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segunda-feira, 16 de julho de 2012
Temperos que substituem o sal
O sal é um dos vilões mais temidos da atualidade, mas também é o menos combatido. Isso porque desde sempre nós nos acostumamos a comer tudo com uma bela pitada de sal. E se fosse só essa pitada, tudo bem! Mas, o que torna o sal um grande vilão é que ele é a principal fonte de sódio que consumimos, podendo causar aumento da pressão arterial levando a problemas mais sérios de saúde, como a hipertensão e sobrecarregar os rins.
Porém, manter o sal longe do prato ou pelo menos diminuir as quantidades dele nas receitas pode ser mais fácil do que você imagina. A substituição do mineral por outros temperos naturais dá novo gostinho às preparações e ainda por cima promove uma onda de boa saúde. "Os temperos naturais ou condimentos melhoram o sabor, aroma e aparência dos alimentos preparados", explica a nutricionista Maíra Malta, da Unesp. Por isso, confira abaixo alguns temperos que te ajudam a se manter longe do sal.
Alho e Cebola: Os acompanhamentos básicos de quase todos os nossos pratos fazem muito bem a nossa saúde. "O alho, por exemplo, contribui para a diminuição da pressão sanguínea e dos níveis de colesterol. Já a cebola inibe a ação de algumas bactérias e fungos prejudiciais ao nosso organismo e diminui os riscos de trombose e aterosclerose", diz a especialista. A duplinha também ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer, como o de pulmão, estômago, próstata e fígado.
Sálvia: Esta erva é usada como condimento e como planta medicinal por sua ação anti-inflamatória e por ser estimulante da digestão. "A sálvia é indicada nos casos de falta de apetite, edema, afecções da boca, afta, tosse e bronquite. Fica ótima com massas e aves", diz Maíra Malta. A sálvia pode ser usada tanto em pó como as folhas inteiras.
Manjericão: A erva já é amiga da cozinha há muito tempo. Você provavelmente já a usou diversas vezes e seu gostinho inconfundível é o toque que falta em molhos vermelhos, tortas, saladas ou no clássico molho pesto. "O manjericão, além de muito gostoso, é amigo do sistema cardiovascular e acalma os espasmos da digestão. Quando utilizado em grandes quantidades, é um ótimo fortificante e antigripal."
Alecrim: A planta confere um gostinho leve e especial quando usada na preparação de carnes vermelhas ou peixes. No arroz e em sopas é uma boa pedida também, perfumando o prato e a cozinha. "O alecrim faz bem porque combate o vírus da gripe e previne doenças dos rins, da retina e da catarata."
Salsa: A salsinha também já é famosa conhecida de quem cozinha. Seja ela desidratada ou em folhas frescas, confere aos pratos um sabor leve e agradável, além é claro, de também ser uma aliada do nosso organismo, pois, como ensina a nutricionista, a salsa combate doenças do coração e dos rins.
Pimentas: Não é só na Bahia que este condimento é popular. Há quem ame e quem não viva sem. Mas, o importante é saber que a pimenta é muito mais do que um sabor afrodisíaco. O sabor ardido é por causa da capsaicina, substância antioxidante de ação curativa. "Além de prevenir alguns tipos de câncer e de reduzir o colesterol ruim (LDL) do sangue, a pimenta também acelera o metabolismo e, por isso, auxilia no emagrecimento."
Coentro: Tantos as folhas como as sementes do coentro são ricas em ferro e vitamina C, alivia indigestão e tem poder calmante.
Estragão: Apesar de não ser muito conhecido, pode ser facilmente encontrado nas lojas de temperos ou até em supermercados. Suas folhinhas são parecidas com erva-doce. Experimentar estragão vai garantir um sabor novo, levemente adocicado, à comida, além de aliviar a cólica menstrual e auxiliar na digestHortelã e menta: Estas duas plantinhas são na verdade parte de um mesmo gênero, a Mentha. Os sabores são muito parecidos e, por isso, ambos caem muito bem como complemento de peixes, carnes e molhos. Além de refrescantes, a nutricionista Maíra Malta nos ensina que essas plantinhas são ótimas para a digestão e proporcionam alívio para crises de bronquite, cólica estomacal e intestinal, dores, gripes e tosses. Com o tempo seco, o temperinho cai muito bem.
Louro: Caldinhos de feijão, sopa de legumes e carnes recheadas ficam com um sabor todo especial quando acrescentamos duas ou três folhinhas de louro. "Além de perfumar, os chás das folhas de louro proporcionam alívio contra gases", ensina a nutricionista.
Orégano: Não é só na pizza que o orégano é bem-vindo. Muitas pessoas evitam o tempero por considerá-lo forte demais, por isso, o segredo é colocar apenas uma pitadinha, combinada outros ingredientes. As folhas de orégano fresco dão ainda mais aroma ao prato.
Tomilho: Esta erva é muito versátil porque pode ser usada em praticamente tudo na cozinha. Sem contar que é bom para aliviar distúrbios intestinais e prevenir inflamações. Além de muito saborosa, a plantinha é também muito bonita com suas folhas verdes em formato de coração e pequenas florzinhas. Por isso, além de usá-la como tempero, vale também investir na decoração do prato.
Açafrão: Está faltando uma corzinha no seu prato? Invista no açafrão. Além de proporcionar um sabor agradável, deixa o prato mais colorido, com tom amarelado. Muito usado na culinária Mediterrânea, o condimento tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatória que melhoram a digestão
Gengibre: Bom e velho conhecido dos japoneses, o gengibre com seu sabor picante e adocicado, pode ser usado tanto em doces como salgados, além de ser bom acompanhamento para sucos e sopas. "O gengibre tem propriedades que combatem a dor de cabeça, o enjoo e as náuseas. Por ser também um alimento termogênico, o gengibre aumenta a temperatura do corpo, obrigando o organismo a gastar mais energia", ensina a nutricionista da Unesp Maíra Malta.
Acelera o seu metabolismo no inverno
No inverno, nosso metabolismo acelera, pois precisa trabalhar mais para produzir mais energia e manter nosso corpo em uma temperatura estável. Porém, por conta do frio, o corpo reduz a quebra de gordura, o que dificulta a perda de peso, e além de tudo a fome aumenta, já que precisamos de mais energia. Porém, comendo os alimentos certos, é possível estimular o metabolismo e dar a ele a energia necessária para que funcione, sem ganhar peso!
Apesar da prática de atividade física ser o carro-chefe para acelerar o metabolismo e gastar energia, muitas pessoas desanimam dos exercícios em dias frios. Mas o metabolismo também pode ser estimulado de diversas formas, inclusive fazendo uma das melhores coisas da vida: comer! Siga os conselhos dos especialistas e estimule o seu metabolismo para acelerar os resultados da dieta.
Magnésio no cardápio
O magnésio é um mineral importante que participa de quase todas as ações metabólicas. "Cerca de 300 sistemas enzimáticos dependem da presença de magnésio", afirma a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional.
Uma alimentação deficiente em magnésio não só deixa o metabolismo mais lento, como também pode favorecer o acúmulo de gorduras e a má utilização das proteínas ingeridas.
Fontes de magnésio: castanhas, folhas verde-escuras, figo, beterraba, leite e derivados.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Chocolate com 70% de cacau pode ajudar a prevenir infartos.
Uma pesquisa realizada na Universidade Monash, em Melbourne, na Austrália, indicou que comer diariamente 100 gramas de chocolate amargo durante dez anos pode ajudar a prevenir infarto e reduzir riscos de pacientes com problemas cardiovasculares. O chocolate amargo, no entanto, deve conter percentuais de 70% ou mais de cacau e ser inserido em uma dieta balanceada e um estilo de vida saudável.
O estudo publicado no British Medical Journal foi feito com mais de dois mil australianos e vai ao encontro de diversos outros estudos publicados anteriormente sobre os benefícios do chocolate amargo. Os especialistas australianos, além de reforçarem as demais pesquisas, apontam que o consumo específico de 100 gramas de chocolate com 70% ou mais de cacau, diariamente durante dez anos, poderia evitar 70 ataques cardíacos mortais e 15 ataques de menor intensidade em cada 10 mil pessoas com risco de sofrê-los.
Todos os modelos utilizados foram baseados nos fatores de risco clássico, variando desde pessoas com hipertensão até colesterol alto e obesidade. Chocolates com alto percentual de cacau contém antioxidantes chamados polifenóis, que ajudam a manter os vasos sanguíneos dilatados e, consequentemente, reduzem a pressão sanguínea e melhoram a circulação.
Os cientistas, porém, alertam que o consumo excessivo de chocolate amargo pode levar à obesidade, fator que é um dos líderes nas causas de doenças cardiovasculares. Eles não recomendam que o grupo de alto risco use o chocolate amargo como a única medida preventiva, mas sim com uma combinação de escolhas sensatas, como fazer exercícios físicos.
Conheça outros benefícios do chocolate
O chocolate pode ajudar você a sentir-se mais satisfeito e não exagerar na comida. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Chung Hsing, em Taiwan, mostrou que os ácidos fenólicos presentes no cacau podem aumentar a produção do hormônio leptina, que aumenta a sensação de saciedade.
Melão pode combater o stress
O estresse do dia a dia pode ser combatido com um aliado natural: o melão. É o que sugere um estudo recente feito por cientistas franceses, publicado no Nutrition Journal. Os cientistas se basearam em estudos que apontaram relação entre o estresse e a oxidação celular. Segundo os pesquisadores, o melão é rico na substância SOD (superoxide dismutase), principal enzima de defesa antioxidante presente no organismo.
Durante o estudo, foram acompanhados setenta voluntários, com idades entre 30 e 55 anos, e que possuíam estresse diário e fadiga. Metade dos participantes tomou um suplemento dietético com base no suco concentrado de melão, enquanto a outra metade um placebo, uma vez ao dia, durante 4 semanas.
Os cientistas identificaram que o consumo do suco de melão, quando comparado ao efeito placebo, diminuiu sinais de estresse e fadiga apresentado pelo desempenho físico dos indivíduos (dores no corpo, por exemplo), além de problemas para se concentrar e de comportamentos (irritabilidade e atitudes agressivas). Segundo o estudo, esse efeito pode ser decorrente das propriedades antioxidantes que o melão possui, que previnem danos provocados por radicais livres em células e tecidos.
Proteínas após exercício fortalece os músculos
Uma pesquisa feita pelo Departamento de Saúde e Ciência do Exercício da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, sugere que bebidas com proteínas ajudam idosos a retardar o envelhecimento dos músculos mais do que aqueles que ingerem bebidas com carboidratos.
Para fazer essa descoberta, os cientistas recrutaram 16 participantes de 37 anos ou mais e instruiu-os a praticar exercícios na esteira por 45 minutos, três vezes por semana, durante seis semanas. Após cada sessão de exercícios, um grupo recebeu uma bebida com proteína e outro, uma bebida com carboidratos.
Os pesquisadores recolheram amostras dos músculos no final das seis semanas e foram capazes de determinar o quanto do músculo e suas partes componentes são novos. Neste caso, novas proteínas, DNA e membranas foram medidas.
Eles notaram que os participantes que ingeriram shakes de proteína tiveram uma renovação maior de membranas e tecidos musculares, contribuindo para a eficácia do exercício e manutenção do músculo. Além disso, o estudo sugere que esse efeito pode ser visto com a ingestão de apenas 20 gramas de proteína.
De acordo com os especialistas, não é um mistério que o exercício físico e uma dieta adequada ajudam a retardar o envelhecimento, mas esse estudo ajuda a explicar como é possível usar esses elementos para ter um processo de envelhecimento melhor.
Ganhe músculos com a ajuda da dieta
A conta é simples: menos gordura corporal e mais músculos é igual ao corpo dos seus sonhos! Mas, se a operação é das mais fáceis na teoria, a prática deixa muita gente de cabelo em pé. Isso porque, nem sempre, basta um treino de musculação parrudo para conseguir um corpo mais torneado. Um plano alimentar é parte essencial dessa transformação.
As proteínas estão por trás da mudança. Elas são as unidades estruturais dos músculos. Por isso, devem estar presentes na alimentação, auxiliando na formação da chamada massa magra. "Entretanto, as células musculares são compostas tanto de proteínas como de carboidratos estocados (para fornecer energia durante o treino) e de água, ou seja, é necessário montar uma dieta que inclua os três itens", afirma a nutricionista Gisele Pavin, da Fórmula Academia.
A quantidade de ingestão depende das características individuais de cada um. Sexo, idade, estado de saúde, além da intensidade, duração e freqüência da atividade física praticada interferem na medida. Recomenda-se, para indivíduos sedentários, a ingestão de 0,8g de proteína por quilo ao dia. Já pessoas ativas podem aumentar a dose: de 1,2 a 1,4g de proteína por quilo estão permitidos diariamente.
"Os atletas que visam à hipertrofia podem aumentar essa quantidade para 1,8g ao dia", diz Gisele. No dia a dia, o ideal para os freqüentadores de academia é ingerir três gramas de carboidrato para cada um grama de proteína.
Confira abaixo sugestões de consumo e, claro, não se esqueça de tomar muita água.
Carne vermelha: é número um em quantidade de creatina, essencial para a construção muscular. Também contém ferro, zinco, niacina (vitamina B3) e vitamina B12 - nutrientes cruciais para quem quer resultados.
Ovo (com gema): é o alimento com o mais alto valor biológico - uma espécie de medida da quantidade de proteína que um alimento é capaz de fornecer ao corpo. É verdade que a proteína da carne é mais eficiente para a construção muscular, mas a gema, além da proteína, contém a vitamina B12, necessária para diminuir os níveis de gordura e ajudar na contração muscular. Ela também é a melhor fonte de colina, substância que ajuda a dissolver a gordura nas artérias.
Salmão: é altamente protéico, com grandes quantidades de ômega-3, uma gordura que ajuda na recuperação da massa muscular.
Azeite de oliva: a gordura monoinsaturada ômega-9 tem ação anticatabólica, ou seja, age contra inflamações que provocam o desgaste e a fraqueza muscular.
Amêndoas: são uma das maiores fontes da vitamina E alfatocoferol, a forma mais bem absorvida pelo corpo e um potente antioxidante, que pode ajudar a prevenir os danos provocados pelos radicais livres após o treino. Quanto menos agressões praticadas pelos radicais livres, mais rapidamente seus músculos vão se recuperar.
farinha de maracujá pode prevenir e controlar o diabétes
Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveram uma farinha à base do maracujá para prevenir e controlar o diabetes. Após dois anos de pesquisas, os cientistas concluíram que a farinha traz efeitos benéficos ao organismo como a diminuição do nível de colesterol, a melhora do funcionamento do sistema gastrointestinal, além de auxiliar o tratamento da doença.
Para os pesquisadores, isso acontece porque ao ser ingerida a pectina, substância fibrosa e solúvel presente na fruta, forma uma espécie de gel protetor que retarda a absorção de carboidratos, gorduras e regula a produção de glicose, sendo bastante eficaz no controle e prevenção do diabetes.
Os cientistas aconselham a ingestão de 1 ou 2 colheres de sopa da farinha, 3 vezes ao dia, diluída nas refeições ou nos sucos, chás e iogurtes. De acordo com eles, como é 100% natural, a farinha não tem contra-indicação e deve ser utilizada continuamente, pois, a interrupção do tratamento causa uma reversão no quadro clínico do diabético.
farinha de beringela faz você emagrecer mais
Quando aparece mais uma novidade em relação a emagrecimento, quem vive às turras com a balança logo se anima. No caso da farinha de berinjela, já é a Ciência que justifica a empolgação: um estudo realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro mostrou que o consumo das colheradas realmente age na perda de peso. Participaram da pesquisa 14 mulheres obesas, com idade entre 45 e 55 anos.
Sete integrantes receberam apenas a dieta com valor calórico reduzido, emagreceram três quilos, em média, e reduziram três centímetros da cintura. O grupo restante, que fez dieta e consumiu a farinha de berinjela, perdeu seis quilos e 12 cm de cintura, em média. "Os resultados duas vezes mais eficientes podem estar associados ao alto teor de fibras (cerca de 40%) da farinha de berinjela", afirma a nutricionista Mauara Scorsatto, uma das pesquisadoras do estudo. O legume em versão pó tem mais fibras do que o suco ou a sopa feitos com o legume, em que elas são diluídas e não apresentam a mesma eficácia.
O combate à obesidade, no entanto, é só um dos benefícios deste complemento alimentar, existem muitos outros e sua saúde, certamente, vai saber aproveitar todos eles. Em tempo: as receitas caseiras da farinha de berinjela não são tão eficientes como a industrializada, utilizada no estudo da Universidade do Rio de Janeiro. Casas de alimentos naturais oferecem várias marcas diferentes do produto.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Consumir ovos é benéfico a saúde...
Se você só come a clara do ovo, pode esquecer esse hábito. O ovo inteiro é um dos mais consistentes alimentos com que podemos contar para tornar nossa dieta mais saudável. Décadas atrás, alguém decidiu que o colesterol dos ovos, encontrado principalmente em sua gema, contribuía para o desenvolvimento de uma série doenças cardíacas e para o aumento da obesidade. Essa pessoa errou feio.
O pior disso tudo é que os desavisados engoliram a lorota e passaram a evitar esse alimento. Quem está perdendo com isso é a saúde desses indivíduos. A gordura de ovos, ao contrário do que ainda dizem por aí, é do tipo bom, e previne uma série de complicações em todo o organismo.
"O ovo é uma boa fonte de colina, que protege o sistema cardiovascular de ataques cardíacos, coágulos sanguíneos, derrame." O ovo é a melhor fonte de luteína e zeaxantina que existe. Esses nutrientes são essenciais para a manutenção da saúde dos olhos e servem também para facilitar o tratamento de doenças nesses órgãos. Na verdade, muitos estudos atuais têm mostrado que consumir um ovo por dia pode ajudar a prevenir a degeneração macular e diminuir o risco de desenvolver catarata. O ovo é também uma boa fonte de colina, que protege o sistema cardiovascular de ataques cardíacos, coágulos sanguíneos, derrame.
Mesmo que o ovo seja um bem feitor ao organismo, é preciso cuidado na hora de prepará-lo antes da refeição. Evite comer ovos fritos, pois a gordura em que eles são feitos pode trazer alguns malefícios ao organismo, como o aumento de colesterol.. As melhores opções são os ovos quentes, cozidos e em gemada. Com esses métodos de preparo, os ingredientes que fazem bem do ovo continuam intactos, enquanto o acréscimo de gordura de outras fontes não ocorre.
Mitos e verdades
Ao comprar os ovos, vale à pena gastar um pouco mais e escolher os orgânicos ou ovos de galinhas criadas soltas, e não daquelas que ficam confinadas. Essas opções têm melhor qualidade e também mais confiáveis. Normalmente o ovo orgânico possui a gema mais consistente e terá de uma cor laranja brilhante.
Os ovos de galinhas confinadas podem sair mais barato, mas quase sempre apresentam baixa qualidade, com gema amarelo-pálida, mais frágil, que se quebra facilmente. A verdade é que você ingere o que você compra, e vale à pena gastar um pouco mais para ter mais saúde. Fica a dica.
Super saúde!
Beijos
Lene
O pior disso tudo é que os desavisados engoliram a lorota e passaram a evitar esse alimento. Quem está perdendo com isso é a saúde desses indivíduos. A gordura de ovos, ao contrário do que ainda dizem por aí, é do tipo bom, e previne uma série de complicações em todo o organismo.
"O ovo é uma boa fonte de colina, que protege o sistema cardiovascular de ataques cardíacos, coágulos sanguíneos, derrame." O ovo é a melhor fonte de luteína e zeaxantina que existe. Esses nutrientes são essenciais para a manutenção da saúde dos olhos e servem também para facilitar o tratamento de doenças nesses órgãos. Na verdade, muitos estudos atuais têm mostrado que consumir um ovo por dia pode ajudar a prevenir a degeneração macular e diminuir o risco de desenvolver catarata. O ovo é também uma boa fonte de colina, que protege o sistema cardiovascular de ataques cardíacos, coágulos sanguíneos, derrame.
Mesmo que o ovo seja um bem feitor ao organismo, é preciso cuidado na hora de prepará-lo antes da refeição. Evite comer ovos fritos, pois a gordura em que eles são feitos pode trazer alguns malefícios ao organismo, como o aumento de colesterol.. As melhores opções são os ovos quentes, cozidos e em gemada. Com esses métodos de preparo, os ingredientes que fazem bem do ovo continuam intactos, enquanto o acréscimo de gordura de outras fontes não ocorre.
Mitos e verdades
Ao comprar os ovos, vale à pena gastar um pouco mais e escolher os orgânicos ou ovos de galinhas criadas soltas, e não daquelas que ficam confinadas. Essas opções têm melhor qualidade e também mais confiáveis. Normalmente o ovo orgânico possui a gema mais consistente e terá de uma cor laranja brilhante.
Os ovos de galinhas confinadas podem sair mais barato, mas quase sempre apresentam baixa qualidade, com gema amarelo-pálida, mais frágil, que se quebra facilmente. A verdade é que você ingere o que você compra, e vale à pena gastar um pouco mais para ter mais saúde. Fica a dica.
Super saúde!
Beijos
Lene
O Brasil está mais maduro. De acordo com dados do Censo 2010, levantado pelo IBGE, a população idosa no Brasil aumentou consideravelmente na última década. Em 1999, o número de idosos no país (a partir de 60 anos de idade) era de 14,8 milhões, e em 2009, esse número passou para 21,7 milhões. Em contrapartida, o crescimento da população jovem (até 19 anos) teve seu crescimento interrompido.
A tendência do envelhecimento da população revela dados ainda mais importantes. O relatório aponta que a população de pessoas acima de 70 anos era de 6,4 milhões. Já em 2009, o índice pulou para 9,7 milhões de pessoas. O número de centenários também cresceu. Com cerca de 80% da população já recenseada, as pessoas com mais de 100 anos já somam 17.615 no Censo 2010 diante das 14 mil do Censo 2000. Mas quais seriam os fatores responsáveis pelo aumento do número de idosos e por sua longevidade? Vejam abaixo alguns hábitos que trazem essas respostas.
Eles se alimentam melhor
Consumir alimentos saudáveis através de uma dieta balanceada pode ser fundamental para viver mais. O abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares é um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer. Por outro lado, é fácil incluir no cardápio alimentos heróis da resistência e da longevidade. Cientistas da Universidade Park, nos Estados Unidos, concluíram que consumir mais oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache) reduz o risco de males cardíacos entre 25% e 39%, quando consumidos cinco vezes por semana. Elas são ricas em gorduras boas, em especial o ômega 3, que diminuem as taxas de colesterol ruim e evitam a formação de placas de gordura que obstruem as artérias. O Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, comprovou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, quando passaram a comer peixe pelo menos duas vezes por semana, graças a presença do ômega 3.
Um estudo da Universidade de Cingapura diz que o consumo diário de chá verde é um poderoso aliado da memória e pode prolongar a expectativa de vida dos idosos. Após mais de dois anos estudando os efeitos da bebida, os pesquisadores concluíram que 65% dos idosos habituados a consumir chá-verde mantiveram a capacidade cognitiva inalterada, incluindo memória e atenção. Isso porque, a bebida contém a teanina, um aminoácido com substâncias capazes de combater doenças degenerativas como a Doença de Alzheimer e ainda está relacionada à melhoria da capacidade de aprendizado, concentração e sensações de prazer, pois aumenta a produção de serotonina e dopamina.
Eles movimentam mais o corpo
Um estudo apresentado na Universidade de Estocolmo, na Suécia, revela que em qualquer idade, um homem obeso apresenta o dobro de chances de morrer comparado a um que não apresente sobrepeso. Além disso, os resultados revelam que a obesidade diminui a longevidade em aproximadamente 10% para cada ponto acima do Índice de Massa Corpórea (IMC) recomendado pelos médicos. Praticar exercícios é um dos principais aliados para combater a obesidade.
Além de diminuir o peso, praticar exercícios também ajuda a fortalecer os músculos e articulações, o que melhora o equilíbrio e evita quedas e outros acidentes. Os benefícios dos exercícios são sentidos pelos idosos desde a melhora da saúde até o aumento da capacidade física, cognitiva e da autoestima.
"Os exercícios de flexibilidade e o treinamento de força, como o pilates, são fundamentais para reduzir acidentes e lesões degenerativas do aparelho locomotor. A melhora da força e da massa muscular é também importante na prevenção e tratamento de distúrbios como a osteoporose, obesidade e o diabetes", explica o fisiatra Gilson Shinzato, do Hcor, em São Paulo.
Sono revigoranteEles tem boa qualidade do sono
A perda de sono é comum com o passar da idade. Mas uma pesquisa realizada pela Universidade de Surrey, no Reino Unido diz que os idosos podem dormir menos do que os jovens sem prejudicar sua saúde. Os especialistas acompanharam 110 pessoas de diversas idades durante oito horas de sono. Como resultado, pessoas acima de 65 anos chegaram a te cerca de 20 minutos de sono a menos do que pessoas entre 40 a 50 anos. A diferença para os jovens de 20 aos aumentou ainda mais, para 44 minutos. Os cientistas afirmam que a menor necessidade de sono está naturalmente relacionada ao envelhecimento saudável.
Vida socialEles tem mais convívio social
Pesquisas revelam que idosos que mantêm vida social ativa apresentam maior qualidade de vida e longevidade. "A convivência social, a flexibilidade e hábitos saudáveis são características principais para a longevidade", explica a geriatra Maysa Cendoroglo, da Unifesp.
Além disso, uma pesquisa recente revela que a solidão é um fator determinante para a baixa qualidade de vida e da expectativa de vida. De acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Brigham Young, nos EUA, cercar-se de amigos, familiares e pessoas queridas pode aumentar a longevidade em até 50% mais do que aqueles que vivem sós. Os dados ainda mostram que quando tomamos conta de alguém que precisa, como um idoso, mantemos os laços sociais vivos, o que também aumenta a sobrevida.
Para os cientistas, a análise dos resultados de cerca de 150 estudos que envolviam mais de 300 mil pessoas foi realizada por um período de sete anos e revela que perder o apoio social pode diminuir as chances de sobrevivência ainda mais do que a obesidade ou o sedentarismo. Além disso, os estudos dizem que a solidão é tão prejudicial quanto ser alcoólatra ou fumar 15 cigarros por dia.
A evolução da medicina já determina a necessidade de olhar para saúde do idoso com um fator preventivo, ou seja, identificar o desequilíbrio, enquanto ainda não é um problema. O engajamento e o suporte familiar pesam muito na longevidade dos velhinhos. "A família deve perceber que o idoso acamado, quieto, muito magro... Não está normal. Este não é o processo aceitável de envelhecimento", explica a geriatra Maysa Cendoroglo, da Unifesp.
Para a especialista o diagnóstico de fatores de risco deve ser privilegiada a fim de evitar o envelhecimento complicado. "O perfil ideal de envelhecimento é o do idoso ativo, bem sucedido profissional e socialmente."
Beijos
Lene
A tendência do envelhecimento da população revela dados ainda mais importantes. O relatório aponta que a população de pessoas acima de 70 anos era de 6,4 milhões. Já em 2009, o índice pulou para 9,7 milhões de pessoas. O número de centenários também cresceu. Com cerca de 80% da população já recenseada, as pessoas com mais de 100 anos já somam 17.615 no Censo 2010 diante das 14 mil do Censo 2000. Mas quais seriam os fatores responsáveis pelo aumento do número de idosos e por sua longevidade? Vejam abaixo alguns hábitos que trazem essas respostas.
Eles se alimentam melhor
Consumir alimentos saudáveis através de uma dieta balanceada pode ser fundamental para viver mais. O abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares é um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer. Por outro lado, é fácil incluir no cardápio alimentos heróis da resistência e da longevidade. Cientistas da Universidade Park, nos Estados Unidos, concluíram que consumir mais oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache) reduz o risco de males cardíacos entre 25% e 39%, quando consumidos cinco vezes por semana. Elas são ricas em gorduras boas, em especial o ômega 3, que diminuem as taxas de colesterol ruim e evitam a formação de placas de gordura que obstruem as artérias. O Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, comprovou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, quando passaram a comer peixe pelo menos duas vezes por semana, graças a presença do ômega 3.
Um estudo da Universidade de Cingapura diz que o consumo diário de chá verde é um poderoso aliado da memória e pode prolongar a expectativa de vida dos idosos. Após mais de dois anos estudando os efeitos da bebida, os pesquisadores concluíram que 65% dos idosos habituados a consumir chá-verde mantiveram a capacidade cognitiva inalterada, incluindo memória e atenção. Isso porque, a bebida contém a teanina, um aminoácido com substâncias capazes de combater doenças degenerativas como a Doença de Alzheimer e ainda está relacionada à melhoria da capacidade de aprendizado, concentração e sensações de prazer, pois aumenta a produção de serotonina e dopamina.
Eles movimentam mais o corpo
Um estudo apresentado na Universidade de Estocolmo, na Suécia, revela que em qualquer idade, um homem obeso apresenta o dobro de chances de morrer comparado a um que não apresente sobrepeso. Além disso, os resultados revelam que a obesidade diminui a longevidade em aproximadamente 10% para cada ponto acima do Índice de Massa Corpórea (IMC) recomendado pelos médicos. Praticar exercícios é um dos principais aliados para combater a obesidade.
Além de diminuir o peso, praticar exercícios também ajuda a fortalecer os músculos e articulações, o que melhora o equilíbrio e evita quedas e outros acidentes. Os benefícios dos exercícios são sentidos pelos idosos desde a melhora da saúde até o aumento da capacidade física, cognitiva e da autoestima.
"Os exercícios de flexibilidade e o treinamento de força, como o pilates, são fundamentais para reduzir acidentes e lesões degenerativas do aparelho locomotor. A melhora da força e da massa muscular é também importante na prevenção e tratamento de distúrbios como a osteoporose, obesidade e o diabetes", explica o fisiatra Gilson Shinzato, do Hcor, em São Paulo.
Sono revigoranteEles tem boa qualidade do sono
A perda de sono é comum com o passar da idade. Mas uma pesquisa realizada pela Universidade de Surrey, no Reino Unido diz que os idosos podem dormir menos do que os jovens sem prejudicar sua saúde. Os especialistas acompanharam 110 pessoas de diversas idades durante oito horas de sono. Como resultado, pessoas acima de 65 anos chegaram a te cerca de 20 minutos de sono a menos do que pessoas entre 40 a 50 anos. A diferença para os jovens de 20 aos aumentou ainda mais, para 44 minutos. Os cientistas afirmam que a menor necessidade de sono está naturalmente relacionada ao envelhecimento saudável.
Vida socialEles tem mais convívio social
Pesquisas revelam que idosos que mantêm vida social ativa apresentam maior qualidade de vida e longevidade. "A convivência social, a flexibilidade e hábitos saudáveis são características principais para a longevidade", explica a geriatra Maysa Cendoroglo, da Unifesp.
Além disso, uma pesquisa recente revela que a solidão é um fator determinante para a baixa qualidade de vida e da expectativa de vida. De acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Brigham Young, nos EUA, cercar-se de amigos, familiares e pessoas queridas pode aumentar a longevidade em até 50% mais do que aqueles que vivem sós. Os dados ainda mostram que quando tomamos conta de alguém que precisa, como um idoso, mantemos os laços sociais vivos, o que também aumenta a sobrevida.
Para os cientistas, a análise dos resultados de cerca de 150 estudos que envolviam mais de 300 mil pessoas foi realizada por um período de sete anos e revela que perder o apoio social pode diminuir as chances de sobrevivência ainda mais do que a obesidade ou o sedentarismo. Além disso, os estudos dizem que a solidão é tão prejudicial quanto ser alcoólatra ou fumar 15 cigarros por dia.
A evolução da medicina já determina a necessidade de olhar para saúde do idoso com um fator preventivo, ou seja, identificar o desequilíbrio, enquanto ainda não é um problema. O engajamento e o suporte familiar pesam muito na longevidade dos velhinhos. "A família deve perceber que o idoso acamado, quieto, muito magro... Não está normal. Este não é o processo aceitável de envelhecimento", explica a geriatra Maysa Cendoroglo, da Unifesp.
Para a especialista o diagnóstico de fatores de risco deve ser privilegiada a fim de evitar o envelhecimento complicado. "O perfil ideal de envelhecimento é o do idoso ativo, bem sucedido profissional e socialmente."
Beijos
Lene
Dormir bem é o segredo da longevidade aponta estudos...
Um estudo realizado pela American Academy of Sleep Medicine mostrou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade. A pesquisa, publicada na revista científica Sleep, foi a primeiro a analisar problemas de sono em uma grande amostra de adultos de idade avançada, de 60 a mais que 100 anos.
A partir da análise de 2.800 pessoas, os resultados mostraram que cerca de 65% das pessoas relataram que sua qualidade de sono foi boa ou muito boa e o tempo médio diário de sono foi de 7,5 horas, incluindo cochilos.
Os mais velhos, de 100 anos, e os adultos acima de 70 foram os mais prováveis de relatar boa qualidade de sono do que os participantes mais jovens, de 65 a 79, após controle de variáveis como as características demográficas, socioeconômicas e de saúde. Além disso, os homens eram 23% mais propícios a ter uma boa noite de sono, em comparação com as mulheres.
Os problemas de saúde foram associados com pior qualidade de sono. Entre os avaliados, 46% dos participantes que tiveram a auto-avaliação de saúde insatisfatória também relataram não dormir bem. As chances de um bom sono foram também menores em pessoas que muitas vezes se sentiam ansiosas, que tinham pelo menos uma doença crônica e dificuldades com as tarefas diárias.
O estudo envolveu a análise dos dados da Pesquisa de Longevidade Saudável feita na China. Realizada em 2005, essa amostra foi composta por 15.638 adultos com 65 anos de idade ou mais. Segundo os autores, a população da China de mais de 1,3 bilhão de pessoas inclui a maior população de idosos no mundo, tornando o país um recurso valioso para estudar a longevidade saudável. O Banco Mundial estima que a China tem cerca de 40.500 mil pessoas de 75 anos de idade e mais velhos.
A pesquisa chinesa constatou que o acesso aos cuidados de saúde e o status econômico foram fortemente relacionados com a boa qualidade de sono. O total de 84% dos participantes que relataram dormir bem tinham assistência médica adequada e 56% relataram boa qualidade de sono quando a família estava em boa condição econômica.
Beijos Lene
A partir da análise de 2.800 pessoas, os resultados mostraram que cerca de 65% das pessoas relataram que sua qualidade de sono foi boa ou muito boa e o tempo médio diário de sono foi de 7,5 horas, incluindo cochilos.
Os mais velhos, de 100 anos, e os adultos acima de 70 foram os mais prováveis de relatar boa qualidade de sono do que os participantes mais jovens, de 65 a 79, após controle de variáveis como as características demográficas, socioeconômicas e de saúde. Além disso, os homens eram 23% mais propícios a ter uma boa noite de sono, em comparação com as mulheres.
Os problemas de saúde foram associados com pior qualidade de sono. Entre os avaliados, 46% dos participantes que tiveram a auto-avaliação de saúde insatisfatória também relataram não dormir bem. As chances de um bom sono foram também menores em pessoas que muitas vezes se sentiam ansiosas, que tinham pelo menos uma doença crônica e dificuldades com as tarefas diárias.
O estudo envolveu a análise dos dados da Pesquisa de Longevidade Saudável feita na China. Realizada em 2005, essa amostra foi composta por 15.638 adultos com 65 anos de idade ou mais. Segundo os autores, a população da China de mais de 1,3 bilhão de pessoas inclui a maior população de idosos no mundo, tornando o país um recurso valioso para estudar a longevidade saudável. O Banco Mundial estima que a China tem cerca de 40.500 mil pessoas de 75 anos de idade e mais velhos.
A pesquisa chinesa constatou que o acesso aos cuidados de saúde e o status econômico foram fortemente relacionados com a boa qualidade de sono. O total de 84% dos participantes que relataram dormir bem tinham assistência médica adequada e 56% relataram boa qualidade de sono quando a família estava em boa condição econômica.
Beijos Lene
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Armadilhas no quarto podem atrapalhar o sono
Ter um sono de qualidade é essencial para a manutenção do bem-estar e da saúde, e por isso, quando a qualidade do sono não é das melhores, o nosso corpo logo dá sinais. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, 40% da população brasileira diz ter problemas para dormir ou classificou o seu sono como de má qualidade. Alguns distúrbios, como bruxismo, síndrome das pernas inquietas e apneia do sono podem ser causadores da dificuldade de dormir.
Mas muitas vezes é o nosso descuido na hora de preparar o quarto para dormir que afeta o nosso sono. "Existem doenças que atrapalham o sono, mas na maioria das vezes basta um pouco de cuidado antes de deitar, para dormir bem e recuperar as energias para o dia seguinte", diz o especialista em sono, Daniel Inoue, diretor do Instituto do Sono do Hospital Santa Cruz. Veja alguns erros bastante comuns que são cometidos na hora de dormir.
Luz acesa
Quando o cômodo em que dormimos está muito claro, o nosso corpo não produz a melatonina, o hormônio responsável pelo sono. "A luz consegue chegar ao nosso globo ocular mesmo quando estamos com as pálpebras fechadas. Sob a influência da claridade, a melatonina é bloqueada e não conseguimos ter uma boa noite de sono. Por isso, quanto mais escuro estiver o quarto, mas rápido uma pessoa dorme e melhor é a qualidade do sono", diz o especialista.
Barulho
Além de interromper a ação da melatonina devido a claridade, a televisão também atrapalha por fazer barulho de forma não contínua. "O nosso sono é dividido em fases: o sono superficial e o sono profundo. É apenas na segunda fase que o corpo consegue recuperar as energias. Quando há uma alternância entre sons altos e baixos, o organismo fica em estado de alerta e não conseguimos passar para a fase profunda do sono", diz Daniel Inoue. O mesmo acontece com quem tem mania de ouvir músicas agitadas na hora do repouso.
Outro ponto negativo da televisão é que, normalmente quando uma pessoa está com insônia, ela vai logo ver um programa na TV."Isso só nos deixa com menos sono ainda", explica o especialista.
Temperatura
Deixar o quarto em uma temperatura amena também é importante na hora de dormir. De acordo com Daniel Inoue, o nosso metabolismo fica acelerado quando o cômodo está muito quente e abafado, o que diminui a qualidade do sono. Já um quarto muito frio pode causar tremores e contrações musculares durante a noite, que, assim como a variação do som, faz com que o nosso corpo tenha dificuldade de entrar na fase de sono profundo.
"O ar-condicionado não tem nenhum problema se a pessoa estiver acostumada. Mas ele resseca muito o ambiente. Se realmente for um dia mais seco, em que não houve chuva, aquele lugar vai ter pouca umidade. A dica é colocar alguma vasilha com água ou umidificador e nunca esquecer de que os aparelhos de ar condicionado precisam de manutenção, senão a quantidade de alérgenos e poluentes aumenta", observa o otorrinolaringologista e diretor da Associação Brasileira do Sono, Michel Cahali.
A qualidade do ar
A qualidade do ar dentro do ambiente é outro fator crucial para a melhora da noite dormida. Um ar seco, cheio de poluentes, afeta a respiração e prejudica o sono. A não circulação do ar no quarto pode deixar a pessoa com o nariz congestionado e a garganta irritada. Por conta disso, há a possibilidade de o indivíduo acordar no meio do pernoite e não conseguir mais dormir.
Travesseiro
Escolha bem seu travesseiro! Além de causar torcicolos, escolher errado um travesseiro também diminui a qualidade do seu sono. "De maneira geral, o travesseiro deve ficar entre cinco e 10 centímetros de altura, para que a coluna de quem está dormindo fique em uma posição confortável", explica o médico.
Colchão
Assim como o travesseiro, escolher bem um colchão deve ser prioridade na hora de montar um quarto. "Quando uma pessoa acorda com dores pelo corpo constantemente, é provável que o seu colchão não seja o mais indicado. Pessoas com problemas na coluna devem tomar ainda mais cuidados, já que são mais sensíveis a qualidade do colchão onde dormem", diz o especialista em sono Daniel Inuoe.
Alimentação
Fazer uma boquinha antes de ir dormir pode ajudar ou atrapalhar o sono, dependendo do que você coloca dentro da boca. De acordo com um estudo feito pela Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, comer alimentos gordurosos pouco antes de dormir, além de engordar mais, diminui bastante a qualidade do sono. Isso acontece porque enquanto digerimos os alimentos, o nosso cérebro continua recebendo estímulos, o que aumenta as chances de pesadelos e insônia.
De acordo com o estudo, a própria sensação de peso e o metabolismo funcionando para digerir os alimentos já são motivos suficientes para má qualidade do sono. Comer alimentos leves, como sopas e lanches no mínimo duas horas antes de dormir é o mais indicado.
Animal de estimação
Dormir com o cachorro ou com o gato na mesma cama pode ser um costume para muitas pessoas, mas isso também atrapalha a qualidade do sono. "Os animais de pequeno porte tem um ciclo de sono mais curto que o nosso, de aproximadamente seis horas. Por isso, eles acordam mais cedo e começam a se mexer, prejudicando a qualidade do sono de quem está dormindo com eles", explica Daniel Inoue.
Sintéticos
É aconselhável evitar a utilização de muitos produtos sintéticos na própria mobília e confecção do quarto. A madeira é natural e acumula baixa quantidade de poeira, sendo uma boa opção para a mobília do quarto. A cerâmica no piso também é uma recomendação. Na própria cama, a melhor indicação é a de produtos naturais, como o algodão. Eliminar os sintéticos ajuda no sono e tem influência até no bom humor ao despertar.
Fonte: Minha vida!
Lene
Mas muitas vezes é o nosso descuido na hora de preparar o quarto para dormir que afeta o nosso sono. "Existem doenças que atrapalham o sono, mas na maioria das vezes basta um pouco de cuidado antes de deitar, para dormir bem e recuperar as energias para o dia seguinte", diz o especialista em sono, Daniel Inoue, diretor do Instituto do Sono do Hospital Santa Cruz. Veja alguns erros bastante comuns que são cometidos na hora de dormir.
Luz acesa
Quando o cômodo em que dormimos está muito claro, o nosso corpo não produz a melatonina, o hormônio responsável pelo sono. "A luz consegue chegar ao nosso globo ocular mesmo quando estamos com as pálpebras fechadas. Sob a influência da claridade, a melatonina é bloqueada e não conseguimos ter uma boa noite de sono. Por isso, quanto mais escuro estiver o quarto, mas rápido uma pessoa dorme e melhor é a qualidade do sono", diz o especialista.
Barulho
Além de interromper a ação da melatonina devido a claridade, a televisão também atrapalha por fazer barulho de forma não contínua. "O nosso sono é dividido em fases: o sono superficial e o sono profundo. É apenas na segunda fase que o corpo consegue recuperar as energias. Quando há uma alternância entre sons altos e baixos, o organismo fica em estado de alerta e não conseguimos passar para a fase profunda do sono", diz Daniel Inoue. O mesmo acontece com quem tem mania de ouvir músicas agitadas na hora do repouso.
Outro ponto negativo da televisão é que, normalmente quando uma pessoa está com insônia, ela vai logo ver um programa na TV."Isso só nos deixa com menos sono ainda", explica o especialista.
Temperatura
Deixar o quarto em uma temperatura amena também é importante na hora de dormir. De acordo com Daniel Inoue, o nosso metabolismo fica acelerado quando o cômodo está muito quente e abafado, o que diminui a qualidade do sono. Já um quarto muito frio pode causar tremores e contrações musculares durante a noite, que, assim como a variação do som, faz com que o nosso corpo tenha dificuldade de entrar na fase de sono profundo.
"O ar-condicionado não tem nenhum problema se a pessoa estiver acostumada. Mas ele resseca muito o ambiente. Se realmente for um dia mais seco, em que não houve chuva, aquele lugar vai ter pouca umidade. A dica é colocar alguma vasilha com água ou umidificador e nunca esquecer de que os aparelhos de ar condicionado precisam de manutenção, senão a quantidade de alérgenos e poluentes aumenta", observa o otorrinolaringologista e diretor da Associação Brasileira do Sono, Michel Cahali.
A qualidade do ar
A qualidade do ar dentro do ambiente é outro fator crucial para a melhora da noite dormida. Um ar seco, cheio de poluentes, afeta a respiração e prejudica o sono. A não circulação do ar no quarto pode deixar a pessoa com o nariz congestionado e a garganta irritada. Por conta disso, há a possibilidade de o indivíduo acordar no meio do pernoite e não conseguir mais dormir.
Travesseiro
Escolha bem seu travesseiro! Além de causar torcicolos, escolher errado um travesseiro também diminui a qualidade do seu sono. "De maneira geral, o travesseiro deve ficar entre cinco e 10 centímetros de altura, para que a coluna de quem está dormindo fique em uma posição confortável", explica o médico.
Colchão
Assim como o travesseiro, escolher bem um colchão deve ser prioridade na hora de montar um quarto. "Quando uma pessoa acorda com dores pelo corpo constantemente, é provável que o seu colchão não seja o mais indicado. Pessoas com problemas na coluna devem tomar ainda mais cuidados, já que são mais sensíveis a qualidade do colchão onde dormem", diz o especialista em sono Daniel Inuoe.
Alimentação
Fazer uma boquinha antes de ir dormir pode ajudar ou atrapalhar o sono, dependendo do que você coloca dentro da boca. De acordo com um estudo feito pela Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, comer alimentos gordurosos pouco antes de dormir, além de engordar mais, diminui bastante a qualidade do sono. Isso acontece porque enquanto digerimos os alimentos, o nosso cérebro continua recebendo estímulos, o que aumenta as chances de pesadelos e insônia.
De acordo com o estudo, a própria sensação de peso e o metabolismo funcionando para digerir os alimentos já são motivos suficientes para má qualidade do sono. Comer alimentos leves, como sopas e lanches no mínimo duas horas antes de dormir é o mais indicado.
Animal de estimação
Dormir com o cachorro ou com o gato na mesma cama pode ser um costume para muitas pessoas, mas isso também atrapalha a qualidade do sono. "Os animais de pequeno porte tem um ciclo de sono mais curto que o nosso, de aproximadamente seis horas. Por isso, eles acordam mais cedo e começam a se mexer, prejudicando a qualidade do sono de quem está dormindo com eles", explica Daniel Inoue.
Sintéticos
É aconselhável evitar a utilização de muitos produtos sintéticos na própria mobília e confecção do quarto. A madeira é natural e acumula baixa quantidade de poeira, sendo uma boa opção para a mobília do quarto. A cerâmica no piso também é uma recomendação. Na própria cama, a melhor indicação é a de produtos naturais, como o algodão. Eliminar os sintéticos ajuda no sono e tem influência até no bom humor ao despertar.
Fonte: Minha vida!
Lene
Medula óssea e plaquetas saiba como ser um doador
Enquanto a doação de sangue é uma prática bastante difundida e conhecida, ainda há muitas dúvidas quando o assunto é doação de medula óssea e de plaquetas. No entanto, essas duas formas também são muito importantes e capazes de salvar vidas. Esclareça as dúvidas mais comuns e descubra como é fácil ser um doador.
Doação de Medula Óssea
A medula óssea é um tecido líquido-gelatinoso onde são produzidas todas as células do sangue. O transplante surge como alternativa quando o paciente tem algum câncer, como leucemia, linfomas e outras neoplasias do sangue, e os tratamentos propostos pelo médico não atingem os resultados esperados.
Hoje, o Brasil é o terceiro com maior número de doadores no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Alemanha. De acordo com o Ministério da Saúde, a chance de se encontrar uma medula compatível é de 65%, nos anos 2000 era de apenas 10%.
Mas há um agravante no país, como explica o hematologista e diretor do Departamento de Transfusão de Medula da Unifesp, Fábio Kerbauy: "Pelo fato de sermos uma país miscigenado, as chances de alguém encontrar um doador de medula compatível são menores que em países como o Japão, por exemplo".
O cadastro de doadores de medula óssea é muito importante pelo fato de ser muito difícil conseguir uma medula compatível e poucos pacientes conseguirem doadores na família. "Raramente alguém consegue um doador compatível que não seja um irmão", diz Fábio. Atualmente, há uma espera média de dois a seis meses para encontrar uma compatibilidade.
É simples doar: basta comparecer a um hemocentro e ter de 18 a 55 anos de idade, além de bom estado de saúde. Fábio explica que poucas doenças impedem a doação de medula e isso depende do estado do paciente. Pessoas com doenças crônicas controladas, por exemplo, podem, sim, ser doadoras.
Para o cadastro, são retirados 5ml de sangue para rastrear características genéticas. Os dados são inseridos no cadastro do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME) e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada.
Caso exista um receptor compatível, o doador será consultado para decidir quanto à doação. Depois, faz alguns exames clínicos para confirmar o seu bom estado de saúde. Não é necessária uma mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. "A colheita da medula pode ser feita através dos ossos pélvicos, onde é necessário um procedimento cirúrgico, ou através do sangue. Ambos os métodos são seguros e indolores", diz Fábio.
Além desses dois métodos, é possível obter células progenitoras por meio do cordão umbilical. "Em alguns hospitais da rede pública e da rede privada, é feito um congelamento do cordão, com o consentimento da mãe", conta Fábio.
O volume retirado para a doação é de, no máximo, 15% da medula, o que não compromete em nada a saúde do doador. O doador estará apto a realizar o mesmo procedimento após um mês.
Doação de Plaquetas
Plaqueta é um elemento do sangue responsável pela coagulação e é algo que falta, principalmente, em pacientes que fazem quimioterapia ou que receberam recentemente transplante de medula óssea, fígado ou coração. Na doação normal de sangue, uma plaqueta costuma ser retirada. No entanto, cada transfusão de plaquetas precisa de sete delas!
A médica Luciana Sampaio, do departamento de medicina transfusional da Fundação Pró-Sangue, afirma que toda doação é sempre bem-vinda e em todas as épocas do ano. "Temos alguns períodos mais críticos, como feriados e férias escolares", diz. A fundação recebe 12 mil doações de sangue por mês, mas apenas 400 de plaquetas.
Para ser um doador, além dos pré-requisitos normais de quem vai doar sangue, é exigido que a pessoa já tenha doado sangue nos últimos 18 meses, faça um agendamento prévio no lugar onde pretende doar e não tenha tomado anti-inflamatórios e aspirina nos últimos cinco dias. "Isso porque esses medicamentos fazem com que as plaquetas não funcionem 100%. Além disso, o doador precisa ter uma boa calibragem na veia, pois, apesar de retirarmos uma quantidade pequena - 250 ml contra os 450ml da doação normal de sangue - ainda é significativa", conta Luciana.
Na hora da doação, que dura de 60 a 90 minutos, é feito um exame de contagem de plaquetas. Após isso, a transfusão para o paciente deve ser realizada em, no máximo, cinco dias. Segundo Luciana, todos os tipos sanguíneos são importantes, mas os mais requisitados são os tipos O e A, por serem mais frequentes na população.
Reflitam bem pessoal um simples gesto pode valer uma vida!
Beijos
Lene
Doação de Medula Óssea
A medula óssea é um tecido líquido-gelatinoso onde são produzidas todas as células do sangue. O transplante surge como alternativa quando o paciente tem algum câncer, como leucemia, linfomas e outras neoplasias do sangue, e os tratamentos propostos pelo médico não atingem os resultados esperados.
Hoje, o Brasil é o terceiro com maior número de doadores no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Alemanha. De acordo com o Ministério da Saúde, a chance de se encontrar uma medula compatível é de 65%, nos anos 2000 era de apenas 10%.
Mas há um agravante no país, como explica o hematologista e diretor do Departamento de Transfusão de Medula da Unifesp, Fábio Kerbauy: "Pelo fato de sermos uma país miscigenado, as chances de alguém encontrar um doador de medula compatível são menores que em países como o Japão, por exemplo".
O cadastro de doadores de medula óssea é muito importante pelo fato de ser muito difícil conseguir uma medula compatível e poucos pacientes conseguirem doadores na família. "Raramente alguém consegue um doador compatível que não seja um irmão", diz Fábio. Atualmente, há uma espera média de dois a seis meses para encontrar uma compatibilidade.
É simples doar: basta comparecer a um hemocentro e ter de 18 a 55 anos de idade, além de bom estado de saúde. Fábio explica que poucas doenças impedem a doação de medula e isso depende do estado do paciente. Pessoas com doenças crônicas controladas, por exemplo, podem, sim, ser doadoras.
Para o cadastro, são retirados 5ml de sangue para rastrear características genéticas. Os dados são inseridos no cadastro do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME) e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada.
Caso exista um receptor compatível, o doador será consultado para decidir quanto à doação. Depois, faz alguns exames clínicos para confirmar o seu bom estado de saúde. Não é necessária uma mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. "A colheita da medula pode ser feita através dos ossos pélvicos, onde é necessário um procedimento cirúrgico, ou através do sangue. Ambos os métodos são seguros e indolores", diz Fábio.
Além desses dois métodos, é possível obter células progenitoras por meio do cordão umbilical. "Em alguns hospitais da rede pública e da rede privada, é feito um congelamento do cordão, com o consentimento da mãe", conta Fábio.
O volume retirado para a doação é de, no máximo, 15% da medula, o que não compromete em nada a saúde do doador. O doador estará apto a realizar o mesmo procedimento após um mês.
Doação de Plaquetas
Plaqueta é um elemento do sangue responsável pela coagulação e é algo que falta, principalmente, em pacientes que fazem quimioterapia ou que receberam recentemente transplante de medula óssea, fígado ou coração. Na doação normal de sangue, uma plaqueta costuma ser retirada. No entanto, cada transfusão de plaquetas precisa de sete delas!
A médica Luciana Sampaio, do departamento de medicina transfusional da Fundação Pró-Sangue, afirma que toda doação é sempre bem-vinda e em todas as épocas do ano. "Temos alguns períodos mais críticos, como feriados e férias escolares", diz. A fundação recebe 12 mil doações de sangue por mês, mas apenas 400 de plaquetas.
Para ser um doador, além dos pré-requisitos normais de quem vai doar sangue, é exigido que a pessoa já tenha doado sangue nos últimos 18 meses, faça um agendamento prévio no lugar onde pretende doar e não tenha tomado anti-inflamatórios e aspirina nos últimos cinco dias. "Isso porque esses medicamentos fazem com que as plaquetas não funcionem 100%. Além disso, o doador precisa ter uma boa calibragem na veia, pois, apesar de retirarmos uma quantidade pequena - 250 ml contra os 450ml da doação normal de sangue - ainda é significativa", conta Luciana.
Na hora da doação, que dura de 60 a 90 minutos, é feito um exame de contagem de plaquetas. Após isso, a transfusão para o paciente deve ser realizada em, no máximo, cinco dias. Segundo Luciana, todos os tipos sanguíneos são importantes, mas os mais requisitados são os tipos O e A, por serem mais frequentes na população.
Reflitam bem pessoal um simples gesto pode valer uma vida!
Beijos
Lene
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Como evitar o stress dentro de casa!
Para quem mora em grandes cidades, viver com o estresse é comum. Segundo estudo feito pelo Centro Psicológico de Controle do Stress, aproximadamente 40% dos habitantes de São Paulo se consideram estressados. Muitos pensam que o trânsito, a poluição e a rotina de trabalho são os maiores vilões dessa história. Mas o maior foco de estresse pode ser um lugar inesperado: a sua própria casa.
Um estudo da Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, afirma que as pessoas ficam mais estressadas dentro de casa do que no trabalho ou no trânsito.
O estudo foi feito a partir de dados de 100 mil pessoas da cidade de São Paulo e Campinas, recolhidos durante um mutirão estadual do coração em 2009. Dentre os participantes, 23,% disse sofrer de estresse em casa e que ter algum fator estressante no último ano, como morte de familiar, perda de emprego, separação conjugal ou ruína financeira.
"Os fatores estressantes que ocorrem dentro de casa devem ter uma magnitude maior do que os que acontecem no trabalho para as pessoas questionadas", diz Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento do Estresse e Qualidade de Vida da Universidade Federal de São Paulo.
Por que isso acontece?
A Universidade de Washington criou, em 1970, a escala Holmes-Rahe, que identifica e classifica 43 fatores estressores, atribuindo a cada um uma nota de 1 a 100. Essa lista é atualizada constantemente para melhor entender os fatores de estresse mais atuais. De acordo com a escala, a morte de um cônjuge e o divórcio são os acontecimentos que mais estressam as pessoas atualmente, tendo, respectivamente, 100 e 73 pontos.
Segundo Denise, isso acontece porque, quanto mais forte for o vínculo com uma pessoa, maiores serão as conseqüências de um possível rompimento. "Como a maioria das pessoas tem um vínculo maior com os relacionamentos domésticos do que com as pessoas do trabalho, os atritos ou problemas que ocorrem dentro de casa tendem a ser mais estressantes", explica.
O cotidiano também transforma a casa em um lugar mais estressante, principalmente para as mulheres, que lidam com responsabilidades profissionais e familiares mais do que os homens. De acordo com a pesquisa, 48% das mulheres citaram fatores de estresse em casa, enquanto, entre os homens, esse número cai para 13%. Brigas com os filhos, discussões sobre o relacionamento, fazer o orçamento do mês, ir às compras e preparar refeições são algumas das obrigações que tornam a casa mais estressante para as mulheres.
Por isso, marido, filhos e rotina de trabalho podem ser fatores determinantes para que as mulheres estejam cada vez mais estressadas e propensas a desenvolver problemas cardiovasculares. Segundo os autores do estudo, o resultado pode indicar o estresse como um novo quesito para doenças cardiovasculares na modernidade.
"O estresse pode levar ao desenvolvimento de complicações no sistema cardiovascular e renal, além de problemas psicológicos, como a depressão. Além disso, o estresse em casa prejudica todas as outras esferas da vida, como o ambiente profissional e o social
Fator de proteção
"A melhor maneira de não se estressar é criar um fator de proteção. As pessoas precisam prestar atenção se a sua saúde, tanto física como psicológica, está sendo prejudicada por relacionamentos ou obrigações dentro de casa", comenta Denise.
Quando o problema está no relacionamento, Denise recomenda: muitas vezes, é preciso se acostumar e se adaptar aos conflitos de interesses entre você e seu cônjuge. Saber o que te incomoda e deixar isso bem claro para a outra pessoa ajuda na batalha contra o estresse. "A reconciliação é sempre a melhor opção, já que um dos acontecimentos mais estressantes é a separação. Mas, se o entendimento não é alcançado, ficar junto se torna um fator de estresse constante", conta a profissional.
Se as tarefas diárias são a fonte de estresse, procure mudar o jeito de encarar as suas obrigações. "O indivíduo deve, se possível, parar de fazer ou fazer com menos frequência todas aquelas tarefas que são fatores de estresse. Se isso não for possível, ele deve encarar essa atividade ou obrigação de uma maneira positiva e procurar entender que estressar com aquilo não irá fazer o problema desaparecer.
Beijos
Lene
Um estudo da Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, afirma que as pessoas ficam mais estressadas dentro de casa do que no trabalho ou no trânsito.
O estudo foi feito a partir de dados de 100 mil pessoas da cidade de São Paulo e Campinas, recolhidos durante um mutirão estadual do coração em 2009. Dentre os participantes, 23,% disse sofrer de estresse em casa e que ter algum fator estressante no último ano, como morte de familiar, perda de emprego, separação conjugal ou ruína financeira.
"Os fatores estressantes que ocorrem dentro de casa devem ter uma magnitude maior do que os que acontecem no trabalho para as pessoas questionadas", diz Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento do Estresse e Qualidade de Vida da Universidade Federal de São Paulo.
Por que isso acontece?
A Universidade de Washington criou, em 1970, a escala Holmes-Rahe, que identifica e classifica 43 fatores estressores, atribuindo a cada um uma nota de 1 a 100. Essa lista é atualizada constantemente para melhor entender os fatores de estresse mais atuais. De acordo com a escala, a morte de um cônjuge e o divórcio são os acontecimentos que mais estressam as pessoas atualmente, tendo, respectivamente, 100 e 73 pontos.
Segundo Denise, isso acontece porque, quanto mais forte for o vínculo com uma pessoa, maiores serão as conseqüências de um possível rompimento. "Como a maioria das pessoas tem um vínculo maior com os relacionamentos domésticos do que com as pessoas do trabalho, os atritos ou problemas que ocorrem dentro de casa tendem a ser mais estressantes", explica.
O cotidiano também transforma a casa em um lugar mais estressante, principalmente para as mulheres, que lidam com responsabilidades profissionais e familiares mais do que os homens. De acordo com a pesquisa, 48% das mulheres citaram fatores de estresse em casa, enquanto, entre os homens, esse número cai para 13%. Brigas com os filhos, discussões sobre o relacionamento, fazer o orçamento do mês, ir às compras e preparar refeições são algumas das obrigações que tornam a casa mais estressante para as mulheres.
Por isso, marido, filhos e rotina de trabalho podem ser fatores determinantes para que as mulheres estejam cada vez mais estressadas e propensas a desenvolver problemas cardiovasculares. Segundo os autores do estudo, o resultado pode indicar o estresse como um novo quesito para doenças cardiovasculares na modernidade.
"O estresse pode levar ao desenvolvimento de complicações no sistema cardiovascular e renal, além de problemas psicológicos, como a depressão. Além disso, o estresse em casa prejudica todas as outras esferas da vida, como o ambiente profissional e o social
Fator de proteção
"A melhor maneira de não se estressar é criar um fator de proteção. As pessoas precisam prestar atenção se a sua saúde, tanto física como psicológica, está sendo prejudicada por relacionamentos ou obrigações dentro de casa", comenta Denise.
Quando o problema está no relacionamento, Denise recomenda: muitas vezes, é preciso se acostumar e se adaptar aos conflitos de interesses entre você e seu cônjuge. Saber o que te incomoda e deixar isso bem claro para a outra pessoa ajuda na batalha contra o estresse. "A reconciliação é sempre a melhor opção, já que um dos acontecimentos mais estressantes é a separação. Mas, se o entendimento não é alcançado, ficar junto se torna um fator de estresse constante", conta a profissional.
Se as tarefas diárias são a fonte de estresse, procure mudar o jeito de encarar as suas obrigações. "O indivíduo deve, se possível, parar de fazer ou fazer com menos frequência todas aquelas tarefas que são fatores de estresse. Se isso não for possível, ele deve encarar essa atividade ou obrigação de uma maneira positiva e procurar entender que estressar com aquilo não irá fazer o problema desaparecer.
Beijos
Lene
terça-feira, 7 de junho de 2011
Veja o que entra e o que sai do prato de quem tem colesterol
Sedentarismo, álcool e fumo estão entre os principais vilões da saúde do nosso coração. Esses maus hábitos podem aumentar ou desequilibrar nossos níveis de LDL e HDL que são os níveis de colesterol ruim e bom, respectivamente. Além de evitar os hábitos citados acima, adotar uma alimentação saudável também é de extrema importância quando o assunto é diminuir o colesterol e ter mais saúde. O problema da altas taxas de LDL em nosso organismo é que elas representam uma grande quantidade de gordura circulando por nosso sangue, que podem formar plaquetas e entupir artérias, nos expondo a complicações cardiovasculares.
Você sabia que, fazendo algumas substituições simples, sua dieta pode deixar seu corpo blindado contra o colesterol? É que mesmo pessoas que já apresentam colesterol alto podem diminuir os níveis de LDL e aumentar os de HDL com a dieta adequada?
Veja aqui as dicas de especialistas do que entra e o que sai no cardápio amigo do coração!
1. Cortes magros e peixes: opte por cortes magros de carne vermelha e dê uma atenção especial aos peixes. "Os benefícios associados ao consumo de peixes ocorrem pela presença do ômega3. Essa gordura associa-se ao aumento dos níveis de HDL e a redução da agregação de plaquetas, além de possuir efeito protetor para as doenças cardiovasculares", afirma a nutricionista. Os peixes ricos em ômega3 são os de águas frias e profundas, como arenque, sardinha, salmão e atum.
2. Carnes Gordurosas: evite o consumo de carnes vermelhas com gorduras aparentes, como bacon e picanha, por exemplo. A nutricionista Társia Tormena afirma que esse tipo de carne tem uma quantidade muito elevada de gordura insaturada, contribuindo para o aumento do colesterol.
Esses pratos devem ser evitados:
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Pratos que podemos saborear a vontade
Galerinha vamos cuidar da nossa saúde sem ela nós nao conseguimos fazer nada!
Beijos
Lene
Você sabia que, fazendo algumas substituições simples, sua dieta pode deixar seu corpo blindado contra o colesterol? É que mesmo pessoas que já apresentam colesterol alto podem diminuir os níveis de LDL e aumentar os de HDL com a dieta adequada?
Veja aqui as dicas de especialistas do que entra e o que sai no cardápio amigo do coração!
1. Cortes magros e peixes: opte por cortes magros de carne vermelha e dê uma atenção especial aos peixes. "Os benefícios associados ao consumo de peixes ocorrem pela presença do ômega3. Essa gordura associa-se ao aumento dos níveis de HDL e a redução da agregação de plaquetas, além de possuir efeito protetor para as doenças cardiovasculares", afirma a nutricionista. Os peixes ricos em ômega3 são os de águas frias e profundas, como arenque, sardinha, salmão e atum.
2. Carnes Gordurosas: evite o consumo de carnes vermelhas com gorduras aparentes, como bacon e picanha, por exemplo. A nutricionista Társia Tormena afirma que esse tipo de carne tem uma quantidade muito elevada de gordura insaturada, contribuindo para o aumento do colesterol.
Esses pratos devem ser evitados:
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Pratos que podemos saborear a vontade
Galerinha vamos cuidar da nossa saúde sem ela nós nao conseguimos fazer nada!
Beijos
Lene
Conheça 7 alimentos termôgenicos que ajudam na perde de peso!
Todas as atividades realizadas pelo corpo consomem energia, certo? Isso inclui o processo digestivo, que pode ser usado a seu favor para emagrecer quando o que está em questão são os alimentos termogênicos. Esses alimentos são capazes de aumentar o gasto calórico do organismo durante a digestão e o processo metabólico.
De acordo com a nutricionista Daniela Cyrulin, de São Paulo, quanto mais difícil for a digestão do alimento, maior será o seu poder termogênico. A nutricionista funcional Luciana Harfenist, do Rio de Janeiro, explica: "As substâncias termogênicas contidas em certos alimentos têm a capacidade de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e aumentando a queima de gordura. A termogênese é um processo regulado pelo sistema nervoso e interferências neste sistema podem ajudar no controle de emagrecimento e obesidade".
No entanto, sabe-se que não existem milagres quando o assunto é perder peso. Para que esses alimentos mostrem resultado, é necessário aliá-los à dieta regrada e exercícios físicos. Além disso, os termogênicos possuem algumas restrições. "Quem tem hipertireoidismo não deve ingeri-los, visto que o metabolismo já está muito elevado, o que aumenta o risco de perda de massa muscular", exemplifica Daniela. Luciana também lembra que crianças e gestantes, pessoas com cardiopatias, hipertensão, enxaqueca, úlcera e alergias não devem abusar desses alimentos, pois eles podem levar a aumento da pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia.
Saiba quais são os principais alimentos termogênicos e aprenda a utilizá-los - mas sem esquecer de passar antes por uma avaliação nutricional.
Pimenta Vermelha
Chá Verde
Canela
Gengibre
Chá de hibisco
Salmão rico em Omega 3
Agua gelada
Beijos espero que vcs estejam aproveitando as dicas que estãos endo diárias!
Lene
De acordo com a nutricionista Daniela Cyrulin, de São Paulo, quanto mais difícil for a digestão do alimento, maior será o seu poder termogênico. A nutricionista funcional Luciana Harfenist, do Rio de Janeiro, explica: "As substâncias termogênicas contidas em certos alimentos têm a capacidade de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e aumentando a queima de gordura. A termogênese é um processo regulado pelo sistema nervoso e interferências neste sistema podem ajudar no controle de emagrecimento e obesidade".
No entanto, sabe-se que não existem milagres quando o assunto é perder peso. Para que esses alimentos mostrem resultado, é necessário aliá-los à dieta regrada e exercícios físicos. Além disso, os termogênicos possuem algumas restrições. "Quem tem hipertireoidismo não deve ingeri-los, visto que o metabolismo já está muito elevado, o que aumenta o risco de perda de massa muscular", exemplifica Daniela. Luciana também lembra que crianças e gestantes, pessoas com cardiopatias, hipertensão, enxaqueca, úlcera e alergias não devem abusar desses alimentos, pois eles podem levar a aumento da pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia.
Saiba quais são os principais alimentos termogênicos e aprenda a utilizá-los - mas sem esquecer de passar antes por uma avaliação nutricional.
Pimenta Vermelha
Chá Verde
Canela
Gengibre
Chá de hibisco
Salmão rico em Omega 3
Agua gelada
Beijos espero que vcs estejam aproveitando as dicas que estãos endo diárias!
Lene
terça-feira, 31 de maio de 2011
Obesidade é mais comum entre pessoas do mesmo convívio!
A incidência de obesidade é maior em pessoas do mesmo convívio social, afirma estudo feito por antropólogos da Universidade do Estado do Arizona (EUA). De acordo com os estudiosos, a obesidade se espalha entre amigos e parentes.
Para chegar a essa conclusão, eles entrevistaram 101 mulheres e 812 de seus amigos mais próximos e parentes. Após as entrevistas, compararam o índice de massa corporal dessas participantes ao de seus conhecidos. Dessa forma, os pesquisadores confirmaram que o risco de obesidade aumenta se a rede de contatos da pessoa tem mais obesos.
Segundo os autores do estudo, todas as teorias para explicar por que esse fenômeno acontece têm a ver com a ideia compartilhada sobre qual é o peso adequado das pessoas. Se seus amigos acham que determinado peso é aceitável, você muda seus hábitos para alcançar essa meta, ainda que você não concorde com eles, pois acaba se sentindo pressionado. Ou você pode formar uma noção de peso adequado observando os corpos de seus amigos e parentes, o que acaba mudando seus hábitos de alimentação e exercícios.
O fator de influência mais forte foi a observação, segundo os pesquisadores. Mesmo assim, sua ação é limitada. Outros fatores como comer e se exercitar em grupo podem ser mais importantes do que os mecanismos analisados.
8 questões que desvendam a obesidade
Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, a obesidade é vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública. O excesso de peso predispõe o organismo a uma série de problemas, como doença cardiovascular, apnéia do sono, hipertensão arterial e alterações na circulação.
Confira 8 questões fundamentais sobre o tema:
1) Como definir obesidade?
A obesidade pode ser definida como um índice de massa corporal (IMC) acima de 25. Quando esse índice está acima de 40, ela é definida como mórbida. Este número é obtido dividindo-se o peso em quilogramas pela altura em metros ao quadrado. Sem dúvida, a obesidade pode ser considerada uma doença e, nos dias atuais, uma epidemia que só vai aumentar. O tratamento preventivo é a melhor solução. A cirurgia bariátrica tem se apresentado como a melhor solução para os casos de obesidade mórbida.
2) Quais as causas da obesidade?
Dentre as causas, destacam-se os fatores genéticos, ambientais (hábitos pessoais e familiares), hábitos populacionais, religião, fatores sócio-econômicos, compulsão ou depressão, entre outros. No entanto, não existem dados suficientes que possibilitem mensurar a influência de cada aspecto, já que a questão é multifatorial.
3) Como identificar quando a obesidade é causada por distúrbios psicológicos?
Geralmente, a obesidade de instalação rápida e sem causa aparente pode estar relacionada a distúrbios psicológicos ou hormonais. São os casos nos quais a pessoa engorda muito em um curto espaço de tempo.
4) Podemos dizer que existe o melhor tratamento da obesidade?
A correta avaliação por um médico competente é a melhor opção, que poderá indicar o tratamento adequado para o perfil do paciente, de acordo com os fatores relacionados, identificados por exames e consulta. Não podemos falar no melhor tratamento, mas sempre pensar em prescrever um tendo em vista as condições da pessoa. Cada caso é um caso, sempre.
5) Quais os problemas físicos mais comuns ocasionados pela obesidade?
Os problemas desencadeados pela obesidade são inúmeros e vão desde a limitação física para trabalhos básicos e locomoção até distúrbios mais graves, como o aumento de colesterol, triglicérides e pressão arterial, diabetes, gota (elevação de ácido úrico no sangue), artrose, coronariopatia (doença que atinge as artérias do coração), insuficiência renal, apneia noturna do sono, esteatose hepática (degeneração gordurosa do fígado), insuficiências glandulares, entre outros.
6) Qual doença de maior risco a obesidade pode causar em um indivíduo?
A Síndrome X ou Síndrome Metabólica, que se constitui por hipertensão arterial, dislipidemia, hiperglicemia e resistência à insulina.
7) Como deve ser o tratamento para controlar essa doença e a diabetes?
O tratamento deve ser feito a base de dieta hipocalórica - definida em parceria com um nutricionista -, atividade física, cirurgia de redução de peso - quando indicado - e prescrição de medicações, quando necessárias.
8) Como o cirurgião gástrico e o endocrinologista atuam juntos no tratamento do paciente obeso?
O tratamento de um indivíduo obeso deve ser multidisciplinar, incluindo cardiologistas, nutricionistas, psicólogos e outros profissionais, de acordo com o quadro clínico.
Fiquem todos atentos as dicas!
Beijos
Lene
Para chegar a essa conclusão, eles entrevistaram 101 mulheres e 812 de seus amigos mais próximos e parentes. Após as entrevistas, compararam o índice de massa corporal dessas participantes ao de seus conhecidos. Dessa forma, os pesquisadores confirmaram que o risco de obesidade aumenta se a rede de contatos da pessoa tem mais obesos.
Segundo os autores do estudo, todas as teorias para explicar por que esse fenômeno acontece têm a ver com a ideia compartilhada sobre qual é o peso adequado das pessoas. Se seus amigos acham que determinado peso é aceitável, você muda seus hábitos para alcançar essa meta, ainda que você não concorde com eles, pois acaba se sentindo pressionado. Ou você pode formar uma noção de peso adequado observando os corpos de seus amigos e parentes, o que acaba mudando seus hábitos de alimentação e exercícios.
O fator de influência mais forte foi a observação, segundo os pesquisadores. Mesmo assim, sua ação é limitada. Outros fatores como comer e se exercitar em grupo podem ser mais importantes do que os mecanismos analisados.
8 questões que desvendam a obesidade
Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, a obesidade é vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública. O excesso de peso predispõe o organismo a uma série de problemas, como doença cardiovascular, apnéia do sono, hipertensão arterial e alterações na circulação.
Confira 8 questões fundamentais sobre o tema:
1) Como definir obesidade?
A obesidade pode ser definida como um índice de massa corporal (IMC) acima de 25. Quando esse índice está acima de 40, ela é definida como mórbida. Este número é obtido dividindo-se o peso em quilogramas pela altura em metros ao quadrado. Sem dúvida, a obesidade pode ser considerada uma doença e, nos dias atuais, uma epidemia que só vai aumentar. O tratamento preventivo é a melhor solução. A cirurgia bariátrica tem se apresentado como a melhor solução para os casos de obesidade mórbida.
2) Quais as causas da obesidade?
Dentre as causas, destacam-se os fatores genéticos, ambientais (hábitos pessoais e familiares), hábitos populacionais, religião, fatores sócio-econômicos, compulsão ou depressão, entre outros. No entanto, não existem dados suficientes que possibilitem mensurar a influência de cada aspecto, já que a questão é multifatorial.
3) Como identificar quando a obesidade é causada por distúrbios psicológicos?
Geralmente, a obesidade de instalação rápida e sem causa aparente pode estar relacionada a distúrbios psicológicos ou hormonais. São os casos nos quais a pessoa engorda muito em um curto espaço de tempo.
4) Podemos dizer que existe o melhor tratamento da obesidade?
A correta avaliação por um médico competente é a melhor opção, que poderá indicar o tratamento adequado para o perfil do paciente, de acordo com os fatores relacionados, identificados por exames e consulta. Não podemos falar no melhor tratamento, mas sempre pensar em prescrever um tendo em vista as condições da pessoa. Cada caso é um caso, sempre.
5) Quais os problemas físicos mais comuns ocasionados pela obesidade?
Os problemas desencadeados pela obesidade são inúmeros e vão desde a limitação física para trabalhos básicos e locomoção até distúrbios mais graves, como o aumento de colesterol, triglicérides e pressão arterial, diabetes, gota (elevação de ácido úrico no sangue), artrose, coronariopatia (doença que atinge as artérias do coração), insuficiência renal, apneia noturna do sono, esteatose hepática (degeneração gordurosa do fígado), insuficiências glandulares, entre outros.
6) Qual doença de maior risco a obesidade pode causar em um indivíduo?
A Síndrome X ou Síndrome Metabólica, que se constitui por hipertensão arterial, dislipidemia, hiperglicemia e resistência à insulina.
7) Como deve ser o tratamento para controlar essa doença e a diabetes?
O tratamento deve ser feito a base de dieta hipocalórica - definida em parceria com um nutricionista -, atividade física, cirurgia de redução de peso - quando indicado - e prescrição de medicações, quando necessárias.
8) Como o cirurgião gástrico e o endocrinologista atuam juntos no tratamento do paciente obeso?
O tratamento de um indivíduo obeso deve ser multidisciplinar, incluindo cardiologistas, nutricionistas, psicólogos e outros profissionais, de acordo com o quadro clínico.
Fiquem todos atentos as dicas!
Beijos
Lene
Saiba o que fazer quando o desejo sexual for embora!
Toda grande descoberta, seja um relacionamento que dá certo ou uma solução para um problema do cotidiano, tudo nasce do desejo. Sentir desejo é algo intrínseco à condição de estar vivo. Mas, se o desejo está sempre lá, por que depois de um tempo nós passamos a ter dificuldade de encontrá-lo e usá-lo na conquista da nossa realização sexual? "O desejo vai embora quando estamos fracos, tristes, cansados, doentes ou magoados. Quando não gostamos mais da pessoa amada, quando estamos de luto, angustiados ou entediados", afirma o terapeuta e médico vibracional Eduardo Navarro.
Segundo o especialista, o desejo sempre acompanha as pessoas, sejam homens ou mulheres. Sendo assim, se ele não está mais ali é porque algo aconteceu e recuperá-lo passa a ser um exercício mútuo de descobrimento, de si mesma e de seu parceiro.
Após os primeiros anos de uma relação, quando a novidade vai se transformando em rotina, é normal que o desejo sexual se restrinja a momentos pré-definidos. Segundo a psicoterapeuta e sexóloga Magda Gazzi, isto é um perigo: "Sexo é vida e viver é ser criativo! É importante que você procure variar, evitando o sexo metódico, sempre feito na mesma hora, da mesma maneira e no mesmo local", sugere.
A especialista é contra o uso de medicamentos para forçar uma situação. "Não existe remédio para aumentar o desejo". A sexóloga acrescenta que nos últimos anos a busca pelo clímax continua sendo o principal motivo pelo qual mulheres e casais procuram os consultórios de sexólogos. Essa queixa é seguida muito de perto por outra, que é a falta ou inibição do desejo sexual. "Uma pesquisa do ProSex (Projeto Sexualidade da USP) mostrou que 10% das mulheres têm desejo sexual inibido, ou, em outras palavras, não tem vontade de fazer sexo", aponta a terapeuta.
A sociedade em geral costuma enfatizar o desejo na juventude, como se à medida em que se envelhece ele fosse acabando ou não se renovando. "Somos seres sexuados. Nossa sexualidade começa quando nascemos e nos acompanha até a hora de nossa morte", contraria a médica. Com isto ela ressalta a importância de procurar um especialista para saber embaixo do que o seu desejo se escondeu.
Eventualmente o desejo pode ter saído de cena em função de algum problema. Como, por exemplo, os desequilíbrios hormonais podem inibir a libido ou os "desajustes mentais" que acabam bloqueando a manifestação natural de tesão em uma relação. Sentimentos como culpa, medo e ansiedade são inimigos naturais das relações sexuais. Eles agem de uma forma muito sutil, mas, suas consequências são de ordem prática. Não há clima que resista ao peso na consciência ou à ansiedade de ter que corresponder a uma determinada expectativa.
Fora problemas hormonais, psicológicos e emocionais que requerem um acompanhamento profissional para serem resolvidos e saírem do caminho da sua libido, é sempre bom lembrar que o desejo é uma chama sempre presente em você. Por isso a especialista ressalta a importância de cuidar da sua rotina pessoal, da sua saúde física e emocional, de manter vivo seu lado sensual. Conheça dez dicas para reacender o desejo:
1 - Encontre tempo: Se você não está tendo tempo para você, escolha o que perder para poder ganhar o que realmente interessa;
2 - Organize seu dia: A desorganização é inimiga do tempo;
3 - Corpo saudável: Sempre escolha por sua qualidade de vida, mantendo uma alimentação saudável e uma atividade física regular, isto está ligado intimamente à qualidade de sua sexualidade e autoestima;
4 - Trabalhe a mente: Pense em sexo tanto quanto puder, ou, pense em sexo tanto quanto você pensa em filhos, supermercado, padaria, roupas, higiene e etc;
5 - Solte suas fantasias: Se permita e invista na mulher sensual que existe dentro de você, fantasie e solte sua imaginação. Seja permissiva com suas fantasias e as viva sem culpas, elas são só fantasias, por isto aproveite para transgredir.
6 - Se permita pedir ajuda: Você não vai deixar de ser uma boa mãe só porque deixou seus filhos com a avó para poder ter uma noite de prazer;
7 - Converse com seu companheiro: Aproveite para pedir ajuda nas tarefas domésticas. Fica mais fácil se as responsabilidades da casa e dos filhos forem divididas;
8 - Invista no seu lazer: Passeie, saia, dance, cante e se solte. Se permita ficar longe do celular ou computador por algumas horas;
9 - Dia de volga: Tire ao menos um dia no mês só pra você, pra fazer tudo aquilo que você quer, mesmo que seja dormir tranquila, ler um livro, ou simplesmente ter tempo de olhar o pôr-do-sol;
10 - Pense como os homens: associe o sexo ao prazer e se deixe levar por esse momento fantástico! E lembre-se: mente tranquila e corpo vigoroso funcionam como verdadeiros afrodisíacos.
Galera recebi essa matéria por e-mail de um revista eletronica que assino e achei muito interessante espero que ela possa ajudar alguém que derrepente possa estar passando ou vir a passar por esse problema!
Beijos
Lene
Segundo o especialista, o desejo sempre acompanha as pessoas, sejam homens ou mulheres. Sendo assim, se ele não está mais ali é porque algo aconteceu e recuperá-lo passa a ser um exercício mútuo de descobrimento, de si mesma e de seu parceiro.
Após os primeiros anos de uma relação, quando a novidade vai se transformando em rotina, é normal que o desejo sexual se restrinja a momentos pré-definidos. Segundo a psicoterapeuta e sexóloga Magda Gazzi, isto é um perigo: "Sexo é vida e viver é ser criativo! É importante que você procure variar, evitando o sexo metódico, sempre feito na mesma hora, da mesma maneira e no mesmo local", sugere.
A especialista é contra o uso de medicamentos para forçar uma situação. "Não existe remédio para aumentar o desejo". A sexóloga acrescenta que nos últimos anos a busca pelo clímax continua sendo o principal motivo pelo qual mulheres e casais procuram os consultórios de sexólogos. Essa queixa é seguida muito de perto por outra, que é a falta ou inibição do desejo sexual. "Uma pesquisa do ProSex (Projeto Sexualidade da USP) mostrou que 10% das mulheres têm desejo sexual inibido, ou, em outras palavras, não tem vontade de fazer sexo", aponta a terapeuta.
A sociedade em geral costuma enfatizar o desejo na juventude, como se à medida em que se envelhece ele fosse acabando ou não se renovando. "Somos seres sexuados. Nossa sexualidade começa quando nascemos e nos acompanha até a hora de nossa morte", contraria a médica. Com isto ela ressalta a importância de procurar um especialista para saber embaixo do que o seu desejo se escondeu.
Eventualmente o desejo pode ter saído de cena em função de algum problema. Como, por exemplo, os desequilíbrios hormonais podem inibir a libido ou os "desajustes mentais" que acabam bloqueando a manifestação natural de tesão em uma relação. Sentimentos como culpa, medo e ansiedade são inimigos naturais das relações sexuais. Eles agem de uma forma muito sutil, mas, suas consequências são de ordem prática. Não há clima que resista ao peso na consciência ou à ansiedade de ter que corresponder a uma determinada expectativa.
Fora problemas hormonais, psicológicos e emocionais que requerem um acompanhamento profissional para serem resolvidos e saírem do caminho da sua libido, é sempre bom lembrar que o desejo é uma chama sempre presente em você. Por isso a especialista ressalta a importância de cuidar da sua rotina pessoal, da sua saúde física e emocional, de manter vivo seu lado sensual. Conheça dez dicas para reacender o desejo:
1 - Encontre tempo: Se você não está tendo tempo para você, escolha o que perder para poder ganhar o que realmente interessa;
2 - Organize seu dia: A desorganização é inimiga do tempo;
3 - Corpo saudável: Sempre escolha por sua qualidade de vida, mantendo uma alimentação saudável e uma atividade física regular, isto está ligado intimamente à qualidade de sua sexualidade e autoestima;
4 - Trabalhe a mente: Pense em sexo tanto quanto puder, ou, pense em sexo tanto quanto você pensa em filhos, supermercado, padaria, roupas, higiene e etc;
5 - Solte suas fantasias: Se permita e invista na mulher sensual que existe dentro de você, fantasie e solte sua imaginação. Seja permissiva com suas fantasias e as viva sem culpas, elas são só fantasias, por isto aproveite para transgredir.
6 - Se permita pedir ajuda: Você não vai deixar de ser uma boa mãe só porque deixou seus filhos com a avó para poder ter uma noite de prazer;
7 - Converse com seu companheiro: Aproveite para pedir ajuda nas tarefas domésticas. Fica mais fácil se as responsabilidades da casa e dos filhos forem divididas;
8 - Invista no seu lazer: Passeie, saia, dance, cante e se solte. Se permita ficar longe do celular ou computador por algumas horas;
9 - Dia de volga: Tire ao menos um dia no mês só pra você, pra fazer tudo aquilo que você quer, mesmo que seja dormir tranquila, ler um livro, ou simplesmente ter tempo de olhar o pôr-do-sol;
10 - Pense como os homens: associe o sexo ao prazer e se deixe levar por esse momento fantástico! E lembre-se: mente tranquila e corpo vigoroso funcionam como verdadeiros afrodisíacos.
Galera recebi essa matéria por e-mail de um revista eletronica que assino e achei muito interessante espero que ela possa ajudar alguém que derrepente possa estar passando ou vir a passar por esse problema!
Beijos
Lene
Voce sabe reconhecer o perigo da barriga saliente?
A barriga saliente incomoda em todos os sentidos: além de te aborrecer na frente do espelho, está relacionada a uma série de males à saúde. Por isso, pegue a fita métrica e vamos às medições: se você é homem, o ideal é que tenha a circunferência abdominal inferior a 94 cm. De 94 cm a 102 cm, você está na "zona de alerta" e, acima disso, precisa de atenção. Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, as mulheres ocidentais devem ter essa circunferência abaixo de 88 cm, enquanto as orientais, 80 cm. No quiz abaixo, confira se você sabe como lidar com esse acúmulo ou se está apenas "empurrando o problema com a barriga".
Portanto fiquem todos atentos!
Beijos
Lene
Portanto fiquem todos atentos!
Beijos
Lene
Aposte nos hábitos que dão mais disposição!
Você é o tipo de pessoa que acorda de manhã super animado e com a maior disposição, mas chega na hora do almoço já está se sentindo cansado ou muito disperso no trabalho? Isso pode estar acontecendo porque o seu corpo está com o horário de sono "desregulado" ou você não está fornecendo energia o suficiente para ele no decorrer do dia.
Felizmente, com adoção de alguns hábitos simples, você pode gozar de uma super disposição o dia inteiro e aproveitá-lo muito mais!
Café da manhã caprichado
O nutrólogo Roberto Navarro, de São Paulo, explica que a primeira refeição do dia deve ter pelo menos 25% do valor energético total de um dia todo. O ideal é que sejam evitados pela manhã alimentos com alto índice glicêmico, como açúcares, doces, pães, bolachas, biscoitos recheados e bolos, pois eles podem levar a uma queda súbita da glicose sanguínea e provocar dificuldade de concentração, fadiga mental e até irritabilidade. "Por isso, não seria interessante abusar desses alimentos citados, salvo quando 'integrais', pois esses têm menor índice glicêmico", diz Roberto.
O café em pequenas quantidades (até 1 xícara de chá) pode melhorar a disposição e a atenção. Já alimentos muito gordurosos não são recomendados por exigirem um maior trabalho na digestão e, consequentemente, dar a sensação de "cansaço". O café da manhã perfeito deve conter cereais integrais, frutas, oleaginosas e alguma proteína, como iogurte natural, queijo branco ou peito de peru.
Beijos
Lene
Felizmente, com adoção de alguns hábitos simples, você pode gozar de uma super disposição o dia inteiro e aproveitá-lo muito mais!
Café da manhã caprichado
O nutrólogo Roberto Navarro, de São Paulo, explica que a primeira refeição do dia deve ter pelo menos 25% do valor energético total de um dia todo. O ideal é que sejam evitados pela manhã alimentos com alto índice glicêmico, como açúcares, doces, pães, bolachas, biscoitos recheados e bolos, pois eles podem levar a uma queda súbita da glicose sanguínea e provocar dificuldade de concentração, fadiga mental e até irritabilidade. "Por isso, não seria interessante abusar desses alimentos citados, salvo quando 'integrais', pois esses têm menor índice glicêmico", diz Roberto.
O café em pequenas quantidades (até 1 xícara de chá) pode melhorar a disposição e a atenção. Já alimentos muito gordurosos não são recomendados por exigirem um maior trabalho na digestão e, consequentemente, dar a sensação de "cansaço". O café da manhã perfeito deve conter cereais integrais, frutas, oleaginosas e alguma proteína, como iogurte natural, queijo branco ou peito de peru.
Beijos
Lene
terça-feira, 10 de maio de 2011
Dicas para evitar a LER!
Quem nunca ouviu falar nas LER lesões por esforços repetitivos ou nos DORT distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho? LER e DORT são síndromes que atacam os nervos, músculos e tendões, especialmente dos membros superiores e do pescoço. São síndromes degenerativas e cumulativas e sempre acompanhadas de dor ou incômodo, provenientes não somente da atividade ocupacional intensiva, mas também de atividades realizadas sob intenso estresse.
LER ou DORT?
O termo LER utilizado para denominar uma síndrome da atividade ocupacional excessiva, que abrange uma gama de condições caracterizadas por desconforto ou dor persistente nos músculos, tendões etc. Entretanto, sabidamente, nem todas as patologias estão relacionadas aos movimentos repetitivos, pois existem outros fatores biomecânicos causais como esforço físico proveniente de levantamento constante de peso , além dos fatores psicofísicos e sociológicos, que atuam sobre o problema.
"Infelizmente, o termo LER passou a ser utilizado de forma indistinta como nome de uma doença, porém, este é simplesmente uma denominação de um mecanismo de lesão e não pode ser utilizado como um diagnóstico", explica a engenheira Maria Aparecida Frediani Rocha, especialista em Ergonomia e consultora da Vendrame Consultores Associados.
Por tais razões, estudiosos recomendaram que este termo fosse abandonado e se passasse a usar o termo DORT Distúrbios Osteosmusculares Relacionados ao Trabalho, pois numa primeira fase ocorrem os distúrbios, com sintomas como fadiga, peso e dor nos membros e somente depois aparecem as lesões.
Em geral, qualquer trabalhador pode estar sujeito aos DORT. Percebemos que quem sofre muita pressão psicológica no trabalho está predisposto ao desconforto ou dor persistente nos músculos, tendões e outras partes do corpo. Com tratamento adequado, muitas das condições da síndrome são reversíveis , comenta.
Prevenção é o melhor remédio
A ergonomia é a ciência que visa a adaptar as condições de trabalho às características do trabalhador. As posturas inadequadas, que advém de um posto de trabalho mal dimensionado, ou que não se ajuste às variações antropométricas de cada indivíduo, e os movimentos repetitivos são alguns dos fatores que mais predispõem o aparecimento das LER/DORT. No entanto, não se deve esquecer da organização do trabalho, que eventualmente pode estar por trás desta patologia. Os ritmos excessivos, a postura rígida, a ausência de pausas, a pouca liberdade do trabalhador, além da pressão pelos superiores, são contribuições para o surgimento das LER/DORT. A título de exemplo, num posto de trabalho com computador, devem ser observados os seguintes aspectos:
Veja como regular sua estação de trabalho
Cadeira:
1 - A altura ideal deve ser de 48 a 58cm
2 - O encosto deve estar a 110° do assento
3 - A cadeira deve ter apoio para a região lombar e dorsal;
4 - Os pés devem ter contato completo com o chão ou apoiados em suporte específico
5 - As coxas devem ficar paralelas ao piso
6 - O trabalhador deve estar próximo da superfície de trabalho
7 - Os braços devem ficar apoiados
Monitor:
8 - A altura ideal da 1ª linha escrita deve ser de 155cm
9 - A tela deve estar ao nível do horizonte ou levemente abaixo
10 - O trabalhador deve localizar-se bem em frente ao monitor
11 - A iluminação deve ser adequada
12 - Use filtro no caso de brilho excessivo
13 - A distância adequada é de 60 cm entre a pessoa e a tela do computador
Teclado e mouse:
14 - A altura ideal deve ser de 110cm
15 - Eles devem localizar-se próximos e na frente de quem vai usá-lo 16 - Os cotovelos devem permanecer em ângulo de 90°
17 - Os punhos precisam permanecer retos
Dicas preventivas:
18 - Realize pequenas pausas rápidas em qualquer atividade que se exerça repetitividade excessiva ou em postura inadequada por tempo prolongado. Intervalos breves e freqüentes são mais eficazes para a recuperação do que um período de descanso igual, tomado de uma só vez.
19 - Durante essas pausas faça alguns alongamentos para as áreas de seu corpo que estiverem executando a tarefa.
20 - Cuide para sempre permanecer com uma boa postura, incluindo a adequação do seu posto de trabalho de acordo com as características físicas e com sua atividade
21 - Não realizar força nem pressão exageradas, repetitivas ou freqüentes em sua atividade
22 - As LER/DORT são curáveis, principalmente nos primeiros estágios. Portanto, procure ajuda.
Beijos a todos e fiquem espertos as dicas acima são de suma importância!
Euselene
LER ou DORT?
O termo LER utilizado para denominar uma síndrome da atividade ocupacional excessiva, que abrange uma gama de condições caracterizadas por desconforto ou dor persistente nos músculos, tendões etc. Entretanto, sabidamente, nem todas as patologias estão relacionadas aos movimentos repetitivos, pois existem outros fatores biomecânicos causais como esforço físico proveniente de levantamento constante de peso , além dos fatores psicofísicos e sociológicos, que atuam sobre o problema.
"Infelizmente, o termo LER passou a ser utilizado de forma indistinta como nome de uma doença, porém, este é simplesmente uma denominação de um mecanismo de lesão e não pode ser utilizado como um diagnóstico", explica a engenheira Maria Aparecida Frediani Rocha, especialista em Ergonomia e consultora da Vendrame Consultores Associados.
Por tais razões, estudiosos recomendaram que este termo fosse abandonado e se passasse a usar o termo DORT Distúrbios Osteosmusculares Relacionados ao Trabalho, pois numa primeira fase ocorrem os distúrbios, com sintomas como fadiga, peso e dor nos membros e somente depois aparecem as lesões.
Em geral, qualquer trabalhador pode estar sujeito aos DORT. Percebemos que quem sofre muita pressão psicológica no trabalho está predisposto ao desconforto ou dor persistente nos músculos, tendões e outras partes do corpo. Com tratamento adequado, muitas das condições da síndrome são reversíveis , comenta.
Prevenção é o melhor remédio
A ergonomia é a ciência que visa a adaptar as condições de trabalho às características do trabalhador. As posturas inadequadas, que advém de um posto de trabalho mal dimensionado, ou que não se ajuste às variações antropométricas de cada indivíduo, e os movimentos repetitivos são alguns dos fatores que mais predispõem o aparecimento das LER/DORT. No entanto, não se deve esquecer da organização do trabalho, que eventualmente pode estar por trás desta patologia. Os ritmos excessivos, a postura rígida, a ausência de pausas, a pouca liberdade do trabalhador, além da pressão pelos superiores, são contribuições para o surgimento das LER/DORT. A título de exemplo, num posto de trabalho com computador, devem ser observados os seguintes aspectos:
Veja como regular sua estação de trabalho
Cadeira:
1 - A altura ideal deve ser de 48 a 58cm
2 - O encosto deve estar a 110° do assento
3 - A cadeira deve ter apoio para a região lombar e dorsal;
4 - Os pés devem ter contato completo com o chão ou apoiados em suporte específico
5 - As coxas devem ficar paralelas ao piso
6 - O trabalhador deve estar próximo da superfície de trabalho
7 - Os braços devem ficar apoiados
Monitor:
8 - A altura ideal da 1ª linha escrita deve ser de 155cm
9 - A tela deve estar ao nível do horizonte ou levemente abaixo
10 - O trabalhador deve localizar-se bem em frente ao monitor
11 - A iluminação deve ser adequada
12 - Use filtro no caso de brilho excessivo
13 - A distância adequada é de 60 cm entre a pessoa e a tela do computador
Teclado e mouse:
14 - A altura ideal deve ser de 110cm
15 - Eles devem localizar-se próximos e na frente de quem vai usá-lo 16 - Os cotovelos devem permanecer em ângulo de 90°
17 - Os punhos precisam permanecer retos
Dicas preventivas:
18 - Realize pequenas pausas rápidas em qualquer atividade que se exerça repetitividade excessiva ou em postura inadequada por tempo prolongado. Intervalos breves e freqüentes são mais eficazes para a recuperação do que um período de descanso igual, tomado de uma só vez.
19 - Durante essas pausas faça alguns alongamentos para as áreas de seu corpo que estiverem executando a tarefa.
20 - Cuide para sempre permanecer com uma boa postura, incluindo a adequação do seu posto de trabalho de acordo com as características físicas e com sua atividade
21 - Não realizar força nem pressão exageradas, repetitivas ou freqüentes em sua atividade
22 - As LER/DORT são curáveis, principalmente nos primeiros estágios. Portanto, procure ajuda.
Beijos a todos e fiquem espertos as dicas acima são de suma importância!
Euselene
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