3 bem satisfatório. Diferentemente dos peixes em conserva, o peixe quando é frito perde o status de protetor do cérebro e do coração.
Quanto à carne vermelha, o presente estudo evidenciou que seu efeito foi o oposto do encontrado com o peixe: quanto maior o consumo, maior o risco de demência. Esses resultados são consistentes com outras pesquisas prévias. Além disso, recentemente foi demonstrado também que quem come menos carne vermelha vive mais. Calcula-se que 11-16 % das mortes poderia ser evitada se as pessoas comessem menos carne vermelha, e a redução do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares poderia chegar a 21%. As carnes vermelhas contêm grande quantidade de gordura saturada que por sua vez está associada ao aumento dos níveis de colesterol, da pressão arterial e do risco de câncer. As carnes vermelhas ainda possuem reconhecidos compostos carcinogênicos, que podem ser ainda mais concentrados nas carnes processadas
Não é o caso de radicalizar e recomendar que todo mundo pare de comer carne vermelha. Limitar o consumo de carnes vermelhas e processadas a menos de 10% das calorias diárias já é o suficiente. Nesse sentido, dietas com altos teores de carne vermelha como fonte de proteína (ex: dieta do Dr. Atkins ) não garantem bons resultados à saúde quando se pensa a longo prazo. Por outro lado, um peixinho 2 a 3 vezes por semana é um ótimo negócio à saúde.
Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) e dedica-se ao jornalismo científico em saúde. É também titular do Blog "ConsCiência no Dia-a-Dia" - www.consciencianodiaadia.com
fonte minha vida
Lene
Exagerar no chocolate provoca bagunça no organismo...
Preto, branco, crocante, amargo, recheado, light ou diet. São camadas e camadas de chocolate que dão forma ao ovo mais saboroso do planeta: o ovo de Páscoa. Além disso, barras de chocolate, bombons e trufas encorpam a cesta da comemoração mais doce do ano.
O problema é que com tanta opção fica fácil passar do ponto na quantidade ingerida, e como todo excesso, o de chocolate também faz mal ao organismo. Segundo Pedro Saddi, médico endocrinologista e clínico geral da Universidade Federal de São Paulo, um dos maiores impactos é com relação ao ganho de peso.
"O chocolate é rico em açúcar e gorduras, concentrando muitas calorias. Quem come demais, e não queima a energia adquirida, vai engordar", afirma o especialista. Mas não é só isso.
O sistema digestivo também sofre com a comilança do chocolate. É que esse doce possui substâncias que podem provocar refluxo dos sucos gástricos, uma ação que acontece quando o conteúdo ácido do estômago retorna para o esôfago, provocando, ardor, queimação e mal-estar.
"A intensidade varia de pessoa para pessoa. Mas é preciso procurar um médico para analisar os prejuízos", explica o especialista.
Reações alérgicas
O chocolate pode desencadear alguns processos alérgicos quando consumido em excesso. A nutróloga, Daniela Hueb, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, explica que alguns estudos revelam que crianças chegam até a desenvolver uma rinite alérgica muitas vezes confundida com resfriado.
Outras reações comuns derivadas do alto consumo deste alimento são coceiras, irritação na pele com vermelhidão e bolhas, diarreia e até falta de sono.
A acne pode aparecer em pessoas que tem a pele oleosa ou com tendência maior para ter cravos e espinhas, se a ingestão de chocolate for grande. Outro desprazer são as crises de enxaqueca, que podem ser desencadeadas pelo consumo da guloseima.
Mas, segundo especialistas, não há estudo que comprove a relação do chocolate com dor de cabeça ou espinhas. Quem sofre desses males deve observar se a doença se agrava após a ingestão do alimento e maneirar no consumo.
Quanto posso comer sem passar mal?
De acordo com o endocrinologista Pedro Saddi, em geral, a quantidade de 100 gramas por dia de chocolate seria uma boa medida de consumo.
"Um quilo de chocolate tem cerca de cinco mil calorias, ou seja, é duas vezes e meia o montante de calorias que um homem adulto necessita consumir em um dia. Dessa forma, um pedaço pequeno já tem calorias consideráveis", diz ele.
Fiquem atentas meninas principalmente as chocólotras rsrs
Beijos
Lene
O problema é que com tanta opção fica fácil passar do ponto na quantidade ingerida, e como todo excesso, o de chocolate também faz mal ao organismo. Segundo Pedro Saddi, médico endocrinologista e clínico geral da Universidade Federal de São Paulo, um dos maiores impactos é com relação ao ganho de peso.
"O chocolate é rico em açúcar e gorduras, concentrando muitas calorias. Quem come demais, e não queima a energia adquirida, vai engordar", afirma o especialista. Mas não é só isso.
O sistema digestivo também sofre com a comilança do chocolate. É que esse doce possui substâncias que podem provocar refluxo dos sucos gástricos, uma ação que acontece quando o conteúdo ácido do estômago retorna para o esôfago, provocando, ardor, queimação e mal-estar.
"A intensidade varia de pessoa para pessoa. Mas é preciso procurar um médico para analisar os prejuízos", explica o especialista.
Reações alérgicas
O chocolate pode desencadear alguns processos alérgicos quando consumido em excesso. A nutróloga, Daniela Hueb, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, explica que alguns estudos revelam que crianças chegam até a desenvolver uma rinite alérgica muitas vezes confundida com resfriado.
Outras reações comuns derivadas do alto consumo deste alimento são coceiras, irritação na pele com vermelhidão e bolhas, diarreia e até falta de sono.
A acne pode aparecer em pessoas que tem a pele oleosa ou com tendência maior para ter cravos e espinhas, se a ingestão de chocolate for grande. Outro desprazer são as crises de enxaqueca, que podem ser desencadeadas pelo consumo da guloseima.
Mas, segundo especialistas, não há estudo que comprove a relação do chocolate com dor de cabeça ou espinhas. Quem sofre desses males deve observar se a doença se agrava após a ingestão do alimento e maneirar no consumo.
Quanto posso comer sem passar mal?
De acordo com o endocrinologista Pedro Saddi, em geral, a quantidade de 100 gramas por dia de chocolate seria uma boa medida de consumo.
"Um quilo de chocolate tem cerca de cinco mil calorias, ou seja, é duas vezes e meia o montante de calorias que um homem adulto necessita consumir em um dia. Dessa forma, um pedaço pequeno já tem calorias consideráveis", diz ele.
Fiquem atentas meninas principalmente as chocólotras rsrs
Beijos
Lene
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Entenda o poder do café da manhã
Entre o intervalo da última refeição e a primeira do dia seguinte, há um longo período em jejum. Mas, também nesta fase, houve a queima de glicose e de glicogênio: a reação ocorre para gerar energia e manter e as funções do organismo, como circulação, respiração e batimentos cardíacos. Ao acordar, os níveis dessas substâncias estão muito baixos e precisam ser repostos. Dessa maneira, você começa o dia com disposição e dispõe de um bom rendimento nas atividades cotidianas. O café da manhã tem essa importante função de repor a energia que foi gasta durante o sono. Além disso, estudos indicam que realizar o café da manhã ajuda no controle da ingestão alimentar durante o dia, auxiliando no controle do peso.
Alimentos
Os alimentos do café da manhã fornecem energia, principalmente os carboidratos encontrados nos pães, nas frutas e nas geléias. Além disso, leite e derivados (queijo e iogurte) fornecem proteínas e cálcio (nutriente importante para a saúde dos ossos). As fibras, que trazem saciedade e melhoram o funcionamento do intestino, também são encontradas nos alimentos que fazem parte dessa refeição.
Opções de alimentos
Ingerir os alimentos corretos na quantidade certa é importante para manter o equilíbrio nutricional e calórico da refeição, buscando saciedade e retardando a sensação de fome. Dessa maneira, optar pelos alimentos que apresentam menor teor calórico, mas que fornecem nutrientes adequados para uma boa refeição ajudará a manter a alimentação durante o dia sob controle, além de colaborar para que atinja ou mantenha o peso adequado.
Beijos
Lene
Alimentos
Os alimentos do café da manhã fornecem energia, principalmente os carboidratos encontrados nos pães, nas frutas e nas geléias. Além disso, leite e derivados (queijo e iogurte) fornecem proteínas e cálcio (nutriente importante para a saúde dos ossos). As fibras, que trazem saciedade e melhoram o funcionamento do intestino, também são encontradas nos alimentos que fazem parte dessa refeição.
Opções de alimentos
Ingerir os alimentos corretos na quantidade certa é importante para manter o equilíbrio nutricional e calórico da refeição, buscando saciedade e retardando a sensação de fome. Dessa maneira, optar pelos alimentos que apresentam menor teor calórico, mas que fornecem nutrientes adequados para uma boa refeição ajudará a manter a alimentação durante o dia sob controle, além de colaborar para que atinja ou mantenha o peso adequado.
Beijos
Lene
Conheça todos os beneficios das fibras
Bastante conhecidas por aqueles que sofrem com a constipação intestinal, as fibras devem fazer parte de qualquer cardápio que preze o equilíbrio alimentar. As fibras são uma parte dos carboidratos que não é digerida e absorvida pelo organismo , define a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella. Isso explica sua ação mais famosa: o regulamento do intestino. Por aumentarem o volume das fezes, aceleram sua eliminação.
E está muito enganado quem pensa que as vantagens das fibras ficam por aí. Suas fontes alimentares e seus benefícios variam de acordo com a classificação. Elas se dividem nos grupos solúveis e insolúveis.
As fibras solúveis, como o nome já sugere, absorvem água, transformando-se em uma espécie de gel capaz de eliminar as gorduras das artérias e evitar que elas sejam absorvidas pelo intestino, protegendo-o contra o câncer.
Outras funcionalidades desse tipo de fibra são o retardo na absorção dos carboidratos (o que dá uma forcinha extra para a sua dieta, ajudando a manter uma sensação de saciedade mais prolongada) e adiminuição das taxas de LDL (o colesterol maléfico à saúde). Farelo de aveia, cevada, leguminosas, frutas, legumes e verduras são boas opções para encontrar as fibras solúveis.
Enquanto isso, por não absorverem água, as fibras insolúveis entram em ação para regular o funcionamento do intestino. Ao incluir verduras, legumes, frutas e trigo, arroz e pães nas versões integrais, no cardápio, você garante que tal benefício faça parte do seu dia-a-dia.
Para a recomendação diária do nutriente na alimentação não existe distinção. Roberta afirma que 20 a 30 gramas de qualquer um dos tipos de fibras já garante o sucesso de suas ações.
Só não se esqueça de tomar bastante água. Sem ela, em vez de soltar o intestino, você vai entupir geral principalmente se o seu maior consumo for de fibras solúveis, que precisam absorver o líquido para inchar e serem eliminadas mais facilmente, mandando todas as toxinas do seu organismo cano abaixo. Portanto, aposte na parceria fibras e água para conquistar pele e barriga bem lisinhas, como você sempre sonhou.
Beijossss
Lene
E está muito enganado quem pensa que as vantagens das fibras ficam por aí. Suas fontes alimentares e seus benefícios variam de acordo com a classificação. Elas se dividem nos grupos solúveis e insolúveis.
As fibras solúveis, como o nome já sugere, absorvem água, transformando-se em uma espécie de gel capaz de eliminar as gorduras das artérias e evitar que elas sejam absorvidas pelo intestino, protegendo-o contra o câncer.
Outras funcionalidades desse tipo de fibra são o retardo na absorção dos carboidratos (o que dá uma forcinha extra para a sua dieta, ajudando a manter uma sensação de saciedade mais prolongada) e adiminuição das taxas de LDL (o colesterol maléfico à saúde). Farelo de aveia, cevada, leguminosas, frutas, legumes e verduras são boas opções para encontrar as fibras solúveis.
Enquanto isso, por não absorverem água, as fibras insolúveis entram em ação para regular o funcionamento do intestino. Ao incluir verduras, legumes, frutas e trigo, arroz e pães nas versões integrais, no cardápio, você garante que tal benefício faça parte do seu dia-a-dia.
Para a recomendação diária do nutriente na alimentação não existe distinção. Roberta afirma que 20 a 30 gramas de qualquer um dos tipos de fibras já garante o sucesso de suas ações.
Só não se esqueça de tomar bastante água. Sem ela, em vez de soltar o intestino, você vai entupir geral principalmente se o seu maior consumo for de fibras solúveis, que precisam absorver o líquido para inchar e serem eliminadas mais facilmente, mandando todas as toxinas do seu organismo cano abaixo. Portanto, aposte na parceria fibras e água para conquistar pele e barriga bem lisinhas, como você sempre sonhou.
Beijossss
Lene
Conheça os alimentos que melhoram o humor e disposição
Cada vez mais a ciência vem provando que a composição dos alimentos que você come pode afetar o funcionamento do seu cérebro modificando seu humor, incluindo o estado de alerta e até a percepção à dor.
O que há nos alimentos que conferem tais poderes? A habilidade de alterar a produção e liberação de neurotransmissores, mensageiros químicos que carregam informações de uma célula nervosa para outra. Vamos ver na prática como isso funciona.
1. Aumente seu estado de alerta com proteínas: alimentos ricos em proteínas, quando digeridos, se quebram em aminoácidos. Um aminoácido, conhecido como tirosina, pode aumentar a produção de dopamina e adrenalina que são neurotransmissores capazes de aumentar a energia e o estado de alerta.
Alimentos ricos em proteínas incluem peixes, carnes, aves e ovos. Se não for possível ingerir esses alimentos, tente alimentos ricos em proteínas que também contém quantidades significativas de carboidratos como legumes, queijos, leite ou tofu.
2. Para relaxar e diminuir o estresse, coma carboidratos: a ingestão de carboidratos leva ao aumento nos níveis de insulina que auxiliam na "limpeza" de aminoácidos do sangue, menos do triptofano.
Este aminoácido, uma vez no cérebro, aumenta a produção de serotonina que é um neurotransmissor capaz de reduzir a sensação de dor, diminuir o apetite, produzir sensação de calma e até induzir ao sono.
Dietas com baixo teor de carboidratos, por vários dias, podem fazer com que o humor fique mais depressivo. Alimentos saudáveis ricos em carboidratos incluem pães e biscoitos integrais, massa integral, arroz, cereais e frutas. Ah, e não vamos esquecer do chocolate.
3. Ácido fólico também é importante para o humor: deficiência de ácido fólico tem sido associada a depressão em alguns estudos, por levar a queda nos níveis de serotonina no cérebro. Quantidades pequenas como 200 microgramas já são suficientes para melhorar o humor e pode ser obtida numa xícara de chá de espinafre cozido ou um copo de suco de laranja.
4. Falta de selênio pode causar mau humor: especula-se que o selênio possa ter alguma função neurológica desconhecida, mas seu mecanismo de ação ainda é um mistério. Sabe-se que indivíduos que sofrem de carência de selênio são mais irritados, ansiosos e depressivos, e a suplementação normaliza o humor. Alimentos ricos em selênio são as oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas), atum, semente de girassol, cereais integrais.
5. Coloque ovos em sua dieta e melhore sua memória e concentração. A colina é uma vitamina do complexo B que está presente em alimentos ricos em colesterol como ovos e fígado. A falta deste componente pode causar comprometimentos da memória e da capacidade de concentração, pois é precursor do neurotransmissor acetilcolina. Não deixa de ser uma boa desculpa para incluir no seu plano alimentar, sem excessos, é claro.
6. Vitamina B6: também é um ingrediente necessário na produção de seretonina, portanto, alimentos ricos nessa vitamina podem auxiliar no bom humor. Alguns exemplos ricos em B6 e carboidratos são: bananas, batatas, uva passa, cereais integrais.
7. Cálcio: sabe-se que ajuda a reduzir irritabilidade e nervosismo em mulheres na TPM (tensão pré-mentrual). O ideal é ingeri-lo com regularidade, em torno de 1200mg por dia. Alimentos ricos em cálcio são leite, iogurte e queijos.
8. Camomila: já era usada desde 1800 para acalmar crises histéricas. Atualmente é usada também para diminuir a ansiedade. Devido a seu efeito anti ? espasmódico auxilia também no alívio de cólicas e problemas digestivos. Para potencializar o efeito calmante, adicione um pouco de mel, devido aos benefícios do carboidrato.
9. Magnésio: está envolvido também na regulação de serotonina e, portanto, no controle do humor. Alimentos ricos são cereais integrais e frutas secas.
Beijos aproveitem as dicas!
Lene
O que há nos alimentos que conferem tais poderes? A habilidade de alterar a produção e liberação de neurotransmissores, mensageiros químicos que carregam informações de uma célula nervosa para outra. Vamos ver na prática como isso funciona.
1. Aumente seu estado de alerta com proteínas: alimentos ricos em proteínas, quando digeridos, se quebram em aminoácidos. Um aminoácido, conhecido como tirosina, pode aumentar a produção de dopamina e adrenalina que são neurotransmissores capazes de aumentar a energia e o estado de alerta.
Alimentos ricos em proteínas incluem peixes, carnes, aves e ovos. Se não for possível ingerir esses alimentos, tente alimentos ricos em proteínas que também contém quantidades significativas de carboidratos como legumes, queijos, leite ou tofu.
2. Para relaxar e diminuir o estresse, coma carboidratos: a ingestão de carboidratos leva ao aumento nos níveis de insulina que auxiliam na "limpeza" de aminoácidos do sangue, menos do triptofano.
Este aminoácido, uma vez no cérebro, aumenta a produção de serotonina que é um neurotransmissor capaz de reduzir a sensação de dor, diminuir o apetite, produzir sensação de calma e até induzir ao sono.
Dietas com baixo teor de carboidratos, por vários dias, podem fazer com que o humor fique mais depressivo. Alimentos saudáveis ricos em carboidratos incluem pães e biscoitos integrais, massa integral, arroz, cereais e frutas. Ah, e não vamos esquecer do chocolate.
3. Ácido fólico também é importante para o humor: deficiência de ácido fólico tem sido associada a depressão em alguns estudos, por levar a queda nos níveis de serotonina no cérebro. Quantidades pequenas como 200 microgramas já são suficientes para melhorar o humor e pode ser obtida numa xícara de chá de espinafre cozido ou um copo de suco de laranja.
4. Falta de selênio pode causar mau humor: especula-se que o selênio possa ter alguma função neurológica desconhecida, mas seu mecanismo de ação ainda é um mistério. Sabe-se que indivíduos que sofrem de carência de selênio são mais irritados, ansiosos e depressivos, e a suplementação normaliza o humor. Alimentos ricos em selênio são as oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas), atum, semente de girassol, cereais integrais.
5. Coloque ovos em sua dieta e melhore sua memória e concentração. A colina é uma vitamina do complexo B que está presente em alimentos ricos em colesterol como ovos e fígado. A falta deste componente pode causar comprometimentos da memória e da capacidade de concentração, pois é precursor do neurotransmissor acetilcolina. Não deixa de ser uma boa desculpa para incluir no seu plano alimentar, sem excessos, é claro.
6. Vitamina B6: também é um ingrediente necessário na produção de seretonina, portanto, alimentos ricos nessa vitamina podem auxiliar no bom humor. Alguns exemplos ricos em B6 e carboidratos são: bananas, batatas, uva passa, cereais integrais.
7. Cálcio: sabe-se que ajuda a reduzir irritabilidade e nervosismo em mulheres na TPM (tensão pré-mentrual). O ideal é ingeri-lo com regularidade, em torno de 1200mg por dia. Alimentos ricos em cálcio são leite, iogurte e queijos.
8. Camomila: já era usada desde 1800 para acalmar crises histéricas. Atualmente é usada também para diminuir a ansiedade. Devido a seu efeito anti ? espasmódico auxilia também no alívio de cólicas e problemas digestivos. Para potencializar o efeito calmante, adicione um pouco de mel, devido aos benefícios do carboidrato.
9. Magnésio: está envolvido também na regulação de serotonina e, portanto, no controle do humor. Alimentos ricos são cereais integrais e frutas secas.
Beijos aproveitem as dicas!
Lene
Em forma e com saúde atarvés de novos habitos alimentares.
Verificar o rótulo dos produtos e verificar a quantidade de calorias é um hábito saudável, mas infelizmente não é o suficiente para conseguir atingir e manter o peso ideal, se assim fosse, não veríamos tantas estratégias malucas de emagrecimento.
Para as funções básicas de nosso organismo, como respirar, fazer a digestão e realizar pequenas atividades físicas, necessitamos da energia liberada pelos alimentos. Como principal combustível, nosso corpo utiliza os carboidratos, que devem ser consumidos diariamente. Sua ausência, seja por jejum ou desequilíbrio alimentar, acarreta diversos problemas para nosso organismo, como perda de massa muscular, insônia, irritabilidade e mau humor, entre outros sintomas.
Dietas muito restritivas e desequilibradas fazem com que seu metabolismo fique lento, causam desequilíbrios hormonais e não funcionam em longo prazo. Como conseqüência disso, o que acontece? O efeito sanfona.
Desenvolver um equilíbrio metabólico, permitir que nossos hormônios fiquem em níveis considerados bons e manter um estado nutricional adequado, assim como um peso saudável devem ser vistos como desafios. A batalha para atingir estes objetivos deve ser travada diariamente e não apenas contando e cortando calorias.
Ao nos alimentarmos, precisamos equilibrar o consumo de carboidratos, gorduras e proteínas, pois ao envelhecermos a tendência é que percamos mais massa muscular, bem como a maior lentidão do metabolismo e consequentemente engordarmos. Com uma alimentação equilibrada, podemos driblar esses problemas, nos tornando mais saudáveis.
A luta é árdua, sem data para terminar, e a não correção dos hábitos alimentares, dos distúrbios metabólicos e de desequilíbrios hormonais, além de trazerem doenças farão com que você lute para sempre com a balança, e claro, continue contando calorias.
Um processo de restabelecimento clinico, nutricional e hormonal não se dá em um mês, aliás, não existe um tempo fixo determinado para este reequilíbrio metabólico. É preciso respeitar o organismo de cada um, suas particularidades, seu grau de desequilíbrio, estabelecendo metas reais e individuais, sem loucura e sem milagres.
Há quem consiga atingir seus objetivos rapidamente devido a sua tamanha motivação pessoal, dedicação aos tratamentos e à "real" mudança de comportamento. No entanto, se você não for esse indivíduo, não se desespere, pois emagrecimento rápido não é sinônimo de sucesso. Manter-se magro sim, e isso cada um vai alcançar a seu tempo. Não desista nunca de você e de sua saúde, seja bem vindo a esta nova etapa de sua vida, onde sua saúde está em primeiro lugar.
Beijos
Lene
Para as funções básicas de nosso organismo, como respirar, fazer a digestão e realizar pequenas atividades físicas, necessitamos da energia liberada pelos alimentos. Como principal combustível, nosso corpo utiliza os carboidratos, que devem ser consumidos diariamente. Sua ausência, seja por jejum ou desequilíbrio alimentar, acarreta diversos problemas para nosso organismo, como perda de massa muscular, insônia, irritabilidade e mau humor, entre outros sintomas.
Dietas muito restritivas e desequilibradas fazem com que seu metabolismo fique lento, causam desequilíbrios hormonais e não funcionam em longo prazo. Como conseqüência disso, o que acontece? O efeito sanfona.
Desenvolver um equilíbrio metabólico, permitir que nossos hormônios fiquem em níveis considerados bons e manter um estado nutricional adequado, assim como um peso saudável devem ser vistos como desafios. A batalha para atingir estes objetivos deve ser travada diariamente e não apenas contando e cortando calorias.
Ao nos alimentarmos, precisamos equilibrar o consumo de carboidratos, gorduras e proteínas, pois ao envelhecermos a tendência é que percamos mais massa muscular, bem como a maior lentidão do metabolismo e consequentemente engordarmos. Com uma alimentação equilibrada, podemos driblar esses problemas, nos tornando mais saudáveis.
A luta é árdua, sem data para terminar, e a não correção dos hábitos alimentares, dos distúrbios metabólicos e de desequilíbrios hormonais, além de trazerem doenças farão com que você lute para sempre com a balança, e claro, continue contando calorias.
Um processo de restabelecimento clinico, nutricional e hormonal não se dá em um mês, aliás, não existe um tempo fixo determinado para este reequilíbrio metabólico. É preciso respeitar o organismo de cada um, suas particularidades, seu grau de desequilíbrio, estabelecendo metas reais e individuais, sem loucura e sem milagres.
Há quem consiga atingir seus objetivos rapidamente devido a sua tamanha motivação pessoal, dedicação aos tratamentos e à "real" mudança de comportamento. No entanto, se você não for esse indivíduo, não se desespere, pois emagrecimento rápido não é sinônimo de sucesso. Manter-se magro sim, e isso cada um vai alcançar a seu tempo. Não desista nunca de você e de sua saúde, seja bem vindo a esta nova etapa de sua vida, onde sua saúde está em primeiro lugar.
Beijos
Lene
Emagrecimento saudável deve ser monitorado.
Os estudos recentes mais avançados na área de nutrição humana demonstram que um paciente equilibrado nutricionalmente tem muito menos chance de desenvolver doenças, e que suplementar vitaminas e minerais se torna imprescindível em alguns casos e situações, principalmente diante de um quadro alimentar desbalanceado, e que essas vitaminas e minerais ao serem prescritos por médicos após avaliação criteriosa, em dosagens corretas e de acordo com as carências nutricionais individuais conseguem de maneira totalmente eficaz mantê-lo no peso e em estado ótimo de saúde.
Hoje é possível alcançar um bom equilíbrio clínico e boa performance física e mental através de uma dieta nutricional bem elaborada, rica em substâncias como as vitaminas, anti-oxidantes, os oligoelementos , os minerais e os micro e macro nutrientes que participam e controlam ativamente todas as reações químicas e que são imprescindíveis para nos mantermos vivos e saudáveis.
Aliando o conhecimento da medicina "curativa" e da medicina dita "preventiva" utilizando os recursos terapêuticos que mantêm as pessoas saudáveis e joviais por mais tempo, reduzimos assim, os riscos e as incidências das chamadas doenças "inevitáveis" da velhice, e poderemos, num futuro muito próximo, estender de forma significativa a qualidade da vida humana, ao mesmo tempo em que simplesmente eliminaremos ou reduziremos a incidência de doenças.
Emagrecer, manter-se jovem, diminuir a ansiedade e controlar seu estresse só se faz com um trabalho clínico sério, pois primeiro é preciso descartar doenças ligadas a falta de energia e a compulsão alimentar entre outros. Também se faz com uma atividade física complementar e alimentação balanceada (aliás, é incrível o número de pessoas que ao fazer um programa de alimentação balanceada bem feito se surpreendem com a quantidade de comida. É preciso lembrar sempre que para emagrecer não é necessário se desnutrir)por isso desconfie dos tratamentos e das medicações milagrosas, elas só fazem você perder saúde e de bônus o indesejável efeito sanfona.
Beijos
Lene
Hoje é possível alcançar um bom equilíbrio clínico e boa performance física e mental através de uma dieta nutricional bem elaborada, rica em substâncias como as vitaminas, anti-oxidantes, os oligoelementos , os minerais e os micro e macro nutrientes que participam e controlam ativamente todas as reações químicas e que são imprescindíveis para nos mantermos vivos e saudáveis.
Aliando o conhecimento da medicina "curativa" e da medicina dita "preventiva" utilizando os recursos terapêuticos que mantêm as pessoas saudáveis e joviais por mais tempo, reduzimos assim, os riscos e as incidências das chamadas doenças "inevitáveis" da velhice, e poderemos, num futuro muito próximo, estender de forma significativa a qualidade da vida humana, ao mesmo tempo em que simplesmente eliminaremos ou reduziremos a incidência de doenças.
Emagrecer, manter-se jovem, diminuir a ansiedade e controlar seu estresse só se faz com um trabalho clínico sério, pois primeiro é preciso descartar doenças ligadas a falta de energia e a compulsão alimentar entre outros. Também se faz com uma atividade física complementar e alimentação balanceada (aliás, é incrível o número de pessoas que ao fazer um programa de alimentação balanceada bem feito se surpreendem com a quantidade de comida. É preciso lembrar sempre que para emagrecer não é necessário se desnutrir)por isso desconfie dos tratamentos e das medicações milagrosas, elas só fazem você perder saúde e de bônus o indesejável efeito sanfona.
Beijos
Lene
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Alimentos amigos da dieta,podem engordar se consumidos sem cuidado!
Alguns alimentos são conhecidos como amigos da alimentação saudável, e sempre são citados em cardápios de dieta, como a barrinhas de cereais, aveia, cereais matinais em geral e iogurte. Mas o consumo excessivo desses produtos também pode atrapalhar a perda de peso e fazer mal a saúde. É verdade que eles realmente são boas opções quando comprados e consumidos com cuidado e sem exagero, mas o que anda acontecendo é que as pessoas não se preocupam mais em ler as características dos alimentos que estão comendo nas embalagens. A reeducação alimentar não é apenas lembrar alimentos que podem ser consumidos, mas sim descobrir por si só como escolher as melhores opções nas estantes do supermercado.
Um bom exemplo é a barrinha de cereal. Comer uma delas é mais saudável do que atacar uma caixa de bombons do meio da tarde, mas elas também não devem ser consumidas como se não tivessem calorias. Veja alguns alimentos que muitos consideram saudáveis, mas que sofrem restrições.
Cereais matinais - Nem todos protegem o sistema cardiovascular, como se acredita. Você deve preferir os que contenham menos de cinco gramas de açúcar e ao menos 4/5 gramas de fibras por porção. Na dúvida, escolha produtos com o selo de aprovação da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). É uma garantia de estar comprando alimentos diferenciados, elaborados de acordo com padrões nacionais e internacionais.
Aveia - Ajuda a reduzir o colesterol e tem efeito benéfico ao organismo. Mas, a aveia que se compra ensacada, misturada com açúcar e conservantes, quase sempre apresenta excesso de calorias. Melhor adquirir a orgânica e preparar sua tigela em casa, acrescentando amêndoas e poucas frutas secas também orgânicas. Junte canela em pó para ficar mais saborosa.
Iogurte - Você já leu alguma vez em uma embalagem de iogurte industrializado quantas calorias ele contém? Escolher bem o iogurte que você está consumindo só trará benefícios ao seu corpo. Quase todos os iogurtes possuem bactérias pró-bióticas que melhoram o funcionamento de nosso intestino, mas não tomar cuidado com o iogurte pode ser uma fria. Ao comprar um iogurte, procure as versões com menos açúcares ou conservantes. E atenção para os acompanhamentos dos frozen iogurt. Você pode consumir mais calorias do que em uma refeição inteira se colocar caldas, chocolates e bolachas no seu pote de iogurte.
Barra de cereais - A maioria é rica em açúcar, e ela pode conter até 250 calorias se estiver cobertura de chocolate. Além de fibras, a maioria dessas barrinhas mais vendidas tem poucos nutrientes. Por 250 calorias você pode comer uma boa salada ou bolachas crackers enriquecidas com grãos, acompanhadas de certos tipos de queijo brancos. Melhor uma refeição bem feita do que a praticidade de uma barra mal escolhida.
Lembre-se: na hora de ter uma alimentação saudável é preciso ter cuidado e escolher bem mesmo aqueles produtos que podem fazer bem à saúde. No nosso próximo encontro, trarei novas dicas para você.
Super Saúde!
Beijos
Lene
minha vida bem estar.
Um bom exemplo é a barrinha de cereal. Comer uma delas é mais saudável do que atacar uma caixa de bombons do meio da tarde, mas elas também não devem ser consumidas como se não tivessem calorias. Veja alguns alimentos que muitos consideram saudáveis, mas que sofrem restrições.
Cereais matinais - Nem todos protegem o sistema cardiovascular, como se acredita. Você deve preferir os que contenham menos de cinco gramas de açúcar e ao menos 4/5 gramas de fibras por porção. Na dúvida, escolha produtos com o selo de aprovação da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). É uma garantia de estar comprando alimentos diferenciados, elaborados de acordo com padrões nacionais e internacionais.
Aveia - Ajuda a reduzir o colesterol e tem efeito benéfico ao organismo. Mas, a aveia que se compra ensacada, misturada com açúcar e conservantes, quase sempre apresenta excesso de calorias. Melhor adquirir a orgânica e preparar sua tigela em casa, acrescentando amêndoas e poucas frutas secas também orgânicas. Junte canela em pó para ficar mais saborosa.
Iogurte - Você já leu alguma vez em uma embalagem de iogurte industrializado quantas calorias ele contém? Escolher bem o iogurte que você está consumindo só trará benefícios ao seu corpo. Quase todos os iogurtes possuem bactérias pró-bióticas que melhoram o funcionamento de nosso intestino, mas não tomar cuidado com o iogurte pode ser uma fria. Ao comprar um iogurte, procure as versões com menos açúcares ou conservantes. E atenção para os acompanhamentos dos frozen iogurt. Você pode consumir mais calorias do que em uma refeição inteira se colocar caldas, chocolates e bolachas no seu pote de iogurte.
Barra de cereais - A maioria é rica em açúcar, e ela pode conter até 250 calorias se estiver cobertura de chocolate. Além de fibras, a maioria dessas barrinhas mais vendidas tem poucos nutrientes. Por 250 calorias você pode comer uma boa salada ou bolachas crackers enriquecidas com grãos, acompanhadas de certos tipos de queijo brancos. Melhor uma refeição bem feita do que a praticidade de uma barra mal escolhida.
Lembre-se: na hora de ter uma alimentação saudável é preciso ter cuidado e escolher bem mesmo aqueles produtos que podem fazer bem à saúde. No nosso próximo encontro, trarei novas dicas para você.
Super Saúde!
Beijos
Lene
minha vida bem estar.
Shakes secam musculos e não gorduras e nao podem substituir refeições.
Seguir um cardápio balanceado e manter a dieta não é tarefa fácil. Você precisa de tempo e disposição para preparar refeições leves, nutritivas e equilibradas, muitas vezes, isso não é possível em meio à correria do dia a dia. Às vezes mal sobra tempo de mastigar, certo?
É aí que a solução mais fácil aparece: para não ficar sem comer nada ou consumir alimentos calóricos, você substitui sua refeição por um copão de shake e acredita que conseguiu economizar calorias e suprir todas as necessidades nutricionais de que seu corpo precisa para manter-se saudável.
O problema é que a bebida prática e saborosa nem sempre possui a quantidade necessária de vitaminas e sais minerais presentes em uma refeição e trocar o almoço ou o jantar por ela pode deixar sua imunidade em baixa e causar doenças graves, como anemia e disfunções renais.
O shake é feito à base de leite e por isso carrega nutrientes importantes para o nosso organismo, porém, não apresenta todas as outras vitaminas e sais minerais que devem compor uma refeição balanceada, o que torna a substituição perigosa. O ideal é consumi-lo como complemento e não como refeição.
Raio X da bebida
Um teste divulgado em fevereiro deste ano, realizado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Proteste, contestou os benefícios do shakes para a saúde e para a dieta, quando seu uso é contínuo. Além de não possuir a quantidade ideal de nutrientes, a bebida apresenta desequilíbrio nas taxas de vitaminas e sais minerais que possui.
Entre os cinco produtos testados pela Proteste, nenhum apresentava equilíbrio nutricional suficiente. Os shakes testados foram Bio Slim, Diet Shake, Diet Way, Herbalife e In Natura.
Segundo a Proteste, três das cinco marcas analisadas (Diet Shake, Bio Slim e Diet Way), fornecem em seus produtos taxas excessivas de carboidratos e proteínas e gordura a menos do que deveriam, o que pode acarretar na perda de músculos (massa magra) e água em vez de gordura corporal, como prometem as embalagens e as tabelas nutricionais presentes nos rótulos destes produtos.
Sobre estes resultados, as nutricionistas da Nutrilatina, fabricante do Diet Shake, Daniela Tolari, da Herbalife, Lívia Venâncio e a assessoria de imprensa da Bio Slim, afirmam que estão dentro dos padrões estipulados pela Anvisa e pela OMS e que se de fato seus produtos oferecessem riscos à saúde, como sugere a Proteste, certamente não seriam liberados por estes órgãos e que é preciso saber quais critérios foram usados pela Proteste para se chegar a estes resultados, já que, segundo eles, os métodos da pesquisa não foram divulgados. As fabricantes do shake Diet Way e do In Natura não se pronunciaram.
Bomba de proteína
Segundo a Proteste, o consumo excessivo de proteína promovido pelos shakes, não deveria ultrapassar 10 a 15% do valor energético do produto, porém, em média, todas as marcas apresentam 32% de proteína.
A nutricionista da Unifesp, Eliana Cristina de Almeida explica que estes substitutos alimentares usados para emagrecer apresentam alto teor de proteínas exatamente para acelerar a perda de peso, porém, este excesso compromete o metabolismo sobrecarregando algumas funções importantes, como a renal e a hepática: "O excesso de proteínas compromete a ação dos rins e do fígado prejudicando a excreção de substâncias tóxicas e a oxigenação do sangue para manter o metablismo em dia", explica.
Gordura zero
Quanto a quantidade de gordura, a pesquisa da Proteste mostra que os níveis aparecem muito abaixo do normal em todas as marcas, comprometendo a absorção de vitaminas e a síntese de hormônios: "As vitaminas A, B, E e K só são completamente metabolizadas em conjunto com a ação das gorduras no organismo. Quando não ingerimos gordura suficiente para metabolizá-las, corremos o risco de desenvolver anemia e, em pessoas mais velhas, desnutrição", afirma a nutricionista da Unifesp.
Cadê as fibras?
Já com relação às fibras, para substituir uma grande refeição, os shakes deveriam ter cerca de 10 gramas por porção, segundo a Proteste, porém nenhum deles chega perto deste valor. "As fibras funcionam como uma vassoura que vai limpando todas as impurezas de nosso corpo, se deixamos de consumi-la por muito tempo, deixamos nosso organismo vulnerável a infecções", explica Eliana.
Carboidrato, sim!
Uma dieta saudável também precisa de carboidratos, cerca de 50 a 60%, de acordo com a Proteste, mas três dos shakes analisados, Diet Shake, Bio Slim e Herbalife, fornecem mais do que isso. "Ao contrário do que propõem, os shakes, ao fornecerem alto teor de carboidratos, provocam o acúmulo de gordura já que o nosso metabolismo não consegue processá-los de uma vez só, dificultando o emagrecimento", diz a nutricionista.
Valor calórico que não equivale a uma refeição
Além dos nutrientes necessários para alimentar uma pessoa, uma refeição saudável e equilibrada precisa ter teor calórico compatível com o metabolismo dela para suprir seu gasto calórico diário.
Segundo a Proteste, alguns shakes possuem valor energético baixo - de 190 kcal (Herbalife) a 230 kcal (Diet Shake) - já misturados com leite. Para a nutricionista da Unifesp, o baixo teor calórico faz com que a pessoa perca, a curto prazo, a disposição e o pique já que não tem energia suficiente para gastar, podendo sofrer enjoos e cansaço anormais.
Emagrecimento que não funciona
A nutricionista explica que este tipo de suplemento não promove a perda de gordura, e sim de músculos e água, comprometendo a saúde de quem os consome: "sem energia os músculos vão se desgastando e perdemos massa muscular e não gordura. O problema disso é que sem os músculos ficamos sem força para executar nossas atividades em especial, as esportivas", diz.
Exercícios x shakes
Uma pessoa que substitui suas refeições por shakes e mantém seu ritmo de treino gasta suas reservas de glicose do organismo, perde massa muscular e corre o perigo de ficar desnutrida ou ter uma crise glicêmica. "Se você gasta mais energia do que consome e não tem os nutrientes adequados, fica fraco e sem combustível, daí a baixa na taxa de glicose e os enjoos típicos de quadros de sobrecarga metabólica", afirma a especialista da Unifesp.
Versões leves e caseiras fazem a diferença
Segundo a nutricionista, as versões caseiras dos shakes são mais saudáveis, porém, mesmo assim eles não devem substituir refeições, mas atuar como complemento.
"Eles são mais saudáveis porque não têm os produtos químicos próprios da industrialização, mas nem por isso são completos o suficiente para substituir o almoço ou jantar. A escolha entre o industrializado e o caseiro vai depender da disponibilidade da pessoa de preparar algo, mas não se deve perder de foco o benefício apenas complementar destas bebidas.
Beijos a todos
Lene
É aí que a solução mais fácil aparece: para não ficar sem comer nada ou consumir alimentos calóricos, você substitui sua refeição por um copão de shake e acredita que conseguiu economizar calorias e suprir todas as necessidades nutricionais de que seu corpo precisa para manter-se saudável.
O problema é que a bebida prática e saborosa nem sempre possui a quantidade necessária de vitaminas e sais minerais presentes em uma refeição e trocar o almoço ou o jantar por ela pode deixar sua imunidade em baixa e causar doenças graves, como anemia e disfunções renais.
O shake é feito à base de leite e por isso carrega nutrientes importantes para o nosso organismo, porém, não apresenta todas as outras vitaminas e sais minerais que devem compor uma refeição balanceada, o que torna a substituição perigosa. O ideal é consumi-lo como complemento e não como refeição.
Raio X da bebida
Um teste divulgado em fevereiro deste ano, realizado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Proteste, contestou os benefícios do shakes para a saúde e para a dieta, quando seu uso é contínuo. Além de não possuir a quantidade ideal de nutrientes, a bebida apresenta desequilíbrio nas taxas de vitaminas e sais minerais que possui.
Entre os cinco produtos testados pela Proteste, nenhum apresentava equilíbrio nutricional suficiente. Os shakes testados foram Bio Slim, Diet Shake, Diet Way, Herbalife e In Natura.
Segundo a Proteste, três das cinco marcas analisadas (Diet Shake, Bio Slim e Diet Way), fornecem em seus produtos taxas excessivas de carboidratos e proteínas e gordura a menos do que deveriam, o que pode acarretar na perda de músculos (massa magra) e água em vez de gordura corporal, como prometem as embalagens e as tabelas nutricionais presentes nos rótulos destes produtos.
Sobre estes resultados, as nutricionistas da Nutrilatina, fabricante do Diet Shake, Daniela Tolari, da Herbalife, Lívia Venâncio e a assessoria de imprensa da Bio Slim, afirmam que estão dentro dos padrões estipulados pela Anvisa e pela OMS e que se de fato seus produtos oferecessem riscos à saúde, como sugere a Proteste, certamente não seriam liberados por estes órgãos e que é preciso saber quais critérios foram usados pela Proteste para se chegar a estes resultados, já que, segundo eles, os métodos da pesquisa não foram divulgados. As fabricantes do shake Diet Way e do In Natura não se pronunciaram.
Bomba de proteína
Segundo a Proteste, o consumo excessivo de proteína promovido pelos shakes, não deveria ultrapassar 10 a 15% do valor energético do produto, porém, em média, todas as marcas apresentam 32% de proteína.
A nutricionista da Unifesp, Eliana Cristina de Almeida explica que estes substitutos alimentares usados para emagrecer apresentam alto teor de proteínas exatamente para acelerar a perda de peso, porém, este excesso compromete o metabolismo sobrecarregando algumas funções importantes, como a renal e a hepática: "O excesso de proteínas compromete a ação dos rins e do fígado prejudicando a excreção de substâncias tóxicas e a oxigenação do sangue para manter o metablismo em dia", explica.
Gordura zero
Quanto a quantidade de gordura, a pesquisa da Proteste mostra que os níveis aparecem muito abaixo do normal em todas as marcas, comprometendo a absorção de vitaminas e a síntese de hormônios: "As vitaminas A, B, E e K só são completamente metabolizadas em conjunto com a ação das gorduras no organismo. Quando não ingerimos gordura suficiente para metabolizá-las, corremos o risco de desenvolver anemia e, em pessoas mais velhas, desnutrição", afirma a nutricionista da Unifesp.
Cadê as fibras?
Já com relação às fibras, para substituir uma grande refeição, os shakes deveriam ter cerca de 10 gramas por porção, segundo a Proteste, porém nenhum deles chega perto deste valor. "As fibras funcionam como uma vassoura que vai limpando todas as impurezas de nosso corpo, se deixamos de consumi-la por muito tempo, deixamos nosso organismo vulnerável a infecções", explica Eliana.
Carboidrato, sim!
Uma dieta saudável também precisa de carboidratos, cerca de 50 a 60%, de acordo com a Proteste, mas três dos shakes analisados, Diet Shake, Bio Slim e Herbalife, fornecem mais do que isso. "Ao contrário do que propõem, os shakes, ao fornecerem alto teor de carboidratos, provocam o acúmulo de gordura já que o nosso metabolismo não consegue processá-los de uma vez só, dificultando o emagrecimento", diz a nutricionista.
Valor calórico que não equivale a uma refeição
Além dos nutrientes necessários para alimentar uma pessoa, uma refeição saudável e equilibrada precisa ter teor calórico compatível com o metabolismo dela para suprir seu gasto calórico diário.
Segundo a Proteste, alguns shakes possuem valor energético baixo - de 190 kcal (Herbalife) a 230 kcal (Diet Shake) - já misturados com leite. Para a nutricionista da Unifesp, o baixo teor calórico faz com que a pessoa perca, a curto prazo, a disposição e o pique já que não tem energia suficiente para gastar, podendo sofrer enjoos e cansaço anormais.
Emagrecimento que não funciona
A nutricionista explica que este tipo de suplemento não promove a perda de gordura, e sim de músculos e água, comprometendo a saúde de quem os consome: "sem energia os músculos vão se desgastando e perdemos massa muscular e não gordura. O problema disso é que sem os músculos ficamos sem força para executar nossas atividades em especial, as esportivas", diz.
Exercícios x shakes
Uma pessoa que substitui suas refeições por shakes e mantém seu ritmo de treino gasta suas reservas de glicose do organismo, perde massa muscular e corre o perigo de ficar desnutrida ou ter uma crise glicêmica. "Se você gasta mais energia do que consome e não tem os nutrientes adequados, fica fraco e sem combustível, daí a baixa na taxa de glicose e os enjoos típicos de quadros de sobrecarga metabólica", afirma a especialista da Unifesp.
Versões leves e caseiras fazem a diferença
Segundo a nutricionista, as versões caseiras dos shakes são mais saudáveis, porém, mesmo assim eles não devem substituir refeições, mas atuar como complemento.
"Eles são mais saudáveis porque não têm os produtos químicos próprios da industrialização, mas nem por isso são completos o suficiente para substituir o almoço ou jantar. A escolha entre o industrializado e o caseiro vai depender da disponibilidade da pessoa de preparar algo, mas não se deve perder de foco o benefício apenas complementar destas bebidas.
Beijos a todos
Lene
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Seja saudável mesmo comendo fora de casa todos os dias!
Quem está acostumado a fazer as refeições fora de casa muitas vezes recorre às praças de alimentação dos shoppings como alternativa mais prática. Lá, não faltam opções, mas a regra da alimentação equilibrada e rica em nutrientes continua valendo quando o assunto é vida saudável. E não é difícil segui-la, mesmo diante de um universo de tentações.
Mas é necessário criar o hábito de fazer combinações nutritivas, balanceadas e evitar os perigos para a saúde, como as gorduras saturadas. Uma dica? Amplie a visão sem sair do trivial. Sabia, por exemplo, que dá para encontrar, pratos quentes e até frango num restaurante japonês, além dos peixes?
Lembrando que lanches não devem substituir as refeições. As comidas oferecidas nas lanchonetes geralmente contém uma grande quantidade de gorduras, sal e açúcares. Seu consumo esporádico não traz malefícios, mas diariamente não é recomendado, pois sabe-se que uma dieta com excesso de gordura traz aumento ao risco de doenças cardiovasculares, de hipertensão e diabetes.
A seguir, veja as medidas para não extrapolar no tamanho das porções e garantir uma refeição saudável.
No restaurante a quilo
Antes de montar o prato, verifique todas as opções do buffet e escolha os alimentos "mentalmente". "Desta forma, evitamos exageros ao ver tantas opções disponíveis", explica a nutricionista Carla Fiorillo. Outra dica é estar atento ao tamanho do prato que o restaurante dispõe: geralmente eles são maiores do que se tem em casa. A pessoa deve atentar-se ao seu apetite e ao tamanho das porções que costuma comer.
Comece a montar o prato pelas saladas, elas estão liberadas e devem ser consumidas à vontade. Se possível, monte um prato somente com a salada, e depois faça o prato quente, assim, haverá uma boa ingestão de vitaminas, minerais e fibras, todos esses essenciais para uma boa saúde. No prato quente, opte por cereais (arroz, milho, trigo). A versão integral dos grãos é rica em fibras. "Não esqueça do feijão, que tem vitaminas que complementam as vitaminas do arroz ou adicione outra leguminosa, como a soja, lentilha e grão de bico, ricas em fibras e proteínas de origem vegetal.
As fontes de proteínas (peixes, carnes, aves) devem ser grelhadas, assadas, cozidas ou ensopadas, evitando-se assim as frituras. Neste prato ainda cabe verduras e legumes refogados. De sobremesa, pode-se optar por frutas ou salada de frutas.
Escolha do cardápio
A lógica na hora de fazer a melhor escolha é a mesma de um prato do restaurante por quilo: o importante é priorizar uma refeição que inclua cereais, leguminosas, hortaliças, frutas, leite e derivados, proteínas e gorduras saudáveis. Isso vale para todas as opções da praça de alimentação que vão da comida italiana à japonesa.
Neste tipo de estabelecimento, deve-se atentar aos "couverts" (pães, frios, conservas) que muitas vezes são opções calóricas e que não contém muitos nutrientes; se for para "enganar" a fome, deve-se dar preferência às saladas
Prato executivo
O famosos PF (prato feito) executivo geralmente traz como opções alimentos fritos (bife à milanesa ou à parmegiana, batatas fritas, polenta frita, entre outros). Uma forma de deixá-lo mais saudáveis é trocar tais alimentos por opções grelhadas (no caso das carnes), por purê de batata ou batata assada, ou polenta cozida. Ao pedir um prato executivo, também é importante atentar-se à quantidade do mesmo; comer tudo que contém no prato nem sempre é necessário. "A pessoa deve comer devagar e prestar atenção aos sinais do corpo quando houve a saciedade".
Fiquem atentos e aproveitem as dicas!
Beijos
Lene
vale a penas comer fora de casa desde que tomemos cuidado rsrs
Mas é necessário criar o hábito de fazer combinações nutritivas, balanceadas e evitar os perigos para a saúde, como as gorduras saturadas. Uma dica? Amplie a visão sem sair do trivial. Sabia, por exemplo, que dá para encontrar, pratos quentes e até frango num restaurante japonês, além dos peixes?
Lembrando que lanches não devem substituir as refeições. As comidas oferecidas nas lanchonetes geralmente contém uma grande quantidade de gorduras, sal e açúcares. Seu consumo esporádico não traz malefícios, mas diariamente não é recomendado, pois sabe-se que uma dieta com excesso de gordura traz aumento ao risco de doenças cardiovasculares, de hipertensão e diabetes.
A seguir, veja as medidas para não extrapolar no tamanho das porções e garantir uma refeição saudável.
No restaurante a quilo
Antes de montar o prato, verifique todas as opções do buffet e escolha os alimentos "mentalmente". "Desta forma, evitamos exageros ao ver tantas opções disponíveis", explica a nutricionista Carla Fiorillo. Outra dica é estar atento ao tamanho do prato que o restaurante dispõe: geralmente eles são maiores do que se tem em casa. A pessoa deve atentar-se ao seu apetite e ao tamanho das porções que costuma comer.
Comece a montar o prato pelas saladas, elas estão liberadas e devem ser consumidas à vontade. Se possível, monte um prato somente com a salada, e depois faça o prato quente, assim, haverá uma boa ingestão de vitaminas, minerais e fibras, todos esses essenciais para uma boa saúde. No prato quente, opte por cereais (arroz, milho, trigo). A versão integral dos grãos é rica em fibras. "Não esqueça do feijão, que tem vitaminas que complementam as vitaminas do arroz ou adicione outra leguminosa, como a soja, lentilha e grão de bico, ricas em fibras e proteínas de origem vegetal.
As fontes de proteínas (peixes, carnes, aves) devem ser grelhadas, assadas, cozidas ou ensopadas, evitando-se assim as frituras. Neste prato ainda cabe verduras e legumes refogados. De sobremesa, pode-se optar por frutas ou salada de frutas.
Escolha do cardápio
A lógica na hora de fazer a melhor escolha é a mesma de um prato do restaurante por quilo: o importante é priorizar uma refeição que inclua cereais, leguminosas, hortaliças, frutas, leite e derivados, proteínas e gorduras saudáveis. Isso vale para todas as opções da praça de alimentação que vão da comida italiana à japonesa.
Neste tipo de estabelecimento, deve-se atentar aos "couverts" (pães, frios, conservas) que muitas vezes são opções calóricas e que não contém muitos nutrientes; se for para "enganar" a fome, deve-se dar preferência às saladas
Prato executivo
O famosos PF (prato feito) executivo geralmente traz como opções alimentos fritos (bife à milanesa ou à parmegiana, batatas fritas, polenta frita, entre outros). Uma forma de deixá-lo mais saudáveis é trocar tais alimentos por opções grelhadas (no caso das carnes), por purê de batata ou batata assada, ou polenta cozida. Ao pedir um prato executivo, também é importante atentar-se à quantidade do mesmo; comer tudo que contém no prato nem sempre é necessário. "A pessoa deve comer devagar e prestar atenção aos sinais do corpo quando houve a saciedade".
Fiquem atentos e aproveitem as dicas!
Beijos
Lene
vale a penas comer fora de casa desde que tomemos cuidado rsrs
Jantar balanceado deixa seu metabolismo mais rápido?
Importância
O jantar é a refeição que irá fechar a alimentação do dia com chave de ouro. Ele irá fornecer os nutrientes que faltam para que eles sejam fornecidos na quantidade adequada. Dessa maneira, como todas as refeições do dia, o jantar não deve ser omitido. Essa refeição irá preparar o corpo para o período de sono. Por isso, o jantar deve fornecer energia e um volume alimentar adequado, evitando sobrecarregar o organismo e permitindo um sono tranqüilo.
Alimentos
Muitos mitos cercam o que comer no jantar. Mas o mito campeão é a afirmação de que não se deve comer carboidratos à noite. É importante lembrar que frutas e legumes são bons alimentos para essa refeição e eles têm como maior quantidade de nutrientes os carboidratos. Nas refeições principais, incluindo o jantar, nenhum nutriente deve ser priorizado. Carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais devem ser fornecidos adequadamente. Além disso, não é o carboidrato no jantar que fará com que haja o ganho de peso. O aumento de peso é decorrência de um excesso de calorias obtidas durante o dia, e não por causa do carboidrato consumido no período noturno.
Opções de alimentos
O maior cuidado que se deve ter ao fazer o jantar é ajustar o volume da refeição com o horário de se deitar. Por isso, deve-se fazer essa refeição, pelo menos, uma hora e meia antes de ir para a cama. Optar por alimentos menor quantidade de gorduras é o ideal. Assim, frituras e molhos à base de maionese e queijos devem ser evitados. Grelhados, verduras, legumes cozidos devem estar presentes no jantar. Até o arroz com feijão pode ser consumidos, adequando a quantidade à aceitação de cada pessoa.
Exemplo de jantar
- 3 colheres (sopa) cheias de feijão preto cozido (38,8 kcal / 1 ponto)
- 3 colheres (sopa) cheias de arroz branco cozido (91,5 kcal / 2 pontos)
- 2 colheres (sopa) cheias de couve refogada (12,6 Kcal / 0 ponto)
- 1 filé pequeno de carne bovina contra-filé grelhado (220 kcal / 7 pontos)
- 1 copo requeijão de limonada sem açúcar (17,6 kcal / 0 pontos)
- 1 unidade pequena de laranja (93,7 kcal / 1 ponto)
Total: 474,2 kcal / 11 pontos
Beijos em todos vocês!
Lene
O jantar é a refeição que irá fechar a alimentação do dia com chave de ouro. Ele irá fornecer os nutrientes que faltam para que eles sejam fornecidos na quantidade adequada. Dessa maneira, como todas as refeições do dia, o jantar não deve ser omitido. Essa refeição irá preparar o corpo para o período de sono. Por isso, o jantar deve fornecer energia e um volume alimentar adequado, evitando sobrecarregar o organismo e permitindo um sono tranqüilo.
Alimentos
Muitos mitos cercam o que comer no jantar. Mas o mito campeão é a afirmação de que não se deve comer carboidratos à noite. É importante lembrar que frutas e legumes são bons alimentos para essa refeição e eles têm como maior quantidade de nutrientes os carboidratos. Nas refeições principais, incluindo o jantar, nenhum nutriente deve ser priorizado. Carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais devem ser fornecidos adequadamente. Além disso, não é o carboidrato no jantar que fará com que haja o ganho de peso. O aumento de peso é decorrência de um excesso de calorias obtidas durante o dia, e não por causa do carboidrato consumido no período noturno.
Opções de alimentos
O maior cuidado que se deve ter ao fazer o jantar é ajustar o volume da refeição com o horário de se deitar. Por isso, deve-se fazer essa refeição, pelo menos, uma hora e meia antes de ir para a cama. Optar por alimentos menor quantidade de gorduras é o ideal. Assim, frituras e molhos à base de maionese e queijos devem ser evitados. Grelhados, verduras, legumes cozidos devem estar presentes no jantar. Até o arroz com feijão pode ser consumidos, adequando a quantidade à aceitação de cada pessoa.
Exemplo de jantar
- 3 colheres (sopa) cheias de feijão preto cozido (38,8 kcal / 1 ponto)
- 3 colheres (sopa) cheias de arroz branco cozido (91,5 kcal / 2 pontos)
- 2 colheres (sopa) cheias de couve refogada (12,6 Kcal / 0 ponto)
- 1 filé pequeno de carne bovina contra-filé grelhado (220 kcal / 7 pontos)
- 1 copo requeijão de limonada sem açúcar (17,6 kcal / 0 pontos)
- 1 unidade pequena de laranja (93,7 kcal / 1 ponto)
Total: 474,2 kcal / 11 pontos
Beijos em todos vocês!
Lene
Mito ou verdade sobre os carboidratos!
Mito
Batata frita apresenta colesterol.
Verdade
Vegetais fritos em óleos vegetais como, por exemplo, batata frita, não apresentam colesterol. O colesterol está presente em alimentos de origem animal. Carne, leite, queijos, bacon, embutidos, creme de leite são alguns alimentos que apresentam essa substância.
Mito
Para emagrecer é necessário reduzir a quantidade de alimentos ingeridos.
Verdade
O emagrecimento ocorre quando há uma redução da quantidade de energia ou calorias fornecida pela alimentação. O volume de alimentos ingeridos poderá ser mantido e, até mesmo, aumentado durante o processo de redução de peso. Alimentos muito calóricos apresentam baixo volume pois, normalmente, contêm baixa quantidade de água. Um exemplo para comparação: uma barrinha pequena de chocolate que contém 25 gramas apresenta 130 calorias. Para alcançar a mesma quantidade calórica de mamão papaya é necessário ingerir 370 gramas dessa fruta!
Mito
Ingerir líquidos com as refeições engorda.
Verdade
Ingerir uma bebida na refeição não irá fazer engordar. Em pequena quantidade, ou seja, um copo pequeno de 200 mL, o líquido irá ajudar na digestão já que ele irá umedecer os alimentos. Deve-se evitar uma quantidade muito elevada, pois a bebida irá diluir o suco gástrico e o que correrá será exatamente o inverso, ou seja, a digestão será prejudicada.
Mito
Existe um alimento que emagrece.
Verdade
Nenhum alimento tem o poder de emagrecer. Vira e mexe, ouvimos algo a respeito. Não tem segredo: para reduzir o peso é necessário reestruturar a alimentação, modificando os hábitos, gradativamente. Dar preferência aos alimentos com melhor qualidade nutricional e aumentando o nível de atividade física, o emagrecimento ocorrerá.
Verdade
Ingerir carboidratos à noite não engorda. Os carboidratos são os nutrientes que devem estar presentes em nossa alimentação em maior quantidade. Um erro é fazer uma alimentação muito restrita durante o dia e, à noite, fazer a compensação. Faça pequenas refeições de três em três horas e opte por uma variedade de alimentos. Evite fazer uma refeição em grande volume no final do dia, já que nesse período o metabolismo diminui devido à redução das atividades diárias e ao período de sono.
Beijos a todos e aproveitem as dicas!
Lene
Batata frita apresenta colesterol.
Verdade
Vegetais fritos em óleos vegetais como, por exemplo, batata frita, não apresentam colesterol. O colesterol está presente em alimentos de origem animal. Carne, leite, queijos, bacon, embutidos, creme de leite são alguns alimentos que apresentam essa substância.
Mito
Para emagrecer é necessário reduzir a quantidade de alimentos ingeridos.
Verdade
O emagrecimento ocorre quando há uma redução da quantidade de energia ou calorias fornecida pela alimentação. O volume de alimentos ingeridos poderá ser mantido e, até mesmo, aumentado durante o processo de redução de peso. Alimentos muito calóricos apresentam baixo volume pois, normalmente, contêm baixa quantidade de água. Um exemplo para comparação: uma barrinha pequena de chocolate que contém 25 gramas apresenta 130 calorias. Para alcançar a mesma quantidade calórica de mamão papaya é necessário ingerir 370 gramas dessa fruta!
Mito
Ingerir líquidos com as refeições engorda.
Verdade
Ingerir uma bebida na refeição não irá fazer engordar. Em pequena quantidade, ou seja, um copo pequeno de 200 mL, o líquido irá ajudar na digestão já que ele irá umedecer os alimentos. Deve-se evitar uma quantidade muito elevada, pois a bebida irá diluir o suco gástrico e o que correrá será exatamente o inverso, ou seja, a digestão será prejudicada.
Mito
Existe um alimento que emagrece.
Verdade
Nenhum alimento tem o poder de emagrecer. Vira e mexe, ouvimos algo a respeito. Não tem segredo: para reduzir o peso é necessário reestruturar a alimentação, modificando os hábitos, gradativamente. Dar preferência aos alimentos com melhor qualidade nutricional e aumentando o nível de atividade física, o emagrecimento ocorrerá.
Verdade
Ingerir carboidratos à noite não engorda. Os carboidratos são os nutrientes que devem estar presentes em nossa alimentação em maior quantidade. Um erro é fazer uma alimentação muito restrita durante o dia e, à noite, fazer a compensação. Faça pequenas refeições de três em três horas e opte por uma variedade de alimentos. Evite fazer uma refeição em grande volume no final do dia, já que nesse período o metabolismo diminui devido à redução das atividades diárias e ao período de sono.
Beijos a todos e aproveitem as dicas!
Lene
Dez atitudes que ajudam no emagrecimento!
Se você é daquelas pessoas que imaginam que emagrecer é uma simples questão de restrição de calorias está na hora de reavaliar as suas atitudes durante a dieta. Ter um novo pensamento, buscar novas ações e pensar que dieta é um período de mudanças que deve levar a uma alimentação adequada durante toda a vida é uma nova maneira de buscar, além do emagrecimento, uma melhor qualidade de vida.
Siga as dicas abaixo e mude a forma de fazer dieta:
1. Pense a longo prazo
Não importa a quantidade de peso que deseja emagrecer, você deve pensar em uma eliminação de peso gradual. Trabalhe com a perda de meio a um quilo por semana.
2. Tenha atitudes positivas
Pensamento positivo atrai atitudes corretas e estimulantes. Por isso, nada de desânimo ou de pensar que você não consegue ou que o mundo conspira contra o seu objetivo. Tudo na vida exige uma postura firme e determinação.
3. Foco na meta de peso
A sua atenção deve estar focada no objetivo de peso e não nos alimentos que você pode comer ou deve evitar. A boa escolha alimentar será consequência.
4. Fuja do estresse e da ansiedade
Corte o mal pela raiz. Nenhum alimento por mais doce que ele seja será capaz de dar o fim no estresse e na ansiedade. Quando perceber que irá descontar nos alimentos todo o peso da rotina do dia, desvie a sua atenção daquele alimento que faz a luz vermelha da dieta piscar. Assistir a um bom filme, caminhar pelo bairro, ler um livro, ouvir música colocam o pensamento bem longe da ali
5. Assuma a responsabilidade
Se você opta por dietas da moda ou altamente restritas, as chances de conseguir o que deseja e, principalmente, manter o peso, são mínimas. Assuma que a mudança na alimentação deve ser para a vida e não para a próxima festa ou encontro social. Não terceirize a vitória e o seu sucesso. Você somente irá conseguir se responsabilizando pelas suas atitudes.
6. Não se dê desculpas
Como resistir ao bombom ou ao doce que está na gaveta do escritório ou na despensa da cozinha? É quase impossível! Por isso, antes de plantar a sua própria armadilha, pense muito bem o porquê de deixar tão facilmente disponíveis esses alimentos tentadores. Você realmente quer emagrecer? Se sim, comece a oferecer esses alimentos para os seus amigos, livre-se deles. Evidentemente, você poderá comer um bombom, mas esporadicamente e não todos os dias
7. Se cair, levante
Pessoas magras também exageram na alimentação. Elas não ganham peso porque logo em seguida retomam uma alimentação equilibrada em calorias. Se você exagerar, não faça disso o estopim para jogar o seu objetivo para o alto! No momento seguinte, retome a dieta e não faça uma restrição exagerada por conta disso como, por exemplo, dietas desintoxicantes, à base de sucos ou de sopas
8. Prepare-se para experimentar
Em vez de pensar no que você não poderá comer, pense no que você poderá! Novos sabores, texturas e muitos novos alimentos que não fazem parte da sua rotina alimentar poderão ser provados. O seu paladar será estimulado, testado e você terá novos alimentos para variar as suas refeições.
9. Se informe
Quanto mais informações você tiver sobre alimentação saudável mais saberá diferenciar o que é correto ou não para o seu emagrecimento e para a sua saúde. Evite promessas de um rápido emagrecimento. Se a promessa é de eliminar mais do que 1 quilo por semana, cuidado! A sua saúde e autoestima estão em jogo.
10. Siga em frente
Mantenha sempre em mente as boas atitudes que não farão você desistir do seu objetivo final. Quanto mais certeza tiver de que está colhendo os resultados esperados, mais estimulado ficará para manter uma boa qualidade de vida e de peso por um longo período.
Beijos a todos aproveitem as dicas!
Lene
Siga as dicas abaixo e mude a forma de fazer dieta:
1. Pense a longo prazo
Não importa a quantidade de peso que deseja emagrecer, você deve pensar em uma eliminação de peso gradual. Trabalhe com a perda de meio a um quilo por semana.
2. Tenha atitudes positivas
Pensamento positivo atrai atitudes corretas e estimulantes. Por isso, nada de desânimo ou de pensar que você não consegue ou que o mundo conspira contra o seu objetivo. Tudo na vida exige uma postura firme e determinação.
3. Foco na meta de peso
A sua atenção deve estar focada no objetivo de peso e não nos alimentos que você pode comer ou deve evitar. A boa escolha alimentar será consequência.
4. Fuja do estresse e da ansiedade
Corte o mal pela raiz. Nenhum alimento por mais doce que ele seja será capaz de dar o fim no estresse e na ansiedade. Quando perceber que irá descontar nos alimentos todo o peso da rotina do dia, desvie a sua atenção daquele alimento que faz a luz vermelha da dieta piscar. Assistir a um bom filme, caminhar pelo bairro, ler um livro, ouvir música colocam o pensamento bem longe da ali
5. Assuma a responsabilidade
Se você opta por dietas da moda ou altamente restritas, as chances de conseguir o que deseja e, principalmente, manter o peso, são mínimas. Assuma que a mudança na alimentação deve ser para a vida e não para a próxima festa ou encontro social. Não terceirize a vitória e o seu sucesso. Você somente irá conseguir se responsabilizando pelas suas atitudes.
6. Não se dê desculpas
Como resistir ao bombom ou ao doce que está na gaveta do escritório ou na despensa da cozinha? É quase impossível! Por isso, antes de plantar a sua própria armadilha, pense muito bem o porquê de deixar tão facilmente disponíveis esses alimentos tentadores. Você realmente quer emagrecer? Se sim, comece a oferecer esses alimentos para os seus amigos, livre-se deles. Evidentemente, você poderá comer um bombom, mas esporadicamente e não todos os dias
7. Se cair, levante
Pessoas magras também exageram na alimentação. Elas não ganham peso porque logo em seguida retomam uma alimentação equilibrada em calorias. Se você exagerar, não faça disso o estopim para jogar o seu objetivo para o alto! No momento seguinte, retome a dieta e não faça uma restrição exagerada por conta disso como, por exemplo, dietas desintoxicantes, à base de sucos ou de sopas
8. Prepare-se para experimentar
Em vez de pensar no que você não poderá comer, pense no que você poderá! Novos sabores, texturas e muitos novos alimentos que não fazem parte da sua rotina alimentar poderão ser provados. O seu paladar será estimulado, testado e você terá novos alimentos para variar as suas refeições.
9. Se informe
Quanto mais informações você tiver sobre alimentação saudável mais saberá diferenciar o que é correto ou não para o seu emagrecimento e para a sua saúde. Evite promessas de um rápido emagrecimento. Se a promessa é de eliminar mais do que 1 quilo por semana, cuidado! A sua saúde e autoestima estão em jogo.
10. Siga em frente
Mantenha sempre em mente as boas atitudes que não farão você desistir do seu objetivo final. Quanto mais certeza tiver de que está colhendo os resultados esperados, mais estimulado ficará para manter uma boa qualidade de vida e de peso por um longo período.
Beijos a todos aproveitem as dicas!
Lene
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